quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O ápice da idiotice

Mais uma obra de Monteiro Lobato é alvo de denúncia por racismo 

UOL 

livro+negrinha+monteiro+lobato+isbn+8511180389+novo+sao+paulo+sp+brasil__4325F5_1.jpg (440×330)Depois de “Caçadas de Pedrinho”, outra obra do escritor Monteiro Lobato é alvo de denúncia. O livro de contos “Negrinha”, adquirido pelo MEC (Ministério da Educação) por meio do Programa Nacional Biblioteca na Escola, também foi considerado racista e sexista pelos mesmos autores da ação contra "Caçadas de Pedrinho", que pedem agora que a CGU (Controladoria Geral da União) investigue a aquisição da obra. 

A ação administrativa foi protocolada nesta terça-feira (25) e é assinada por Antonio Gomes da Costa Neto e Elzimar Maria Domingues, mestres em educação, e por Humberto Adami, advogado do Iara (Instituto de Advocacia Racial e Ambiental). 

A ação administrativa foi protocolada nesta terça-feira (25) e é assinada por Antonio Gomes da Costa Neto e Elzimar Maria Domingues, mestres em educação, e por Humberto Adami, advogado do Iara (Instituto de Advocacia Racial e Ambiental).

Nota do Blog: Eu e muitos colegas de classe quando estudei no primário também devemos sofrer sanções por sermos considerados racistas,  haja vista,  que todos lemos "Negrinha" como trabalho de aula ... Vão se catar e procurar o que fazer ... Quantas e quantas obras literárias esses cidadãos irão implicar porque certamente há alguma expressão que para os dias de hoje possa ser considerada racista, ofensiva ou coisa que o valha. Vão andar nas ruas, nos trens, nos ônibus e verificar o que realmente significa racismo onde milhares de pessoas sofrem esse tipo de preconceito, do que ficarem catando pelo em ovo... sde a obra foi adquirida de maneira ilícita é uma coisa, agora implicar com a obra de Monteiro Lobato é dose cavalar ...

Resposta

Ferreira Gullar tem 82 anos. 
É raro haver quem não o considere o maior poeta vivo da língua portuguesa e um dos grandes da literatura contemporânea. 
o-escritor-ferreira-gullar-durante-a-flip-07082010-1281216961239_615x300.jpg (615×300)Já foi militante de esquerda, filiado ao Partido Comunista Brasileiro, mas se rendeu à realidade. Concedeu uma entrevista de impressionante lucidez a Pedro Dias Leite, nas Páginas Amarelas de VEJA. Uma de suas respostas:

V- "O senhor já disse que “se bacharelou em subversão” em Moscou e escreveu um poema em que a moça era “quase tão bonita quanto a revolução cubana”. Como se deu sua desilusão com a utopia comunista?" 

FG - "Não houve nenhum fato determinado. Nenhuma decepção específica. Foi uma questão de reflexão, de experiência de vida, de as coisas irem acontecendo, não só comigo, mas no contexto internacional. É fato que as coisas mudaram. O socialismo fracassou. Quando o Muro de Berlim caiu, minha visão já era bastante crítica. A derrocada do socialismo não se deu ao cabo de alguma grande guerra. O fracasso do sistema foi interno. Voltei a Moscou há alguns anos. O túmulo do Lênin está ali na Praça Vermelha, mas, pelo resto da cidade, só se veem anúncios da Coca-Cola. Não tenho dúvida nenhuma de que o socialismo acabou, só alguns malucos insistem no contrário. Se o socialismo entrou em colapso quando ainda tinha a União Soviética como segunda força econômica e militar do mundo, não vai ser agora que esse sistema vai vencer."

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Apresentando Lulanóquio ... Líder dos IRACUNDOS

lula-pinoquio.jpg (419×360)
Pinólula ou Lulanóquio - venceu a segunda com ampla margem de votos 

25 de Setembro dia do Rádio

Google 

radioantigo.jpg (423×327)Segundo alguns autores, a tecnologia de transmissão de som por ondas de rádio foi desenvolvida pelo italiano Guglielmo Marconi, no fim do século XIX, mas a Suprema Corte Americana concedeu a Nikola Tesla o mérito da criação do rádio, tendo em vista que Marconi usara 19 patentes de Tesla em seu projeto. 

Na mesma época em 1893, no Brasil, o padre Roberto Landell de Moura também buscava resultados semelhantes, em experiências feitas em Porto Alegre, no bairro Medianeira, onde ficava sua paróquia. 
Ele fez as primeiras transmissões de rádio no mundo, entre a Medianeira e o morro Santa Teresa. 

As primeiras radioemissões 
O início da história do rádio foi marcado pelas transmissões radiofônicas, sendo a transcepção utilizada quase na mesma época. 
Consideram alguns que a primeira transmissão radiofônica do mundo foi realizada em 1906, nos EUA por Lee de Forest experimentalmente para testar a válvula tríodo. 

No Brasil, a primeira transmissão foi realizada no centenário da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1922, em que o presidente Epitácio Pessoa, acompanhado pelos reis da Bélgica, Alberto I e Isabel, abriu a Exposição do Centenário no Rio de Janeiro. 

O discurso de abertura de Epitácio Pessoa foi transmitido para receptores instalados em Niterói, Petrópolis e São Paulo, através de uma antena instalada no Corcovado. 
No mesmo dia, à noite, a ópera O Guarani, de Carlos Gomes, foi transmitida do Teatro Municipal para alto-falantes instalados na exposição, assombrando a população ali presente. 

Era o começo da primeira estação de rádio do Brasil: a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. Fundada por Edgar Roquette-Pinto, a emissora foi doada ao governo em 1936 e existe até hoje, mas com o nome de Rádio MEC. Nasceu assim o dia do rádio.

Mulher associa câncer de mama à morte

Jornal da Tarde/SP 

cancer+de+mama+simbolo.jpg (1050×885)Embora a chance de cura do câncer de mama chegue a 95% caso a detecção da doença seja precoce, uma parcela das mulheres brasileiras ainda vê o tumor como incurável. Para 20% das mulheres, o diagnóstico da neoplasia é praticamente uma sentença de morte. 

Essa é uma das conclusões de um levantamento inédito feito a pedido do Instituto Avon pelo Data Popular, que colheu as percepções sobre a doença de 1.752 pessoas de 50 cidades das cinco regiões do País. 

