quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Bolo de Limão

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Ingredientes: 
2 colheres (sopa) de margarina (60g) 
1 xícara (chá) de açúcar (180g) 
3 gemas 
1 xícara (chá) amido de milho (120g) 
1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo (200g) 
3 claras em neve 
1 xícara (chá) leite (200ml) 
1 colher (sopa) de fermento em pó (15g) 
2 envelopes de refresco em pó sabor limão 
1/2 xícara (chá) água quente (100ml) 
2 xícaras (chá) de açúcar de confeiteiro (260g) 

Modo de preparo: 

Massa: 
Bata bem a margarina, açúcar e as gemas. 
Junte o amido de milho, a farinha, o leite, o fermento e 2 colheres de sopa (16g) do refresco sabor limão . 
Acrescente delicadamente as claras. 
Coloque em uma assadeira média, untada e enfarinhada. 
Leve ao forno médio por 30 minutos. 

Cobertura:
Misture a água quente com 2 xícaras do açúcar de confeiteiro e o restante do suquinho de limão. 
Espalhe sobre o bolo frio.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Será que Santarém participou???

Territórios paraenses aprenderam como aplicar recursos do Plano Safra 2012/2013 

Fonte: Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário)

planoagricola.jpg (597×718)Os Territórios Rurais da Cidadania do Pará tiveram até o dia 12 de novembro, reuniões territoriais do Plano Safra da Agricultura Familiar 2012/2013, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). 

O objetivo dos encontros foi de promover esclarecimentos e melhor aplicação do crédito e de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) no estado por meio do Plano. 

Em agosto deste ano, os paraenses receberam R$ 500 milhões em recursos para investir na agricultura familiar. 

A delegacia federal do MDA no estado, em parceria com o Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável, reuniu, nos encontros, operadores do Plano Safra, técnicos dos bancos parceiros (Banco do Brasil e Banco da Amazônia), da Empresa de Ater (Emater–PA), lideranças rurais, membros do colegiado territorial, servidores municipais, sindicatos rurais, associações e cooperativas. 
“Esperamos que, com esses encontros, possam terem tirado muitas dúvidas, levado informações sobre várias políticas públicas, ações e programas, inclusive como acessá-los”, ressalta o delegado federal do MDA no Pará, Paulo Cunha. 

No cronograma das atividades, foram proferidas  palestras sobre crédito rural, Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP), situação fundiária e acesso a políticas públicas. 

“Queremos contribuir para a correta e eficaz aplicação dos recursos do Plano Safra e garantir a presença do MDA nos territórios”, afirma o delegado. 

Os Territórios da Cidadania paraense são os de Baixo Amazonas, Baixo Tocantins, BR 163, Marajó, Norte Paraense , Nordeste Paraense, Sudeste Paraense, Sul do Pará/ Alto Xingu e Transamazônica. 

Nota do Blog: A pergunta que fica se Santarém se interessou e principalmente participou desses encontros. Se participou, ótimo estão preparados para atender os produtores, mas, caso contrário continuarão na omissão e descaso de sempre.

"Nutrição mineral, calagem e adubação da batateira",

Livro aborda produtividade da cultura da batata 

UNESP

capalivrobatata-site-2.jpg (133×188)A Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais (Fepaf) em parceria com a Associação Brasileira da Batata (ABBA) acaba de lançar o livro "Nutrição mineral, calagem e adubação da batateira", escrito por Rogério Peres Soratto, professor do setor de Agricultura e Melhoramento Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas da Unesp (FCA), e Adalton Mazetti Fernandes, aluno de doutorado do Programa de Pós-graduação em Agricultura da FCA. 

Lançando oficialmente durante o XXV Congresso da Associação Latino-americana da Batata, que ocorreu entre os dias 17 e 20 de setembro, em Uberlândia/MG, o livro é voltado a produtores, extensionistas, professores, pesquisadores e estudantes de agronomia. "A bibliografia brasileira sobre a cultura da batata é muito escassa. 

