Universo Agro
Congresso Nacional ‘pisa na bola’ com produtores rurais ao deixar de votar medida importante para o setor.
Ironia do destino ou não, no país com uma das mais elevadas cargas tributárias, os cofres públicos desta vez estão de olho nos principais instrumentos de trabalho dos produtores: os equipamentos agrícolas. E um claro indicativo, vem do Congresso Nacional, que, infelizmente, não votou em tempo hábil a Medida Provisória (MP) 646/2014, que dispõe sobre as normas para circulação de máquinas agrícolas em vias públicas.
De acordo com a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul, Fetag, embora a MP não atendesse todos os pleitos do Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, MSTTR, ela melhorava a situação, pois minimizava os impactos das resoluções do Conselho Nacional de Transito, Contran.
“Compreendemos a dificuldade de votações no período eleitoral, mas vamos pagar pela ineficácia congressual”, observa Sérgio de Miranda, tesoureiro-geral da Fetag.
Miranda explica que ainda não se sabe o que vai acontecer, pois havia uma resolução (nº 447, de 25 de julho de 2013) dizendo que o registro de equipamentos agrícolas seria obrigatório a partir de 01 de janeiro de 2015.
Desta forma, se o Congresso tivesse votado e aprovado a MP, os equipamentos fabricados até agosto de 2014 estariam isentos, sendo obrigatório apenas o registro de equipamentos novos, embora a Fetag julgue que estes também deveriam ser isentos.
“Estamos negociando com Brasília para que este assunto seja incluído em alguma outra MP. Acreditamos que será possível, e vamos batalhar duro para isso”, destaca.
Para o produtor rural, a não votação da MP é um sinal de descaso do Congresso para com os agricultores. “É muito lamentável”, ressalta Miranda.
Por enquanto, a Fetag orienta os produtores para que não tomem medidas, apenas aguardem para ver se há possibilidade de reverter a situação.
“A Contag e as Federações traçarão uma estratégia de atuação para solucionar o problema, pois volta a vigorar as normas do Código Brasileiro de Trânsito e as resoluções do Contran”, alerta o dirigente.
Quanto ao valor do emplacamento, Miranda comenta que ainda não é possível estimar o valor que ficará, mas que o produtor poderá ter custos adicionais.
“Além do valor do registro obrigatório, o agricultor poderá ter gastos adicionais com a instalação de itens de segurança nos equipamentos”, destaca.

Ironia do destino ou não, no país com uma das mais elevadas cargas tributárias, os cofres públicos desta vez estão de olho nos principais instrumentos de trabalho dos produtores: os equipamentos agrícolas. E um claro indicativo, vem do Congresso Nacional, que, infelizmente, não votou em tempo hábil a Medida Provisória (MP) 646/2014, que dispõe sobre as normas para circulação de máquinas agrícolas em vias públicas.
De acordo com a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul, Fetag, embora a MP não atendesse todos os pleitos do Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, MSTTR, ela melhorava a situação, pois minimizava os impactos das resoluções do Conselho Nacional de Transito, Contran.
“Compreendemos a dificuldade de votações no período eleitoral, mas vamos pagar pela ineficácia congressual”, observa Sérgio de Miranda, tesoureiro-geral da Fetag.
Miranda explica que ainda não se sabe o que vai acontecer, pois havia uma resolução (nº 447, de 25 de julho de 2013) dizendo que o registro de equipamentos agrícolas seria obrigatório a partir de 01 de janeiro de 2015.
Desta forma, se o Congresso tivesse votado e aprovado a MP, os equipamentos fabricados até agosto de 2014 estariam isentos, sendo obrigatório apenas o registro de equipamentos novos, embora a Fetag julgue que estes também deveriam ser isentos.
“Estamos negociando com Brasília para que este assunto seja incluído em alguma outra MP. Acreditamos que será possível, e vamos batalhar duro para isso”, destaca.
Para o produtor rural, a não votação da MP é um sinal de descaso do Congresso para com os agricultores. “É muito lamentável”, ressalta Miranda.
Por enquanto, a Fetag orienta os produtores para que não tomem medidas, apenas aguardem para ver se há possibilidade de reverter a situação.
“A Contag e as Federações traçarão uma estratégia de atuação para solucionar o problema, pois volta a vigorar as normas do Código Brasileiro de Trânsito e as resoluções do Contran”, alerta o dirigente.
Quanto ao valor do emplacamento, Miranda comenta que ainda não é possível estimar o valor que ficará, mas que o produtor poderá ter custos adicionais.
“Além do valor do registro obrigatório, o agricultor poderá ter gastos adicionais com a instalação de itens de segurança nos equipamentos”, destaca.
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