Foram entrevistadas mil mulheres saudáveis, 240 mulheres que têm ou tiveram câncer de mama, 400 homens, além de médicos, gestores de saúde e profissionais de ONGs ligadas ao tema. 
A amostra tem pessoas de todas as classes sociais. Palavras como medo, pavor, morte e desespero são as primeiras que vêm à mente da brasileira quando a doença é mencionada. 

O pior de tudo é que o medo surge como um obstáculo que afasta as mulheres do único exame que poderia garantir o diagnóstico precoce e um tratamento bem-sucedido: metade das mulheres afirma que é o medo de descobrir a doença que faz com que muitas evitem fazer a mamografia. 

Para a mastologista Maira Caleffi, presidente da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), inconscientemente, a mulher ainda associa o câncer à tragédia. 
“Quando ela começar a se dar conta de que há muitas pessoas curadas, o medo vai diminuir.” 

A pesquisa confirma a visão trágica: 60% das mulheres e 56% dos homens apontam o câncer como a pior doença que se pode ter, à frente de enfarte, derrame, depressão e aids. 
Os motivos mencionados por mulheres e homens são os mesmos – a doença mataria rápido, não teria cura e causaria muita dor. 

O médico Max Mano, chefe do Grupo de Câncer de Mama do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), diz que essa reação ao câncer é generalizada. 
“Essa palavra causa um pânico em todas as classes sociais e níveis culturais.” 

Outro aspecto destacado pelo estudo é que, entre as mulheres que têm ou tiveram câncer de mama, 54% acreditam que sentimentos como tristeza, depressão e mágoa podem ter contribuído para o aparecimento da doença, apesar de nenhuma evidência científica provar essa ideia. 

“Uma queda brutal, e por longos períodos de tempo, da imunidade pode contribuir para que um câncer preexistente se estabeleça. Mas não que isso seja a causa do câncer”, diz Maira. 

Segundo a médica Rita Dardes, diretora médica do Instituto Avon, o aspecto psicológico do câncer indica que a doença deve ser tratada não apenas pelo mastologista, mas sim por uma equipe multidisciplinar envolvendo outras especialidades, como psicólogos e fisioterapeutas. 

“A mulher tem de ser tratada como um todo.” 
Mais um motivo que pode levar as mulheres a não se submeterem à mamografia, de acordo com o levantamento, é a crença de que são imunes ao câncer. 

Entre as mulheres ouvidas, 31% delas declararam que não poderiam vir a ter a doença, já que nenhum parente a desenvolveu. 
Na realidade, apenas de 5% a 10% dos casos estão relacionados à hereditariedade. 

A pesquisa deve orientar a ação de ONGs, de acordo com Maira. 
“O estudo é relevante para desenhar estratégias de atuação de uma organização como a Femama, que procura identificar os gargalos que fazem com que pacientes continuem morrendo de câncer de mama”, analisa.

Adeus, Lula

Marco Antonio Villa para O Globo 

47b6f9adde6a9ba0125134c7fd19a7d4MarcoAntonioVilla.jpg (300×220)A presença constante no noticiário de Luís Inácio Lula da Silva impõe a discussão sobre o papel que deveriam desempenhar os ex-presidentes. A democracia brasileira é muito jovem. Ainda não sabemos o que fazer institucionalmente com um ex-presidente. 

Dos quatros que estão vivos, somente um não tem participação política mais ativa. 
O ideal seria que após o mandato cada um fosse cuidar do seu legado. Também poderia fazer parte do Conselho da República, que foi criado pela Constituição de 1988, mas que foi abandonado pelos governos — e, por estranho que pareça, sem que ninguém reclamasse. 

Exercer tão alto cargo é o ápice da carreira de qualquer brasileiro. Continuar na arena política diminui a sua importância histórica — mesmo sabendo que alguns têm estatura bem diminuta, como José Ribamar da Costa, vulgo José Sarney, ou Fernando Collor. 

No caso de Lula, o que chama a atenção é que ele não deseja simplesmente estar participando da política, o que já seria ruim. Não. Ele quer ser o dirigente máximo, uma espécie de guia genial dos povos do século XXI. É um misto de Moisés e Stalin, sem que tenhamos nenhum Mar Vermelho para atravessar e muito menos vivamos sob um regime totalitário. 

As reuniões nestes quase dois anos com a presidente Dilma Rousseff são, no mínimo, constrangedoras. Lula fez questão de publicizar ao máximo todos os encontros. É um claro sinal de interferência. 
E Dilma? Aceita passivamente o jugo do seu criador. Os últimos acontecimentos envolvendo as eleições municipais e o julgamento do mensalão reforçam a tese de que o PT criou a presidência dupla: um, fica no Palácio do Planalto para despachar o expediente e cuidar da máquina administrativa, funções que Dilma já desempenhava quando era responsável pela Casa Civil; outro, permanece em São Bernardo do Campo, onde passa os dias dedicado ao que gosta, às articulações políticas, e agindo como se ainda estivesse no pleno gozo do cargo de presidente da República. 

A evolução de um rosto em 3 minutos


queenelizabethii.jpg (417×521)
Não deixe de ver! 
Um espetáculo de tecnologia - certamente coisas de engenheiros. 
A evolução da vida em 3 minutos 
Um único sorriso, durante quase 100 anos, 
Sempre o mesmo sorriso. 
Assistam a evolução do rosto da Rainha Elizabeth desde bebê, até os dias de hoje. 



http://www.youtube.com/watch?v=E8nJhG1xE5o&feature=em-share_video_user

Aula de Direito

Uma manhã, quando nosso novo professor de "Introdução ao Direito" entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila: 
- Como te chamas? 
- Chamo-me Juan, senhor. 
- Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais! - gritou o desagradável professor. Juan estava desconcertado. 
Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala. 
Todos estávamos assustados e indignados, porém ninguém falou nada. 
- Agora sim! - e perguntou o professor - para que servem as leis?... 
Seguíamos assustados porém pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta: 
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade. 
- Não! - respondia o professor. 
- Para cumpri-las. 
- Não! 
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos. 
- Não!! - Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?! 
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota. 
- Até que enfim! É isso... para que haja justiça. E agora, para que serve a justiça? 
Todos começávamos a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. 
Porém, seguíamos respondendo: 
- Para salvaguardar os direitos humanos... 
- Bem, que mais? - perguntava o professor. 
- Para diferençar o certo do errado... Para premiar a quem faz o bem... 
- Ok, não está mal porém... respondam a esta pergunta: agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?... 
Todos ficamos calados, ninguém respondia. 
- Quero uma resposta decidida e unânime! 
- Não!! - respondemos todos a uma só voz. 
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça? 
- Sim!!! 
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para pratica-las? - Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais! 
- Vá buscar o Juan - disse, olhando-me fixamente. 

 Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito. 

Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade, e a dignidade não se negocia.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Enquanto isso, no médico ....

129_2445-alt-amarildo2.jpg (500×356)
Blog do Noblat para O Globo - Charge Amarildo 

Para que criar se podemos roubar !!!!!

COB, mensalão e a credibilidade do esporte brasileiro 

José Cruz 

É possível que o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, se manifeste nesta segunda-feira sobre o escândalo do Comitê Organizador Jogos Rio 2016. 
jcruz2[1].jpg (305×400)Em caso positivo, estará 96 horas atrasado, desde que a notícia se tornou pública, na quinta-feira, pelo blog de Juca Kfouri. 

Episódio de repercussão internacional, envolvendo nosso principal representante olímpico, a reação do governo deveria ser imediata questionando o COB? “Qual a explicação para esse vexame”? 

Reações 
Conversando com uma autoridade do governo federal, soube que a presidente Dilma está “de saco cheio” e com “um pé atrás” com o presidente do COB e do Comitê Rio 2016, Carlos Nuzman. 

É possível, sim. 
Quando lançou o programa Medalhas Rio 2016, Carlos Nuzman chegou sozinho ao Palácio do Planalto, pegou o elevador e foi para o segundo andar, local da solenidade. E lá permaneceu com atletas e convidados, até cinco minutos antes de a presidente chegar ao ambiente festivo. Só então Nuzman foi chamado ao gabinete e Dilma, de onde desceu também acompanhado pelo ministro Aldo Rebelo. 

Nos tempos de Lula, Nuzman entrava pela garagem do Palácio do Planalto, geralmente com o então ministro Orlando Silva, indo direto para o gabinete presidencial. As relações são outras. 

Mais dois episódios ajudam a entender a insatisfação de Dilma: Nuzman, há 17 anos presidindo o COB, também assumiu o Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016. 
Nessa condição, desapareceu de duas solenidades, inclusive com a presença de representantes do governo brasileiro, como uma coletiva para a imprensa estrangeira, sobre os preparativos do Rio de Janeiro para 2016. Mas ele não é o presidente do Comitê Organizador dos Jogos? E não compareceu à coletiva? 

É possível que naquela ocasião Nuzman já estivesse abalado pelo puxão de orelhas que recebeu de Sebastian Coe, presidente do Comitê Organizador dos Jogos de Londres, sobre a surrupiada de documentos dos arquivos olímpicos. 

Esporte e política 
Enfim, a rodada de futebol deste fim de semana pode ajudar a esfriar o assunto, mas a demissão de 10 funcionários não esclarece o episódio em toda sua abrangência. 

Certo é que repetem-se no esporte olímpico as dúvidas do Mensalão, em julgamento no Supremo Tribunal Federal: afinal, o chefe sabia que estavam copiando documentos de computadores alheios? 

Assim como Lula. que jura não saber nada sobre o mensalão, articulado por assessores de seu partido, é possível que Nuzman também não soubesse que seus funcionários estavam agindo fora da ética e abusando do “espírito olímpico” … Mas quem garante isso? 

Resultado: a credibilidade da gestão esportiva brasileira está internacionalmente abalada e comprometida.

(*) Jornalista e que cobre as áreas de política, economia e legislação do esporte. Participou da cobertura de eventos esportivos internacionais nos últimos 20 anos..

Verba para universidade pode ficar parada ... já para futebol não ...

Verba de R$ 1 bilhão para universidades fica sem uso 

Folha de São Paulo 

403145_337326946312703_298280080217390_1072679_340395886_n.jpg (410×265)Uma verba de R$ 1 bilhão destinada ao financiamento de melhorias das universidades do país a juros mais acessíveis está parada, sem uso, desde abril do ano passado. 
O dinheiro faz parte de um programa do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) desenvolvido em parceria com o Ministério da Educação. 

Ele pode ser usado para financiar de obras e compra de equipamentos e de softwares a gastos com capacitação e treinamento para gestão. 
O problema, segundo as universidades, é que o acesso ao dinheiro disponibilizado pelo IES (Programa de Melhoria do Ensino das Instituições de Educação Superior) possui uma lista de requisitos extensa, o que dificulta o pedido de empréstimo. 

Entre as exigências estão a adesão a programas para o ensino superior, como o Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) e o Prouni (Programa Universidade para Todos). A instituição também tem que ter boa avaliação do MEC. 

OBSTÁCULOS 
"Esses obstáculos impedem as instituições de acessarem o recurso. E as mais punidas são as que mais precisam", disse o diretor-executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior, Sólon Caldas. 


"Se o objetivo é financiar a melhoria do ensino, isso não está sendo alcançado." ;.;.;.; Segundo Caldas, como alternativa, as instituições de ensino superior têm recorrido aos bancos comerciais, que têm juros maiores. 

O pró-reitor do Centro Universitário de Votuporanga (a 521 km de São Paulo), Marcelo Casali Casseb, afirmou que para os investimentos têm priorizado financiamentos do BNDES não vinculados ao MEC. "Estes [do MEC] são extremamente burocráticos." 

Já o problema apontado pela Universidade Estácio é outro. Com ações negociadas na Bolsa de Valores, a empresa tem, atualmente, a maioria do capital estrangeiro. "Por isso, não podemos acessar o BNDES", disse o diretor-financeiro, Virgílio Gibbon. ;.;.;.; Segundo ele, o recurso do BNDES poderia ser usado para ampliar a distribuição de tablets para todos os alunos. 

SEGUNDA VERSÃO 
Esta é a segunda versão do IES. A primeira vigorou de 1997 a 2007 e contratou R$ 525,7 milhões dos R$ 900 milhões disponíveis. De acordo com relatório do BNDES, 48 instituições conseguiram ter acesso ao financiamento. 

No período, o número de matrículas presenciais nas universidades aumentou 163% e o total de instituições privadas subiu 195%, segundo o mesmo relatório. 

OUTRO LADO 
Devido ao fracasso do IES, o BNDES alterou a forma de concessão de financiamento do programa na expectativa de, a partir de agora, obter uma maior demanda das instituições de ensino superior. 