A maior parte das publicações trata de cultivares que eram usados nas décadas de 70 e 80, e que, hoje, apresentam baixa produtividade", argumenta o professor Soratto. 
"O principal diferencial que trazemos nessa obra são as exigências nutricionais dos cinco principais cultivares que são utilizados atualmente no país". 

O professor também comenta que a ideia do livro surgiu após ele ter orientado Adalton em sua tese de mestrado. 
"Muitas das informações presentes na obra têm base no trabalho dele com nutrição e adução da batateira. Quando ele iniciou o doutorado na mesma área, resolvemos trabalhar no projeto desse livro, que levou cerca de um ano para ficar pronto". 

Em 121 páginas são apresentadas informações sobre a nutrição mineral, causas da deficiência nutricional, calagem, posicionamento do fertilizante e adubação com silício, macro e micronutrientes. 

"É um material enxuto, resumido, mas é muito útil para quem trabalha com a cultura, principalmente, porque boa parte dos produtores de batata é muito ligada às inovações técnicas", coloca Soratto. 

O livro 'Nutrição mineral, calagem e adubação da batateira' já está à venda na sede da Fepaf, localizada na Fazenda Lageado, em Botucatu, pelo valor de R$30 e também pode ser encomendado através do e-mail publicacoes@fepaf.org.br.

Dirceu e Genoino

Eliane Cantanhêde (*) 

Os destinos de José Dirceu e José Genoino cruzaram-se nos ares do julgamento do mensalão. 
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Em todos esses anos, réus, advogados, especialistas e até alguns ministros ponderavam que "não havia uma só prova" contra Dirceu, mas Genoino tinha assinado empréstimos fraudulentos como presidente do PT. O chamado "batom na cueca". 

O destino de Dirceu era incerto e o de Genoino parecia selado. Mas, ao longo do julgamento, só uma pessoa endossou essa impressão: o ministro Dias Toffoli, que absolveu Dirceu e condenou Genoino por corrupção. 

Apesar dessas questões objetivas, sempre houve uma espécie de certeza íntima em sentido contrário: ninguém acreditava que Dirceu não tivesse nada a ver com a trama nem que Genoino tivesse atuação central. 

Não era e não é crível que o mensalão pudesse envolver partidos, parlamentares, Banco do Brasil, Banco Rural, BMG, empresas de publicidade e Delúbio Soares sem que Dirceu estivesse por trás, no comando, centralizando tudo desde a sua sala na estratégica Casa Civil. 

Com Genoino, ocorre o oposto: ninguém, até na oposição, acredita que ele fosse decisivo, maquinando, articulando viagens mirabolantes, ora ao Banco Central, atravessando a rua e a prudência, ora para Portugal, cruzando oceanos. ;.;.;.; Pesam nessa percepção, além dos autos, as personalidades, histórias, estilos de vida de um e outro. Dirceu é guerreiro, ambicioso, sem limites. Genoino é conciliador, despojado, leva uma vida quase de professor. 

Intimamente, os demais ministros gostariam de fazer o contrário de Toffoli: condenar Dirceu, pelo óbvio, e absolver Genoino, que era secundário. Só não o fizeram por causa da assinatura, do batom na cueca. 

O ajuste veio na última hora, na definição dos anos na cadeia. Dirceu, o de fato, foi condenado a regime fechado. Genoino, o de direito, a regime semiaberto. Mais do que aritmética, prevaleceu o senso de Justiça aí. 

(*) Jornalista, é colunista da Folha de São Paulo 

A literatura e a poesia tapajônica estão de luto

Poeta e escritor santareno Emir Bemerguy morre aos 79 anos 

 Notapajos 

emir-bemerguy.jpg (284×284)O poeta e escritor santareno Emir Bemerguy morreu na manhã desta terça-feira (13), aos 79 anos. 

Ele estava internado no Hospital Unimed, sob os cuidados do neurologista Luís Rodolfo Carneiro Filho e seu estado de saúde era crítico. De acordo com informações do blog 'O Mocorongo' de Ercio Bermeguy, irmão de Emir, o mesmo estava respirando com ajuda de aparelhos. 

