domingo, 26 de junho de 2011

Quando o técnico é turrão

Sabemos que no futebol há todo tipo de técnico. Existe o falante, o calmo, o estudioso, o inventor, o que pensa que é professor, o filósofo, e o turrão.

Turrão ou teimoso é aquele que não muda seu sistema de jogo, não muda a maneira do jogar do time mesmo ele jogando mal, não muda a escalação ou então não escala um jogador.

Todos sabem que não sou são paulino, mas, existe algo nesse time que deixa qualquer um, mesmo não sendo seu torcedor, indignado.

Trata-se da postura do seu técnico Paulo César Carpegiani com relação ao jogador Rivaldo, campeão do mundo, que já foi o melhor do mundo e se encontra com 39 anos de idade mas, pertence ao elenco do São Paulo e sempre está no banco de reservas.

Se pela velocidade empregada pelo time titular ele não se encaixa para ser titular do time não há como se imaginar que ele não tenha espaço quando se observa o time sem vários titulares, com um monte de molecada e o time sem padrão e sem meio de campo
 
Ora, se o jogador não serve nem para jogar depois que 3 ou 4 titulares estão fora da equipe porque relacioná-lo para o banco e nem usá-lo. Melhor que isso, porque não o dispensa com os agradecimentos ao invés de dar esse tratamento para alguém que no mínimo merece respeito pela carreira de campeão e que ainda joga muito mais que muitos moleques que ele colocou hoje e o resultado foi mais do que catastrófico. 5x0 para os marginais sem número.

Vai ser teimoso lá longe, senhor técnico que alias é o outro que também faz parte dos professores Pardais que infestam o futebol brasileiro.

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