terça-feira, 28 de maio de 2013

Na época da 'chamada' ditadura...

Autor desconhecido - extraído do Facebook 


Podíamos namorar dentro do carro até a meia- noite sem perigo de sermos mortos por bandidos e traficantes. 
Mas, não podíamos falar mal do presidente. 

Podíamos ter o INSS como único plano de saúde sem morrer a míngua nos corredores dos hospitais. 
Mas, não podíamos falar mal do presidente. 

Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista. 
Mas, não podíamos falar mal do Presidente. 

Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a recepcionista sem correr o risco de sermos processados por assédio "sexual”. 
Mas, não podíamos falar mal do Presidente. 

Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por “discriminação” por isso. 
Mas, não podíamos falar mal do presidente. 

Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinquência, sendo preso por estar “alcoolizado”. 
Mas, não podíamos falar mal do Presidente. 

Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental.
Mas, não podíamos falar mal do presidente. 

Podíamos ir a qualquer bar ou boate, em qualquer bairro da cidade, de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados. 
Mas, não podíamos falar mal do presidente. 

Hoje a única coisa que podemos fazer... é falar mal do presidente! 
Que merda!

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