Emir Bemerguy nasceu em Fordlândia e era casado com Berenice. 

Há aproximadamente dois meses, o irmão dele, Eros Bermerguy morreu vítima de um infarto fulminante no município de Urucará no estado do Amazonas.

Nota do Blog: À família nossos sinceros sentimentos. Tive a honra e a oportunidade de conhecê-lo. Uma extraordinária figura .

Prefeitura se curva à Fifa

Opinião do Estadão 

Durante a Copa do Mundo, entre 12 de junho e 13 de julho de 2014, a Prefeitura de São Paulo abdicará de parte de sua autoridade sobre a cidade em favor da Fifa. É o que se depreende do contrato que o prefeito Gilberto Kassab assinou em setembro de 2011 com a entidade que governa o futebol mundial, para definir as obrigações de São Paulo como uma das sedes da competição. O acordo só foi divulgado no dia 6. 

O documento foi tornado público por recomendação do Ministério Público Federal, interessado na observância do princípio constitucional da ampla publicidade de contratos firmados por entes públicos. Uma das cláusulas, a 33, prevê justamente que as partes tudo fizessem para manter seu conteúdo sob sigilo. "No bojo do contrato não há nenhuma situação a justificar possível ressalva decorrente de sigilo imprescindível à segurança da sociedade e do Estado", disse o procurador José Roberto Pimenta, do grupo do Ministério Público que acompanha o uso das verbas federais na Copa. 

O cuidado em não divulgar o conteúdo do documento parece se justificar quando se observa o tamanho das concessões que São Paulo se viu obrigada a fazer. A cláusula 22 prevê, por exemplo, que durante a competição a Prefeitura deverá, se a Fifa julgar necessário, "fechar o acesso público a qualquer via dentro da cidade-sede". Ou seja: a mobilidade urbana, cuja responsabilidade é do poder público e afeta o cotidiano de toda a metrópole, poderá ser alterada ao bel-prazer de uma entidade privada - ainda que a Fifa diga que só fará tal pedido quando considerá-lo "razoável". Outra lei que será transformada em letra morta durante a Copa será a Cidade Limpa. A cláusula 15 determina que "as principais localidades por toda a cidade-sede (...) deverão apresentar decorações que incorporem as marcas da competição". O item manda ainda que São Paulo torne disponíveis os espaços para essa publicidade, citando especificamente "postes de luz, faixas, outdoors, fachadas de edifícios, pontes e meios de transporte público". 

O contrato prevê também, na cláusula 30, que São Paulo, em dias de jogos, não poderá receber nenhum outro evento cultural que atraia "grande número de pessoas", salvo os patrocinados pela Fifa - o que arbitrariamente limita a vida cultural da cidade. Além disso, a Fifa exige que a Prefeitura dê permissão para que bares funcionem "até tarde da noite" em dias de jogos, o que pode contrariar a Lei 12.879, segundo a qual esses estabelecimentos não podem ficar abertos após a 1 hora. Há ainda, na cláusula 32, a exigência absurda de que a Prefeitura não conceda autorização "para nenhum trabalho de construção privado ou público" no período da Copa, e "qualquer construção que esteja em progresso no início da competição deverá ser temporariamente suspensa". 

A Fifa pede, na cláusula 18, que a Prefeitura providencie ao comitê organizador um escritório com todos os equipamentos e produtos necessários para seu funcionamento - e o poder público deve "usar de esforços razoáveis" para comprar esse material de empresas patrocinadoras da Fifa. Ou seja: a Prefeitura deve ignorar a Lei de Licitações e favorecer determinados fornecedores. 

