O Governo Federal está provocando as populações da Amazônia a uma resistência mais enérgica, na questão das construções de hidrelétricas na região.
O presidente Lula tenta blefar até com o bispo do Xingu, quando há pouco afirmou com tranqüilidade que desconhecia certas informações tranqüilidade que desconhecia certas informações negativas sobre o plano hidrelétrico de Belo Monte.
O presidente Lula tenta blefar até com o bispo do Xingu, quando há pouco afirmou com tranqüilidade que desconhecia certas informações negativas sobre o plano hidrelétrico de Belo Monte.
Garantia ao bispo e seus assessores que não iria enfiar goela baixo a hidrelétrica se ele compreendesse o significado de sua inviabilidade.
Logo depois os subalternos do presidente anunciaram que o licenciamento da obra sairá no próximo mês de novembro. Isto é, o presidente, ou não sabe o que fala, ou está estava blefando ao povo do Xingu.
Agora 40 cientistas fizeram um exame sério sobre o relatório de impacto ambiental da obra e declaram que ele é incompleto e falso em várias partes.
Tudo isso que está acontecendo em Belo Monte, no rio Xingu poderá acontecer dentro de pouco tempo com o programa de construir cinco hidrelétricas no rio Tapajós.
Também aqui o plano do governo é construir a qualquer custo, com todos os impactos e prejuízos para o povo, o rio e toda a natureza.
O plano só não será executado, se as pessoas, organizações, igrejas, sindicatos, tomarem consciência de que a desgraça é grande e sem conserto depois de pronta.
Só com resistência de todas as comunidades banhadas pelo rio Tapajós, inclusive, Santarém se unirem, resistirem e enfrentarem os inimigos.
Logo mais às 09h:30min haverá uma sessão especial na câmara devereadores para um debate sobre o projeto das hidrelétricas no Rio Tapajós.
Estarão em debate pessoal do governo Federal e membros da sociedade civil que mostrarão as mentiras e os impactos perversos, caso as hidrelétricas venham a ser construídas.
Quem for lá,compreenderá as coisas.
Padre Edilberto Sena - Diretor da Rádio Rural de Santarém

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