Segundo a direção do banco, as universidades podem acessar o financiamento de forma automática, que permite liberação inferior a R$ 20 milhões. Antes, o IES só permitia apoio não automático, acima de R$ 20 milhões. 
O banco disse, ainda, que não "é de surpreender que a demanda tenha sido baixa considerando que a maior parte das instituições de ensino superior é de pequeno e médio porte" no Brasil. 

O BNDES reconheceu o excesso de requisitos ao pontuar que existem outras linhas de financiamento com taxas equivalentes, como as direcionadas a micro, pequenas e médias empresas. 
O banco informou ainda que não comentaria a regra que impede o crédito às instituições de ensino com a maioria do capital controlada por estrangeiros por ser uma decisão do governo.

Empresa terá de pagar por tempo de troca de uniforme

Jornal da Tarde/SP 

BRF.png (307×230)A Brasil Foods (BRF), maior produtora de carne de aves e suínos do País, foi condenada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região a pagar R$ 64,4 milhões aos cerca de 8 mil funcionários da unidade fabril de Rio Verde (GO). 
Motivo: os operários não recebiam pelo tempo que gastavam trocando de roupa, colocando o uniforme da empresa, se higienizando para trabalhar e indo do vestiário até o local para registrar o ponto. 

“A conduta, além de afetar os direitos de cada trabalhador lesado, atenta contra a própria ordem social, uma vez que sonega sistematicamente um direito básico, que é a remuneração proporcional ao trabalho prestado”, declarou na sentença o juiz Ari Pedro Lorenzetti, da 2ª Vara do Trabalho de Rio Verde. 

Para o presidente da comissão de Direito Trabalhista da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB-SP), Eli Alves da Silva, “a partir do momento em que o empregado está à disposição do empregador, o tempo já é considerado tempo de serviço”. 

“É evidente que, se a empresa reivindica o uso de uniforme, o tempo que o funcionário gasta trocando roupa é considerado hora extra”, afirma o especialista. 

Procurada pela reportagem do Jornal da Tarde, a BRF não respondeu até o fechamento desta edição. A empresa está recorrendo da sentença. 

Em abril deste ano, a companhia foi condenada a pagar R$ 5 milhões por danos morais coletivos aos empregados da mesma unidade fabril, e foi obrigada a conceder intervalos a quem trabalha em ambientes com temperatura inferior a 12°C. 

É ou não é um País do toma lá .... dá cá ????

Deputado explora em campanha obras contra a seca liberadas pelo pai ministro 

Estadão 
0f17624bcf1185fb5ba437e891ab6c72360.jpg (320×216)

Castigado pela pior seca dos últimos 30 anos, o sertão de Pernambuco vive em pleno 2012 a reedição de um clássico enredo eleitoral do Nordeste. Para eleger o deputado federal Fernando Coelho Filho (PSB) prefeito de Petrolina, o grupo político liderado pelo ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB), pai do candidato, usa água para angariar votos. Em campanha, o candidato explora amplamente obras para levar adutoras e reservatórios à vasta caatinga do município, executadas pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) a partir de emendas que ele próprio apresentou e a pasta comandada pelo pai, responsável pela estatal, liberou. 

O projeto da família inclui a ascensão de Fernando Filho à prefeitura num primeiro passo e, em 2014, a candidatura do ministro Bezerra ao governo pernambucano. 

Na Superintendência da Codevasf em Petrolina, responsável por todo o Estado, nada menos que 95% dos pagamentos gerados a partir de emendas em 2011 (R$ 3,3 milhões) foram para projetos apadrinhados pelo deputado. Em 2012, o porcentual alcança 70% do total (R$ 6,2 milhões). Os dados constam de relatório da própria companhia, obtido pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação. 

A verba bancou a manutenção e a ampliação dos canos que levam água às plantações da cidade, grande produtora de frutas, e às casas dos sertanejos, além de barragens e barreiros para o armazenamento da chuva. Também garantiu a recuperação de vias e a entrega de motores e máquinas agrícolas em eventos promovidos pela Codevasf, que badalaram o deputado na pré-campanha. Indicado pelo parlamentar, o superintendente da estatal em Petrolina, Luiz Manoel de Santana, chegou a levar, em junho, não só Fernando Filho, mas seu vice, Gennedy Patriota (PTB), para a distribuição de motoensiladeiras (máquinas para uso na agropecuária) em comunidades rurais. 

O sucesso de Fernando Filho na liberação de dinheiro sob a gestão do pai é um dos principais trunfos do programa eleitoral. Graças a ele, segundo o locutor da TV, a água chega ao "homem do Sequeiro", como é chamada a extensa região ainda não alcançada por canais de irrigação. 

"Junto ao Ministério da Integração, garantimos os recursos para a construção das barragens de Boa Sorte e Barreiros, que vão garantir a água. E, em Cruz de Salinas, com emenda nossa, foram investidos R$ 83 mil para limpeza e recuperação das barragens", diz o parlamentar na TV, elogiando a gestão do pai. "Petrolina se orgulha de ter um ministro filho da terra, que traz para cá os recursos necessários para o seu desenvolvimento. Os projetos irrigados nunca receberam tantos recursos. O Nilo Coelho (um desses projetos, que leva o nome do ex-senador tio de Bezerra) tinha um investimento anual inferior a R$ 6 milhões. Em dois anos de Fernando Bezerra na Integração Nacional, os investimentos já passam de R$ 65 milhões", diz o deputado na televisão. 

O deputado também explora na campanha a pavimentação das vias, iniciada no período eleitoral e prevista para acabar dias antes do pleito. Segundo moradores da área, tratores contratados pela Codevasf chegaram ao mesmo tempo em que a tropa de campanha fincou bandeiras azuis do candidato em toda a área. A fina camada de piche recobre ruas sem rede de drenagem ou esgoto, cujos terrenos, não raro, são cortados por uma língua preta, de água suja. 

O Ministério Público diz que a Lei Eleitoral não veda a prática, por se tratar de atendimento emergencial, mas critica a ênfase na ação. "Se sabem que há seca, por que não fizeram antes? Isso não ocorre só de quatro em quatro anos", diz a promotora de Justiça em Petrolina Ana Cláudia Carvalho.