O contrato assinado por São Paulo é o mesmo que foi firmado pelas demais cidades-sede, o que significa que a ingerência da Fifa é nacional. Tal compromisso está no contexto do pacote de concessões que o governo federal ofereceu para trazer a Copa e a Olimpíada de 2016 - incluindo visto de entrada no País irrestrito a clientes da Fifa, fim da obrigatoriedade de mandado judicial para apreender produtos suspeitos de pirataria e permissão para que o organizador de grandes competições esportivas privadas conceda benefícios fiscais, uma atribuição exclusiva da Receita Federal. 

Não se discute a importância que a Copa do Mundo tem como evento mobilizador de paixões e multiplicador de ganhos econômicos, e é claro que as cidades-sede são privilegiadas por abrigar seus jogos. Mas isso não pode ser argumento para que o poder público renuncie às suas obrigações e, no limite, contrarie a lei.

Necessidade de milhares de salas de aulas

Para ter 25 alunos por sala, País terá de criar 16 mil turmas de pré e fundamental 

Estadão 
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O Brasil vai precisar criar 16.622 turmas de pré-escola e dos dois primeiros anos do ensino fundamental se um projeto recém-aprovado pelo Senado passar pela Câmara e for sancionado pela presidente. É que o texto prevê um limite de 25 alunos por sala nessas séries iniciais da escolarização, justamente as responsáveis pela alfabetização da criança. 

A mudança, elogiada pedagogicamente - já que é nessa fase que o atendimento individualizado e a avaliação contínua são mais necessários - , implica uma série de adaptações que demandam investimento financeiro e planejamento rigoroso das redes de ensino, do espaço físico à capacitação de docentes. 

Atualmente, a média de alunos matriculados nessas séries em todo o País é de 29 alunos, considerando instituições públicas e privadas. Essa diminuição aos 25 estudantes propostos parece pouco se vista isoladamente, mas teria grande impacto na adequação à lei, principalmente nas grandes cidades. 

Só em São Paulo, por exemplo, seriam necessárias 3.053 turmas para abrigar os 76.333 alunos excedentes. A capital paulista está no topo da lista das capitais com menos turmas que já estariam adequadas ao projeto: metade das salas da rede funciona com mais de 25 alunos nos anos iniciais do fundamental. 

"Nesses municípios, o cumprimento da lei em curto prazo seria um grande desafio. Isso de forma alguma poderia competir com a garantia da oferta de vagas", pondera Ernesto Martins Faria, coordenador de projetos da Fundação Lemann, que realizou este levantamento ao qual a reportagem do Estado teve acesso com exclusividade. 

Segundo Faria, a avaliação deste projeto deve levar em conta, ainda, outras metas estabelecidas. "O Plano Nacional de Educação prevê o atendimento de metade da rede em tempo integral, o que já demanda mudanças significativas", acrescenta. 

Ponderações. 
Especialista em gestão educacional da Fundação Itaú Social, Patrícia Mota Guedes afirma que já há pesquisas que mostram que a redução do número de estudantes por turma tem impacto positivo, principalmente nas séries iniciais. Mas, segundo ela, os bons resultados dependem também de outras variáveis, como a oferta e a qualificação dos professores, as condições socioeconômicas da região e o tamanho da escola. 

Patrícia conta que uma medida semelhante implementada na Califórnia, na década de 1990, foi malsucedida exatamente pela desatenção a esses fatores. "Por falta de espaço, as escolas tiveram de sacrificar espaços de convivência para a construção de salas e acabaram contratando professores sem experiência. Logo, o aprendizado não melhorou." 

A especialista sugere, portanto, que as redes estaduais e municipais tenham liberdade para atingir os parâmetros internacionais de qualidade. "Uma saída para os grandes municípios é trabalhar na proporção de adultos para crianças. Uma sala com 30 alunos e dois professores é melhor do que uma turma com 20 crianças e só um docente."

Os donos da vida

Renato Gomes Nery (*) 

2561.jpg (310×204)Recebi uma crítica severa de uma querida amiga minha por ter dito a ela que votei em branco neste segundo turno das eleições municipais de Cuiabá. Ela teve inclusive a descortesia e a deselegância de me chamar de covarde. De estar em cima do muro e de não tomar posição. Quero afirmar que estamos num regime democrático que curiosamente nos obriga a votar num candidato, a votar em branco e até de anular o voto. E nestas eleições, as abstenções, os votos nulos e brancos aproximaram de 20% dos eleitores. Se fossem computados estes votos, o peso eleitoral deles se invalidaria o sufrágio do vencedor. 

