Nova Oleaginosa
Alguns dias atrás solicitei através desse espaço indicações de pessoas que poderiam se interessar por uma nova oleaginosa que ainda não possui produção a nível comercial, porém, possui alto índice de óleo.
Diante desses índices informados pela PUC/Campinas entende-se que poderia haver interesse por parte do setor de biodiesel.
Lamentavelmente, não obtivemos nenhuma resposta.
Abaixo fornecemos novas informações a respeito da Omphaela Diandra ou mais conhecida como “Comadre do Azeite”:
1- Em estado natural, é uma trepadeira da família das Euforbiáceas encontradiça em toda a região amazônica;
2- Quando cultivada se transforma num arbusto semelhante ao da pimenta do reino;
3- a colheita se dá após 4,5 a 5 anos;
4- É possível plantar consorciada com outras culturas. O espaçamento sugerido é 5 X 5 m.
5- Com esse espaçamento pode se plantar até 400 pés, o que pode resultar, em tese, em uma produção de mais ou menos 4 mil litros de óleo;
6- Duas pesquisas da UNICAMP atestaram um teor de óleo em torno de 60%.
7- Os ácidos graxos dessa oleaginosa são os mesmos encontrados na soja e em percentuais muito próximos.
8- É possível o plantio através de estaquia, técnica que reduz a colheita para lago em torno de três anos;
9- É um vegetal perene. (Produz por muitas e sucessivas eternidades);
10- Não há Plantio sistemático conhecido;
11- O índice de Iodo é de 130 (muito favorável à composição do biodiesel);
12- Não exige solo primoroso e resiste a períodos prolongados de seca;
13- Desenvolve-se também em áreas alagadiças;
14- Não há estudos sobre vulnerabilidade ou resistência às pragas;
15 O teor protéico do farelo é de aproximadamente 16%;
16- Pode ser utilizado como óleo comestível;
17- Comunidades tradicionais utilizam-na na fabricação de sabão.
Meu caro amigo Evaldo Viana juntamente com seu pai sr. Joaquim Viana Araújo, há 10 anos batalham pelos corredores de orgãos oficiais seja no Estado, seja em Brasilia e recebem tão sómente cartinhas dizendo que estão vendo, analisando, etc etc ou seja histórias para boi-dormi por total falta de interêsse e principalmente recursos para provocarem um estudo mais refinado e mais eficiênte a respeito dessa oleaginosa.
Diante disso, nada impede que se repasse ao parentes estabelecidos no exterior a varios anos e principalmente nos EUA, todos esses dados referente a essa planta e que eles apresentem em algum orgão de pesquisa americano e veja qual seria o interesse em levar adiante.
Gozado que depois que alguém no exterior patenteia algo genuinamente brasileiro, há uma comoção generalizada dos motivos, dos porquês. Tal qual os japones fizeram com o cupuaçú. Há uma falta total de interesse afora investimentos. Fazer o quê?

Oi
ResponderExcluirGostaria de contactar você por mail pode me enviar
ismael.martins@sapo.pt
Sou uma espécie de peq. colecionador de plantas árvores poderia me vender peq quant sementes?
desta comadre do azeite assim como fotos + nítidas
Obrigadopela audiência sr Ismael.
ResponderExcluirVou lhe passar o meu e-mail bem como do Evaldo Viana que é o homem da comadre doazeite.
Rabiscos do Antenor