sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Bairro sem água

O bairro onde moro aqui em Santarém, Santíssimo, amanheceu mais um dia sem água. Já são seis dias pelo menos em casa. Nada difere a outros tantos bairros de Santarém que sofre com esses descasos, essa hipocrisia das autoridades, que nada resolvem. Pode vir PAC, PEC, PIC, pode vir o capeta que a situação não muda.

Discursos e mais discursos de gente mentirosa, oportunista que revolta qualquer um. A Prefeitura omissa, mais uma vez, nem toma conhecimento. Ela assinou um contrato (que ninguém nunca viu) com essa Concessionária chamada Cosanpa e qualquer reclamação tem que ser feita com eles. Como a Cosanpa não resolve, você ou fica sem água ou quem tem condições financeiras coloca um poço.

Depois os vereadores da cidade se candidatam a vôos mais altos e reclamam por não serem eleitos. Não conseguem resolver esse e outros problemas de uma cidade do interior de que maneira querem ser reconhecidos como capacitados a atuarem pelo estado ou mais longe ainda pelo Pais na Câmara Federal.Vão catar coquinho ...

Um comentário:

  1. Bernardo Andrade/MG11/10/10 17:07

    Antenor
    Sou de Minas Gerais e estive na sua terra no período do Sairé.
    Não posso deixar de enaltecer a beleza natural de Alter do Chão e algumas praias que fomos visitar através de lancha, que, aliás, foi o único passeio que entendo não tenha sido explorado.
    O resto meu amigo é de chorar.
    A própria praia de Alter que além de não estar servida de banheiros químicos ainda explora literalmente o turista cobrando meia banda de um peixe chamado tambaqui a R$ 50,00. Para quatro pessoas obriga-se a pedir uma banda inteira o que acaba custando R$ 100,00. O acompanhamento é da pior espécie possível: arroz frio, um vinagrete que tem mais vinagre que outra coisa, e uma salada rala com dois tomatinhos e duas folhas de alface lavadas na água do rio.
    Um hotel que não aceita cartão American Express e sem caixa eletrônico obriga a fazer com quem um dos parceiros vá até a cidade e pague R$ 150,00 de taxi ida e volta para ir ao Banco e traga dinheiro vivo para pagar o hotel.
    Na vila não tem nada para se fazer depois da 21,00 horas e com muitos hippies andando e dormindo na praça principal (aliás, suja e fedida de urina). Obriga a ficar no hotel gastando em bebida ou vendo televisão de canal aberto.
    Para quem já esteve em Parintins e viu a festa do Boi muita mais bem organizada e bonita e assiste o Sairé observa um repetição de som e batuques e o que diferencia que lá são bois e em Santarém é o boto seduzindo a índia. Na realidade um espetáculo pobre de evoluções.
    O que eram para ser 5 dias foram tão somente 2 ½ e mesmo assim de arrependimento. Com absoluta certeza serei um que farei que outros amigos e interessados viajem para outro lugar. Gastem seu dinheiro onde sejam bem recepcionados e não sejam tão explorados.
    Uma pena porque beleza natural vocês tem muitas.

    Bernardo Andrade – Minas Gerais

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