Antenor Pereira Giovannini (*)
Obrigado por tudo que o senhor nos apresentou.
Obrigado pela sua empáfia
Obrigado pela sua arrogância
Obrigado pela sua prepotência ao se julgar acima de todos
Obrigado pela sua falta de humildade
Obrigado pela sua falta de educação
Obrigado pela sua teimosia mais do que teimosa.
Obrigado por não ouvir ninguém a não ser o seu papagaio de pirata que é tão arrogante quanto o senhor
Obrigado pelo “ensinamento” ao nos mostrar que Copa não se ganha com concentração fechada.
Obrigado por nos deixar na metade do caminho exatamente por levar um time tal qual o futebol que o senhor jogava, ou seja, medíocre.
Obrigado por preservar Ganso, Neimar, Hernanes que certamente estarão na próxima Copa e lhe mostrarão o quanto o senhor é teimoso e omisso.
Obrigado por nos mostrar que, para ser técnico de futebol precisa ser, antes de tudo, técnico de futebol
Obrigado por perder e nos dar a certeza que futebol ainda deve ser jogado com alegria , com vontade e principalmente jogando para frente e não para os lados
Obrigado por perder e nos dar a certeza que futebol se ganha com o time que marca mais gols e com isso ataca e não apenas se defende com brucutus que não sabem a arte de armar jogadas.
Obrigado por perder e nos dar a certeza que nunca mais o veremos à frente de nossa seleção.
Obrigado por essa certeza que ainda poderemos ter esperança que futebol pode e deve ser jogado com arte .
(*) Aposentado, agora comerciante e morador em Santarem

Caro Antenor
ResponderExcluirIsso é o que você sente e, creio eu, o que a grande maioria dos brasileiros sentiu ontem ao ver um arremedo de time no segundo tempo, simplesmente amedrontado com o esboço de reação do adversário.
No fundo, contudo, o que me fica é a certeza de que, há muito tempo nós deixamos de ser diferenciados nesse esporte. Essa seleção até poderia sr um pouco diferente, mas não acredito que seria poderosa como já foi no passado. E há um outro aspecto que me ocorreu hoje, ouvindo a transmissão do jogo entre Uruguai e Gana.
O narrador Milton Leite comentou que nesta copa, o drible está mais ou menos em quadragésimo lugar entre os ítens de destaque. E complementou observando que a impressão é que ninguém quer se arriscar.
E, de repente, me ocorreu que deve ser exatamente isso.
Cada um está ali cuidando de seus próprios interesses, de sua carreira milionária, de seu futuro como astro internacional. Arriscar-se pode significar um tropeço, uma marca indesejável no perfil e, consequentemente, gerar prejuízos. Ousar para quê?
O tal português Cristiano Ronaldo e seu jeito de galã de novela não se arriscou em momento algum, apesar de ter sido considerado a grande esperança da sua seleção. Tentar e errar?
De forma alguma. É muito mais produtivo para seus interesses pessoais fazer o mínimo, o burocrático, o seguro.
E, depois do jogo da desclassificação, hove quem se lembrasse de Didi em 58 quando, depois de o Brasil tomar o primeiro gol da Suécia, colocou a bola debaixo do braço e caminhou até o centro do campo pausadamente dizendo: "vamos virar esse negócio". Só espero que o mestre Didi não tenha se ofendido com a tentativa de comparação. Até porque, não foi uma comparação. Foi só uma pequena demonstração de como as coisas mudaram.
Papai Noel
Você estava indignado mesmo, né?! rsrsrs... Em 2014 tem mais e aqui no Brasil!!!! Tomara que com um técnico mais acessível, não é mesmo?!
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