Nota do Blog: É podre, é sórdido, é esgoto puro. Vendem a mãe ao diabo para se elegerem e nesse caso, em cima da desgraça alheia. Políticos, um povo que fede não à falta de d'água e sim à falta de caráter. Em todo lugar para se elegerem o vale-tudo para elegerem predomina num País que é puro toma lá me dá cá ..... 

Empreendedorismo precoce

Dono da Cacau Show começou vendendo chocolates em Fusca 

UOL 

01942_31796p3.jpg (300×272)Foi em um Fusca branco 78 que o empresário Alexandre Tadeu da Costa, 41, começou sua trajetória de sucesso. Em 1988, então com 18 anos, ele colocava trufas e bombons de chocolate no banco de trás do carro e os vendia em padarias e supermercados da Zona Oeste de São Paulo (SP). Era o início da Cacau Show, rede de chocolates artesanais com 1.160 lojas em todo o país. 

Costa já era um empreendedor antes mesmo de atingir a maioridade. Um ano antes, ele decidiu reativar a venda de chocolates dos pais, que além dos doces vendiam lingeries e artigos domésticos. Com a lista de contatos que os pais já tinham, conseguiu um pedido de 2.000 ovos de Páscoa de 50g. 

O problema surgiu quando o fornecedor disse que não fabricava ovos de chocolate de 50g. O jovem saiu em busca de ajuda em lojas de atacado até encontrar Cleusa Trentin, a Dona Cleusa. Ela fazia ovos de Páscoa caseiros e aceitou ajudar o rapaz. “Ela me viu desesperado e pediu para eu comprar os materiais”, diz o empresário. 

Na cozinha de 12 m2 da Dona Cleusa, os dois trabalharam por 18 horas diárias, durante três dias, para dar conta do pedido. No final, o lucro obtido foi de US$ 500. Ao perceber que o mercado de chocolates artesanais era pouco explorado, o empreendedor utilizou o dinheiro para abrir oficialmente a empresa. 

Da cozinha de 12 m2, a sede da Cacau Show foi para uma sala do mesmo tamanho na empresa dos pais do empresário. Eles criaram um catálogo de vendas para encomendas – a exemplo do que algumas marcas de cosméticos e perfumes – e a empresa cresceu. Funcionários foram contratados e Costa fez seu primeiro curso de chocolates na Bélgica, em 1996. 

“A Bélgica é a ‘terra dos chocolates artesanais’, mais até do que a Suíça. Lá estão os melhores chocolates do mundo”, afirma. No total, Costa concluiu três cursos no país europeu. 

O crescimento da marca obrigou a mudança de endereço da matriz. Em 2006, foi inaugurada a fábrica de Itapevi (a 40 km da capital paulista). A área total é de 70 mil m2. Além desta, existem outras quatro fábricas em funcionamento: Campos do Jordão (SP), Curitiba (PR), São Paulo (a primeira sede) e uma segunda em Itapevi, que juntas produzem mais de 12 mil toneladas de chocolate por ano. Primeira loja nasce por falta de espaço para estoque A primeira loja da Cacau Show só foi inaugurada em 2001, em Piracicaba (a 160 km de São Paulo). Na Páscoa daquele ano, um distribuidor local comprou chocolates em excesso e não tinha espaço para estocar os produtos no apartamento. A solução foi criar um depósito com uma loja na frente. 

“Foi um grande passo. Já tínhamos sucesso na venda porta a porta, mas, por ser um alimento, muitas pessoas não queriam esperar até quatro dias para o produto chegar. Elas preferem ir até a loja e comprar”, declara o empreendedor. Pouco depois, a empresa entrou para o franchising e expandiu de vez. Em 2011, o faturamento da rede foi de R$ 1,2 bilhão. 

Pouca idade gerou desconfiança A maior dificuldade enfrentada por Costa no início foi, por conta da pouca idade, transmitir credibilidade para bancos, fornecedores e clientes. Porém, ele diz que a persistência o ajudou a mudar o cenário. “Tinha tanta força de vontade que acabava conquistando os outros com o brilho dos olhos.” 

O criador da Cacau Show afirma que o principal para um empreendedor é tentar sempre, ter inciativa e não temer o erro. “Na vida há dois caminhos: ou você vai ser a vítima e reclamar de tudo, ou vai ser o protagonista e encarar os desafios.”

sábado, 22 de setembro de 2012

Bolinho de Camarão com Queijo

512696be9c3564a34ca7a28e70f824b9c5570_bolinho.jpg (400×254)


Ingredientes: 
3 xícaras de chá de arroz branco cozido 
1 ovo 
4 colheres de sopa de farinha de trigo 
1/2 xícara de chá de leite 
1 embalagem de cream cheese 
2 xícaras de chá de camarão cozido cortado em cubos 
sal e pimenta a gosto 
2 xícaras de chá de farinha de milho 
3 xícaras de chá de óleo de soja 

Preparação: 
Numa vasilha, junte o arroz, o ovo, a farinha de trigo, o leite, o cream cheese, os camarões, o sal e a pimenta. 
Misture bem e leve à geladeira por 10 minutos. 
Com uma colher, modele pequenas bolinhas e empane na farinha de milho. 
Em uma panela funda, aqueça o óleo em fogo médio e frite os bolinhos por 3 minutos ou até ficarem dourados. 
Sirva em seguida.

Um insulto à Getúlio Vargas

Comparar Getúlio Vargas a Lula é um insulto à memória do presidente suicida 

Augusto Nunes (*) 

thumb115x165__200909040126460.augusto nunes.JPG (115×165)A nota oficial encomendada por Lula, redigida por Rui Falcão e subscrita por seis presidentes de partidos governistas comunica à nação, entre uma falsidade e uma safadeza, que está em curso uma trama política semelhante à que resultou no suicídio de Getúlio Vargas. Conversa fiada, resumiu o comentário de 1 minuto para o site de VEJA. Só um ajuntamento de palermas, oportunistas e casos de polícia conseguiria vislumbrar conspiradores em ação nos três partidos oposicionistas mais dóceis da história. 

Só um bando de cretinos fundamentais ousaria confundir Aécio Neves com Carlos Lacerda, Geraldo Alckmin com Afonso Arinos, ou tucanos em sossego no poleiro com militares sublevados nos quartéis. E até sócios remidos do clube dos cafajestes se recusariam a comparar Luiz Inácio Lula da Silva a Getúlio Dornelles Vargas. Coerentes com a folha corrida de cada um, os signatários do besteirol espancaram sem clemência, e sem vestígios de rubor na face, a memória do mítico gaúcho. 

