A Sociedade Esportiva Palmeiras deve começar hoje as obras de ampliação do estádio na Pompeia, zona oeste da cidade.
O plano é construir uma arena multiuso para 45 mil pessoas - hoje são 30 mil.
A própria Prefeitura reconhece, porém, que o barulho em dias de shows e jogos pode extrapolar o mostrado em testes feitos pelo Palmeiras no mês passado.
As medições foram aprovadas dia 29 pelo Conselho de Meio Ambiente, com ressalva
O alvará para ampliação foi levado ontem pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) ao Hospital Sírio-Libanês, onde o presidente licenciado do clube, Luiz Gonzaga Belluzzo, está internado. Segundo Kassab, a arena deve ser opção para a Copa 2014. "Com o novo estádio, São Paulo oferece duas opções sem ser para a abertura (a outra é o Morumbi) e uma para a abertura (o Corinthians)."
A aprovação do relatório da emissão de ruídos era o último impasse para as obras. O projeto aguardava liberação desde 2007. Em abril, o Palmeiras conseguiu a Certidão de Diretrizes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), conforme o Estado revelou com exclusividade.
Mas a intervenção parou após moradores entrarem com ação no Ministério Público.
O MP cobrou estudos sobre o impacto do barulho dos eventos na arena, segundo determina o Código de Obras. O Cades então exigiu os relatórios, produzidos pelo clube. No documento, o Palmeiras se comprometeu a controlar o barulho com "abafadores de som" de alta tecnologia.
Nota do Blog : Esse pelo menos está fora das previsões de construção para a Copa do Mundo usando dinheiro público. Sinceramente , eu faria pequenas mudanças no que já existe hoje sem grandes megalomanias de dirigentes. Localizado num bairro residencial faz com que uma série de acessos sejam bloqueados hoje em dias de jogos. Imaginem aumentando a capacidade e fazendo uma Arena multiuso. Certamente as ruas irão permanecer as mesmas e não há como tirar os moradores. Além disso, o futebol anda tão por baixo que colocar 40 mil pessoas em um jogo somente precisa ter muita bola no pé, o que não se observa nos dias de hoje .

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