Foi uma pantomima a campanha eleitoral com um circo de promessas irrealizáveis. A se cumprir metade destas promessas, Cuiabá se transformará em uma Berna ou numa Estocolmo tropical. A exploração de beijos, abraços e internação em hospital, demonstra que nossa historia político-eleitoral é extremante precária. Bem como que os políticos estão nas mãos inescrupulosas de marqueteiros que usam qualquer coisa para ganhar eleições, inclusive a coragem e a fragilidade das mulheres dos candidatos. É a democracia na sua mais sórdida versão. 

E por que votei em branco? Por que os donos do poder se dividiram em dois blocos e cada um deles apoiou um dos dois candidatos viáveis. Portanto, ganha quem ganhar eles serão vitoriosos. Este episódio me lembra a historia do Cel. Simplício, no interior da Bahia, contada pelo pai: “morra quem morrer o Cel. Simplício será o herdeiro”. E tudo começa no equívoco de que rico por estar rico não se locupleta ainda mais. Esquecendo-se de o saco do interesse não tem fundos. E os donos do poder continuam a se locupletar sem pejo e nem piedade. Mesmo que as crianças não tenham educação de qualidade e a segurança seja precária. Mesmo que tenha que fechar hospitais e planos de saúde. Mesmo que os nossos irmãos morram nas filas de hospitais e pronto socorros. 

Termino este artigo com um trecho da crônica de Ruben Braga denominada Véspera de São João no Recife publicada no livro 200 Crônicas Escolhidas – Editora Record – 2005 – pag. 31: “Amanhã João, esse povo continuará a vida. Por que a destrói com teus fogos, João? Amanhã, os pobres estarão mais pobres e os ricos os esmagarão, e muitos homens irão clamar nas cadeias como tu clamares. João amanhã outra vez a miséria das donos da vida continuará a deturpar a beleza da vida; as moças suburbanas irão perder a sua beleza no trabalho escravo; as crianças continuarão a crescer magras e ignorantes; o suor dos homens será explorado. João, João, inútil João o povo está gemendo, as metralhadoras se viram para os peitos populares. Ninguém dividiu as túnicas e os pães como tu mandaste, João inútil João”

(*) Advogado em Cuiabá. 
E-mail – rgnery@terra.com.br

Outra do Joãozinho

Joãozinho foi preso! 
Na delegacia disse: 
- Me soltem! Senão vou chamar meu irmão da assembleia de Brasília, minha irmã promotora e meu pai procurador! 
Então ele foi solto. 
Quando já estava no portão, um policial disse: 
- Joãozinho, me explica essa história de seus parentes! 
E Joãozinho respondeu: 
- Meu irmão é da Assembleia de DEUS, minha irmã é Promotora da Avon e meu pai é procurador de emprego!!

Morgan Freeman e a consciência negra


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Um tema polêmico porém dito de maneira direta, simples e em poucas palavras . 
Tão somente em 40 segundos:








http://www.youtube.com/watch?v=WNM4txmV0Lc

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O santo "injustiçado"

Não me calarei e não me conformo com a injusta sentença que me foi imposta, diz Dirceu 

UOL 

Dirceu.jpg (292×280)O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu postou em seu blog comunicado dizendo que a sua condenação pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a mais de dez anos de prisão é "injusta", nesta segunda-feira (12). 

"Não me calarei e não me conformo com a injusta sentença que me foi imposta. Vou lutar mesmo cumprindo pena. Devo isso a todos os que acreditaram e ao meu lado lutaram nos últimos 45 anos, me apoiaram e foram solidários nesses últimos duros anos na certeza de minha inocência e na comunhão dos mesmos ideais e sonhos", diz a nota postada em seu site. 