“Querem fazer comigo o que fizeram com Getúlio Vargas”, recitou o palanque ambulante, de novo, em agosto de 2011. “Assim foi em 1954, quando inventaram um ‘mar de lama’ para derrubar o presidente Vargas”, reincidiram nesta quinta-feira seis carrascos da verdade. Alguém precisa contar-lhes aos gritos que foi o próprio Getúlio quem usou pela primeira vez a expressão “mar de lama”. Alguém precisa ordenar-lhes aos berros que parem de estuprar os fatos para fabricar mentiras eleitoreiras. 

Na versão malandra do PT e seus parceiros alugados, a procissão de escândalos que afronta os brasileiros honestos desde a descoberta do mensalão não passa de invencionice dos netos da UDN golpista, que se valem de estandartes moralistas para impedir que outro pai dos pobres se mantenha no poder. Se a oposição não sofresse de afasia medrosa, a confraria dos 171 já teria aprendido que não há qualquer parentesco entre os dois Brasis. E não se atreveria a inventar semelhanças entre figuras antagônicas. 

Maracujá orgânico de sabor pantaneiro

Globo Rural 

0,,69779839,00.jpg (650×400)Uma experiência inédita e bem-sucedida e que ajuda a fixar famílias centenárias no campo lhes propiciando renda, conservando o meio ambiente e dando foco no mercado está sendo desenvolvida, desde 2010, no Pantanal de Mato Grosso do Sul, nas regiões de Rio Negro, Terenos, Bonito e ao redor da capital, Campo Grande. 
Lá, pequenos produtores e assentados plantam maracujá orgânico, que é entregue à Bio Fruta para processamento. 
Toda a produção de polpa da fruta é vendida à Native, de Sertãozinho (SP), uma das grandes empresas do setor de alimentos orgânicos. 

Já são 32 as propriedades pantaneiras que aderiram. 
A previsão é entregar 25 toneladas de frutas neste ano. “A caixa de maracujá valia R$ 12 na Ceasa de Campo Grande e caiu a R$ 10. 
Nós pagamos R$ 20 por ela e faz muito tempo”, afirma Leonardo Barros, que fundou a empresa Bio Frutas, que também é responsável pelo financiamento da produção do maracujá. Atualmente, 68 famílias participam desse negócio. 

E, Fernando Gabeira escreveu isso em 2005 .....

Flores, flores para los muertos 

Fernando Gabeira (*)

fernando-gabeira.jpg (1339×2000)Sempre que os fatos ganham velocidade, costumo comprar um bloco de notas. Anoto frases, idéias, intuições e deixo que se decantem com o tempo. Volto a elas, depois, para rejeitá-las ou desenvolvê-las. 

A primeira frase que me veio à cabeça foi a da vendedora de flores que encerra um filme. O pequeno bloco também tem idéias. 

Por exemplo: comparar a ditadura com o governo Lula. 
Uma neutralizou o Congresso pelo medo; o outro, pelo pagamento de mesada. 

Ditadura e governo Lula compartilham o mesmo desprezo pela democracia, ambos violentaram a democracia reduzindo o Parlamento a uma ruína moral. 
Os militares prepararam sua saída de forma organizada. Nem muito devagar para não parecer provocação nem muito rápido para não parecer que estavam com medo. 

Já o núcleo duro do governo Lula parece perdido, batendo cabeça, ou melhor, enfiando-a na areia, sem perceber que a polícia está chegando e, daqui a pouco, alguém vai gritar na porta do Planalto: "Se entrega, Corisco". 

Quando era menino e vivia em Juiz de Fora, fazíamos rodas de capoeira, bastante rudimentares, confesso. Mas cantávamos: "A polícia vem, que vem brava/quem não tem canoa, cai n'água". 
Tudo isso jorra aos borbotões na minha caderneta. 

Anotei: chamar alguém do "Guinness", o livro dos recordes, para saber se algum tesoureiro de qualquer partido do mundo se desloca com batedores de motocicleta e carros clones para iludir perseguidores; se algum tesoureiro partidário se desloca com jatos particulares, semanalmente; se introduz no palácio associação de empreiteiros que receberam R$ 1,1 bilhão de dívidas. 

Os militares batiam, davam choques e insultavam na sessão de tortura, mas vi muitos dizendo que me respeitavam porque deixei um bom emprego para combatê-los com risco de vida. Eles viam ideais no meu corpo arrasado pelo tiro e pela cadeia. 

O abismo já bem próximo do Palmeiras ...

De vexame em vexame, o Palmeiras faz tudo para repetir queda para a segunda divisão em 2002. Quando tinha time e treinador muito melhores. Tirone repete Mustafá. Deixa o time sozinho e assiste ao circo pegar fogo de longe, com medo da própria torcida… 

Cosme Rímoli (*) 

"O elenco que nós temos é muito bom. 
R7_COSMERESPONDE_2305_548kbps_2010-05-230.3355496716685593.jpg (444×250)Melhor do que vários times que lutam para não serem rebaixados. 
É só ter tranquilidade, fé, força. 
Acreditar que o Palmeiras não será rebaixado. 
Porque não será." 

As palavras foram de Levir Culpi, técnico do Palmeiras em 2002. 
De nada adiantaram porque o clube caiu para a segunda divisão. 
Dez anos depois, como por encanto, ou desencanto, Gilson Kleina as repete. 
E as tristes coincidências não param por aí. 

Como a postura do presidente Arnaldo Tirone. 
Ele que luta tanto para tentar se reeleger, abandonou o time. 
Resolveu não ir para Florianópolis com a delegação para o jogo de hoje. 
Exatamente como fazia Mustafá Contursi nas últimas partidas de 2002. 

Quando mais o clube precisa da pessoa que, teoricamente seria seu líder, ele some. 
Até a versão para a ausência é a mesma: precisa ficar trabalhando politicamente. 
Assim como é idêntica a postura da oposição. 
A de que Tirone não quer correr risco de ser agredido por torcedores das organizadas. 

Na derrota para o Corinthians, vândalos tentaram chegar a ele no camarote do Pacaembu. E o buscaram no restaurante do vice Roberto Frizzo, que foi depredado. 
Por sorte não o encontraram. 
Os jogadores foram arrastados para Itu. 

