sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Entra ano e sai ano o cenário não muda

Tráfego pesado provoca atoleiros na Transamazônica e BR-163 

VIONORTE 

O intenso tráfego de carretas bi trens com cargas de mais de 60 toneladas está causando estragos nas rodovias federais BR-230 (Transamazônica) e BR-163 (Santarém-Cuiabá), no trecho paraense destas estradas. Atoleiros quilométricos estão surgindo em diversos trechos sem pavimentação, causando transtornos para a população das cidades na margem das rodovias. Há risco de desabastecimento em algumas localidades. 

Na Transamazônica, o tráfego intenso de bitrens que transportam produtos para a hidrelétrica de Belo Monte, em Altamira, está deixando a estrada intrafegável. 
É que os trechos sem asfalto não suportam o tráfego tão pesado neste período de chuvas. O resultado é a formação de longos atoleiros. 

O trecho mais comprometido é próximo à cidade de Pacajá, sentido Altamira, onde nesta semana mais de 800 caminhões estavam enfileirados no atoleiro. 
A maioria deles seguia para Belo Monte. 

Na BR-163, entre Itaituba e Santarém, o maior problema são as carretas que transportam 60 toneladas de soja. A estrada, mesmo após uma manutenção, não suportam o peso e os atoleiros se formam. O pior trecho está próximo a Rurópolis, sentido Itaituba. 

Manutenção e obras 
As obras que estão sendo realizadas nas rodovias também causam transtornos. 
Na Transamazônica, próximo à cidade de Placas, uma empresa contratada pelo Dnit resolveu fazer as obras de instalação de bueiros no inverno. 
O resultado foi a formação de atoleiros nestes locais. A manutenção das estradas deixa a desejar. As empresas contratadas recebem as verbas e fazem obras muito mal executadas.

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