Os ministros do STF o condenaram à pena de dez anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha no julgamento do mensalão. O ex-ministro ainda terá de pagar multa de R$ 676 mil. 

Como a pena ficou acima de oito anos, o ex-ministro do governo Luiz Inácio Lula da Silva cumprirá a punição em regime fechado na prisão. O ex-ministro já foi preso na época da ditadura militar, em 1968, quando era líder estudantil. 

Pelo crime de corrupção ativa, Dirceu foi condenado a sete anos e onze meses, tempo proposto pelo relator Joaquim Barbosa. Seguiram Barbosa os ministros Rosa Weber, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e Ayres Britto. 

"Os motivos que o conduziram [Dirceu] a praticar o crime de corrupção ativa são extremamente graves. O crime foi praticado porque o governo federal não tinha a maioria na Câmara dos Deputados e o fez por meio da compra dos votos, por meio da compra dos líderes [dos partidos]", afirmou Joaquim Barbosa. 

"[Dirceu] usou o cargo para subjugar um dos poderes da República", continuou Barbosa. 

Já a pena para formação de quadrilha, também sugerida pelo relator, foi de dois anos e 11 meses. Os ministros Ayres Britto, Marco Aurélio, Gilmar Mendes e Luiz Fux acompanharam o relator, condenando Dirceu por unanimidade entre os magistrados aptos a votar. 

Os ministros Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Rosa Weber não votaram neste item porque absolveram o ex-ministro pelo crime de formação de quadrilha.

Etanol celulósico

Embrapa estuda bagaço de cana e capim para produzir etanol celulósico 

Fonte:Embrapa Agroenergia

Reduzir custo é um dos objetivos da pesquisa.
1264637.jpg (360×269)Estudar a produção do etanol celulósico do início ao fim é o objetivo do projeto de pesquisa, liderado pela Embrapa Agroenergia, que começou neste mês de outubro. 

A proposta do projeto é desenvolver um processo sustentável integrado de produção do biocombustível a partir de bagaço de cana-de-açúcar e capim-elefante. 
A pesquisadora líder da iniciativa, Cristina Machado, conta que a ideia é fazer desse projeto a base para uma plataforma de pesquisa sobre etanol celulósico (2ª geração - 2G) na Embrapa. 

“Embora já se saiba como produzir etanol celulósico, ainda é preciso reduzir os custos de produção para que o produto chegue ao mercado, aumentando a oferta de biocombustíveis no País. Além disso, o tempo gasto em todas as etapas do processo de produção é bem maior do que o do etanol obtido do caldo da cana-de-açúcar” afirma a pesquisadora.

O projeto da Embrapa atuará em várias frentes: desenvolvimento de métodos analíticos mais rápidos e eficientes para a caracterização das matérias-primas; teste de vários métodos de pré-tratamento da biomassa, bem como de hidrólise enzimática; fermentação; destino de coprodutos e resíduos, principalmente pentoses, vinhaça e lignina; análise de pré-viabilidade econômica. 

Para dar conta de todo o trabalho, boa parte da equipe de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação da Embrapa Agroenergia (Brasília, DF) está envolvida no projeto. 
“Hoje temos uma equipe muito qualificada, que nos permite enfrentar um desafio como esse”, comenta a líder do projeto.

O trabalho conta com uma importante rede de parceiros. 
O professor Francides Gomes da Silva Junior, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo, (Esalq/USP de Piracicaba, SP), acredita que o trabalho vai permitir avanços na padronização de metodologias para avaliação de matérias-primas e processos para produção de etanol celulósico.

Por sua vez, o pesquisador Renato Carrhá, da Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza, CE), responsável pelos testes para avaliação do melhor tipo de pré-tratamento da biomassa, destaca o potencial do Brasil para produção de etanol celulósico. 
“Temos uma enorme quantidade de biomassa, que não pode ser desperdiçada”, ressalta. 