Com treino fechado para a imprensa, como em 2002. 
Como se os jornalistas fossem culpados do péssimo time que representa o Palmeiras. 
O ridículo da situação agora é maior. 
Com o assessor de imprensa 'entrevistado' Bruno. 

Ele foi o único jogador a ter coragem de falar antes da partida contra o Figueirense. 
E mesmo assim, com essa 'entrevista' o goleiro conseguiu decepcionar. 
Não os torcedores. 
Mas o preparador de goleiros campeão da Copa do Mundo, Carlos Pracidelli. 

Legado do Legião Urbana

Filho de Renato Russo assume legado da já lendária banda Legião Urbana 

Estadão 

legiao-urbana-03.jpg (490×312)Cabeça dura, teimoso, empreendedor, excelente para começar projetos, para colocar fogo nas ideias. O produtor Giuliano Manfredini enumera assim as características do seu signo, Áries, o mesmo do seu pai, Renato Manfredini, o Renato Russo. O pai de Giuliano morreu quando este tinha 7 anos, e ele, que completou 23 anos em março, acaba de assumir o que chama de "espólio intelectual" do seu velho (até então, era a mãe do cantor, avó de Giuliano, que geria tudo). Não é pouca responsabilidade: foram cerca de 25 milhões de discos vendidos em 14 anos de atividade, números de megagrupos como Oasis ou The Cure. A Legião Urbana foi (e continua sendo) um dos maiores fenômenos da música na América Latina. Manfredini já assume com o desafio de coordenar a celebração dos 30 anos da banda, que começa neste final de ano com a estreia do longa-metragem Faroeste Caboclo, com Isis Valverde, a Suélen, no papel da Maria Lúcia da canção. 

Giuliano chama a atenção por ser quase uma antítese do pai. Nunca responde uma pergunta de bate-pronto, sempre inicia com uma palavra que, não raro, substitui por outra que considera mais adequada. É superponderado. Renato Russo era uma metralhadora verbal (há episódios em que xingou críticos de "bichas mal-amadas"), atacava detratores ferozmente. Algumas vezes, quando o tema é mais controverso, Giuliano pede delicadamente: "Me preserve disso, tá bom?" Não deixa nem o interlocutor terminar a pergunta para assegurar que não vai respondê-la. 

"Não sou careta, mas não bebo. Sou tranquilo. Sou espírita kardecista, e o que mais gosto de fazer é ir ao cinema e ler. Também adoro comer o melhor da baixa culinária", diz rindo o produtor, num perfil relâmpago de si mesmo. Não namora atualmente, diz. Aos 21, namorava Anna Cecília, mas acabou. "É tudo fortuito. Ainda não achei a pessoa certa, vai demorar um pouco. Até porque estou assumindo a Legião, tô muito focado." 

Novos lares

Réus do grupo de Valério já se preparam para prisão 

Folha de São Paulo 

marcos-valerio-na-prisao-140912-nani-humor-politico.jpg (650×365)Com as condenações anunciadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão, réus do chamado "núcleo publicitário", ligados ao empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, já se preparam para uma possível prisão. 

As 27 sessões de julgamento feitas até agora resultaram na condenação de dez réus. A definição da pena de cada um só vai ocorrer no final. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pede a prisão imediata dos condenados, mas a questão será debatida pelos ministros. 

No dia 14, um dia depois de ser condenada por lavagem de dinheiro, Simone Vasconcelos, ex-gerente financeira da SMPB (empresa de Valério), se reuniu com o advogado em Belo Horizonte. 

Nervosa e chorando muito, quis saber detalhes de uma eventual prisão, que poderá ser cumprida na Penitenciária Feminina Estevão Pinto, em Belo Horizonte. 
Simone quis saber se poderá ver os filhos e o neto, por exemplo. Se poderá trabalhar fora da cadeia, num regime semiaberto, ou dentro dela. 

A tensão por parte de Simone aumentou depois do vazamento da pena sugerida pelo relator Joaquim Barbosa só para este crime: sete anos e sete meses de prisão, mais multa de pelo menos R$ 225 mil, dinheiro que ela alega não ter. Simone ainda será julgada por corrupção ativa e formação de quadrilha. 
Numa conversa com a Folha, afirmou que muito do que disse em sua defesa foi "deturpado" ou ignorado no julgamento do STF. 

"É triste demais o que estou passando, um transtorno enorme. Estamos no meio de um tiroteio, se dou um espirro pode ser interpretado do jeito que está lá sendo feito", disse. Ela alega, na defesa, ter cumprido ordens de Valério, sem conhecer o esquema. 

Rogério Tolentino, 62, ex-sócio e advogado de Valério, foi condenado por lavagem dinheiro e ainda será julgado por formação de quadrilha e corrupção ativa. A pena sugerida por Barbosa, no primeiro crime, é de dez anos, mais multa de R$ 625 mil. 

"Vou chorar? Bater a cabeça? Vou reclamar com bispo? Você tem que centrar [na cadeia], o cara centra e pensa: isso vai acabar uma hora. Estudei em colégio interno". ;.;.;.; Tolentino é acusado de usar sua empresa para obter empréstimo de R$ 10 milhões para o esquema. Diz que só atendeu a pedido de Valério. 

"Estamos no meio de uma guerra. A nuvem negra está aí. Enquanto tiver recurso, vou recorrer", disse. "Se não tivesse mensalão, que crime cometi? 'Porrica' nenhuma." 

Toda semana, o publicitário Cristiano Paz, 60, e sua mulher se reúnem com um grupo de amigos para estudos bíblicos em BH. Ele deixou de assistir ao julgamento depois que foi condenado por corrupção ativa, peculato e lavagem. A pena sugerida pelo relator, só para o último crime, é de dez anos. 

Paz era um dos três sócios da SMPB e assinou alguns dos cheques dos empréstimos do mensalão. Alega que não sabia das tratativas políticas de Valério com o PT. 
Ele analisa com a família como ficarão os negócios caso vá para a cadeia. "Tento mantê-lo otimista. Confio plenamente que sua conduta será examinada com critério [na definição da pena]", diz o advogado, Castellar Guimarães. 

Paz montou com o filho a Filadélfia Propaganda, hoje uma das maiores agências de Minas Gerais, que não tem contrato público.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Em época de escolha de mascotes ....

427_2138-mascote3.jpg (450×335)

Mônica e Cebolinha, casados !!!!!

