sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Sebrae e o ALI


Estive ontem na Casa da Cultura assistindo ao lançamento do novo programa do Sebrae em parceria com a FAPESPA (Fundação e Amparo à Pesquisa do Estado do Pará) e a Secretaria de Desenvolvimento, Ciências e Tecnologia do Governo do Estado do Pará, denominado ALI ou Agentes Locais de Inovação).
Objetivo é fazer chegar às micros e pequenas empresas um sentido de inovação em seus empreendimentos.
Serão mais de 250 empresas focadas na cidade de Santarém e cerca de 1200 empresas em todo o Estado do Pará.
Para isso serão formados grupos de Agentes que irá identificar as necessidades em tecnologia e inovações de cada uma dessas micros e pequenas empresas, utilizando métodos organizacionais e concedendo condições de aprimoramento em novas técnicas de gerenciamento, prestação de serviços, marketing etc.
Em resumo, ao invés das empresas irem ao Sebrae buscarem essa orientação o Sebrae através desses agentes irá em cada uma das 250 empresas escolhidas.

(Nota do Blog - Com certeza é um belo gol do Sebrae e seus parceiros. Não há como num mundo comercial absurdamente competitivo se sobressair sem mudar conceitos e regras ultrapassadas para acompanhamento dessas evoluções. Mas, antes de tudo é preciso ter vontade em mudar, para depois aceitar as orientações.
Aqui especificamente em Santarém há alguns percalços de todos o comércio, seja ele micro, pequeno, médio ou grande, que o pessoal do Sebrae tem que se ater em relação as demais regiões do País. Notei muitas comparações com empresas de Curitiba (Pr) que não deixa de ser interessante, porém, lá não existe um problema crucial que se chama logistica e isso interfere diretamente em todo processo de custos. Não adianta querer inovar na logistica se você possui duas opções de entrada e saida da regiao que é através de avião ou barco . Um rápido mas caro, o outro mais barato e lento. Fator que não depende do querer mudar. Além da logistica, existe um grande desafio que é operar literalmente cercado por duas zonas francas: Manaus e Macapá.
Em termos de custos isso afeta obrigando malabarismos para uma competitividade não tão transparente. Mas, aplausos ao Sebrae e parceiros)

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