Nesse domingo esportivo tivemos duas derrotas de seleções brasileiras e que encaramos de dois modos esse sentimento da derrota:
Um absolutamente normal que foi a derrota do vôlei masculino diante da seleção da Rússia. Dois times de alto nível técnico e que a vitória poderia sair para qualquer uma das equipes. Afinal o Brasil buscava seu 10º título mundial o que convenhamos já nos mostra o alto grau dessa equipe. É vice campeã com muitos méritos e principalmente créditos.Já a equipe de futebol feminino foi uma decepção e de uma irritação a toda prova.
Tudo bem que no Brasil não é concedida qualquer atenção para que essa modalidade evolua através de campeonatos regionais e quem sabe brasileiros como o masculino e dessa forma alcançar uma equipe mais entrosada e mais preparada.
Porém, tendo no elenco a melhor jogadora do mundo e algumas já veteranas em disputas internacionais, torna-se inadmissível que um time consiga a façanha de tomar um gol nos acréscimos da prorrogação.
Até numa disputa de taça num torneio interno de uma fábrica entre solteiros e casados, sabe-se que não se pode levar um gol no final de jogo e ainda da maneira como levaram, e com agravante que jogavam na linha nove contra dez, ou seja, havia sempre uma brasileira livre já que uma americana havia sido expulsa devido ao pênalti cometido quando do gol de empate do Brasil ainda no tempo normal.
Uma jogadora experiente como a Marta deveria ser a primeira a pedir/mandar/executar que a bola ficasse rolando pé em pé passando o tempo ao invés de firulas no ataque como ocorreu na jogada que antecedeu ao gol de empate das americanas. E que levou para disputa de pênaltis. Uma derrota é sempre triste mas essa foi graças a incompetência e falta de comando. Não se toma um gol em cruzamento da linha média do campo até a area no minuto final do 2º tempo da prorrogação. Que fique de lição.

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