Casamento do Século: Mônica e Cebolinha vão parar no altar 

Folha de São Paulo

12265898.jpeg (550×765)Após tantas brigas na infância e diferenças na adolescência, Mônica e Cebolinha vão parar no altar.

A novidade bombástica dos personagens de Mauricio de Sousa está na edição comemorativa de número 50 da Turma da Mônica Jovem. 

O chamado "Casamento do Século" é contado em 132 páginas e chega às bancas no próximo dia 27 (R$ 7,50). 

"Muitos leitores vinham pedindo para nós criarmos esse momento especial", disse Mauricio de Sousa, por meio de sua assessoria.

Nervosinho??? Apenas um iracundo ...

Paulo Rocha, réu do mensalão à beira de um ataque de nervos
O Globo 
paulo-rocha-deputado-620-size-620.jpg (620×349)
Às vésperas de ser julgado pelo crime de lavagem de dinheiro no processo do mensalão, o ex-deputado Paulo Rocha (PT-PA) está tão pessimista com o resultado do julgamento que já não consegue esconder o seu estado de nervos. 

Na quinta-feira, ele xingou jornalista e foi o primeiro dos réus a criticar abertamente o trabalho do relator do processo no Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa. Rocha acusou Barbosa de se mover pelo ego e não pelas provas do processo. 

Enquanto o relator pedia no Supremo a condenação dos deputados da base aliada por corrupção passiva, o petista, que terá seu caso analisado na Corte na próxima fase do julgamento, passeava num shopping de Brasília. 
Abordado pelo GLOBO, falou com irritação. 

— O ministro Joaquim Barbosa está movido pelo ego. Não tem opinião pública. A opinião pública não sabe de nada, sabe o que vocês publicam. O ministro não tem prova de nada, só indícios. Semana que vem, ele vai condenar o José Dirceu e o Genoino por causa da eleição — atacou Paulo Rocha. 

Questionado sobre o entendimento dos outros ministros, que estão acompanhando o voto do relator, Rocha disse que também eles estão influenciados pela mídia, e estão condenando os réus sem provas. 

— Ninguém está negando que houve os empréstimos fraudulentos, os repasses, mas não teve compra de votos, foi para pagar conta de campanha. Não há prova do que estão dizendo. Os ministros do Supremo não foram colocados lá para apenar como estão apenando — disse o petista. 

Em seguida, revelou o motivo de tanto nervosismo: ele acha que todos os réus serão condenados e presos. 

Suplente de senador e dirigente regional do PT no Pará, Paulo Rocha recebeu R$ 620 mil de repasses no esquema do mensalão. Os valores eram recebidos pelos assessores Anita Leocádia — também ré no mensalão — e Charles Dias. 
A pena para o crime de lavagem de dinheiro, se Rocha for condenado, é de três a dez anos de prisão. 

— Não tem plano B nenhum! Vai ser todo mundo condenado e preso. Mas essa sempre foi a luta do PT — disse Rocha. 
Ele reclamou que nunca foi ouvido pelos jornalistas para divulgar sua versão. E ficou nervoso ao ser questionado se estava preparado para ser preso. 

— Você nunca me ouviu sobre o processo e agora quer saber se estou preparado para ser preso? Ah! Vai se foder! — reagiu Paulo Rocha, alterando a voz e chamando a atenção de uma vendedora da feirinha de artesanato que funciona no shopping. 

Sem saber que Rocha era um ex-deputado réu do mensalão, a vendedora foi interpelada para dar sua opinião sobre o julgamento em curso. 

— Estou amando! Finalmente está havendo justiça nesse país. Mas minha irmã é quem está mais bem informada, porque é cientista política — disse a moça. 

— Ah! Você não sabe de nada, só o que lê na imprensa, na “Veja”, que só está fazendo esse papel sujo porque o presidente Lula abriu o mercado para os árabes. Sua irmã também não sabe de nada! Intelectual que se informa por livros e não sabe o que se passou de verdade nesse processo! — esbravejou Paulo Rocha, assustando também a moça. 
Depois da discussão, o ex-deputado petista continuou seu passeio pelo shopping

Nota do Blog: Outro dia numa conversa virtual com amigos um deles, aliás de uma cabeça incrível e um formador de opinião, disse em todas as letras que esse pessoal do partido do governo quando instigado se comporta tal qual IRACUNDOS ... todos eles são IRACUNDOS ... O blogueiro cuja limitação linguística é conhecida, recorreu imediatamente ao Aurélio (pai do burros) para identificar o real significado da palavra : 
iracundo é aquele que tem a ira dentro de si e pode levar outros a sentí-la.  Sinônimos  irascível   iroso   bravo   agastado   abespinhado   agoniado   amofinado   encolerizado  enfadado   enraivecido   espinhado   estomagado   indignado   indisposto   iracundo   irritado   raivoso  zangado   colérico   aborbido   alterado   arrebatado   assomadiço   assomado   atrabiliário   bilioso  encanzinado   esquentado   exaltado   furibundo.   
Será que ele está errado ??

Urnas abertas para fraudes

Washington Novaes (*) 

foto_washington_novaes.jpg (3872×2592)A menos de um mês das eleições municipais, o País continua mergulhado em dúvidas quanto aos caminhos definidos para suas escolhas - e sujeito a eventuais acontecimentos que poderão ser graves. Trata-se do modelo de urna eletrônica adotado para a votação, que especialistas já há algum tempo vêm mostrando que é suscetível a fraudes e teve seu modelo recusado por dezenas de países. Mas, ainda assim, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) insiste em mantê-lo, sob a alegação de que outro modelo teria custo alto, permitiria identificar o votante (quebrando o sigilo do voto) e poderia retardar a votação, se implantado. 

A história recente nessa área tem lances dramáticos. Para ficar apenas em um, pode-se retornar à eleição presidencial de 1989, quando um dos candidatos, Leonel Brizola, contestou a decisão do TSE de mandar para o segundo turno, contra Collor de Mello (que tivera 20,6 milhões de votos), o candidato Lula, com 11,62 milhões (Brizola tivera 11,16 milhões, 456 mil menos). Mas o presidente do TSE, o então ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Francisco Rezek, alegou que a recontagem seria impossível, porque as cédulas usadas pelos eleitores já haviam sido incineradas. Rezek depois renunciou ao STF, tornou-se ministro de Collor e, ao deixar o Ministério, foi nomeado de novo ministro do STF - caso único na História nacional.