Só a cana-de-açúcar, gerou mais 160 milhões de toneladas de bagaço na safra 2009/10, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Vale lembrar que o projeto também vai estudar a produção de etanol lignocelulósico a partir de capim-elefante, o que, na opinião da pesquisadora Cristiane Farinas, da Embrapa Instrumentação (São Carlos, SP), é importante para levar alternativas para as regiões que não produzem cana. 

Estudos já realizados pela Embrapa apontam o potencial dessa biomassa para a produção do biocombustível.Uma parte fundamental da pesquisa será a integração das etapas de produção, a fim de estudar o processo como um todo. 
Estão previstos experimentos tanto em escala laboratorial quanto na planta-piloto da Embrapa Agroenergia. 

A Embrapa tem atuado na resolução de diversos gargalos técnico-científicos para o desenvolvimento de etanol utilizando matérias-primas lignocelulósicas, mas este é o primeiro trabalho que leva em conta todo o processo produtivo. 
“É extremamente válido estudar as etapas da produção do etanol em profundidade, mas a precisamos pensar também no processo como um todo”, explica Cristina, líder do projeto. 

A maior parte das ações em andamento na Embrapa está relacionada à produção de insumos – biomassa, microrganismos e enzimas –, o que a pesquisadora considera natural, tendo em vista que esse é o principal foco de trabalho da empresa. 
“Em uma etapa posterior, os resultados obtidos com esses estudos darão suporte ao desenvolvimento de todo o processo”, conclui.

Além da USP, também são parceiros da Embrapa nesse trabalho a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

O campeão forasteiro

Juca Kfouri (*) 

Maracanã fechado, o Fluminense teve que ir atrás da taça como se fosse um turista. 

juca-kfouri.jpg (460×314)Começou sua impressionante caminhada de melhor campanha da história dos pontos corridos com uma vitória no Pacaembu, sobre o Corinthians. 
E a terminou no Prudentão, ao vencer o Palmeiras, de maneira impiedosa, cruel. 

Entre a primeira e a 35ª rodadas jogou 20 vezes em seu Estado, 17 em sua cidade, mas jamais em sua casa, o Maraca. 
Jogou 15 vezes na do Botafogo, o Engenhão. Mais duas em São Januário. E ainda esteve por três vezes em Volta Redonda. 

Cavalieri, Fred, Abelão e companhia mereciam o carinho de sua torcida no Mário Filho, o rubro-negro irmão de Nelson Rodrigues que depois de um dia dizer que morreria para ver o Fluminense jogar no céu saiu de sua tumba para viver o calor imprudente da tarde do tetracampeonato --sim, diferentemente da Taça Brasil, os Robertões equivalem ao Campeonato Brasileiro. 

Talvez por isso o Fluminense tenha jogado quase sempre na medida exata, protesto inconsciente por não estar no palco que merecia. 
E os poucos mais de 8.000 torcedores que foram ao Prudentão (mais uma prova da incompetência da diretoria verde) foram testemunhas do que é um time que joga no limite de sua necessidade. 

Como se sabe que lá nunca tem primeiro tempo, só o segundo, o tricolor tratou de cozinhar o Palmeiras nos 45 minutos iniciais. 
Riscos correu dois, numa cabeça contra a própria meta de Fred e outra de Barcos. 

Perigo de verdade impôs três: uma cabeçada do mesmo Fred que Bruno salvou e um bola que o artilheiro mandou na trave, antes de, no derradeiro minuto, fazer a primeira maldade, o gol que acabaria por intranquilizar de vez, no intervalo, o angustiado Palmeiras. 

Que logo tomou o segundo gol no segundo tempo, de Rafael Sóbis, mal anulado pelas tais arbitragens que o protegeriam, como, que ironia, protegia o Galo contra o Vasco, ao anular mal um gol cruzmaltino e ao dar um pênalti inexistente para os mineiros saírem na frente. 
Gol de Sóbis anulado, Maurício Ramos compensou ao marcar contra o 2 a 0, e aí residiu a maior maldade do campeão. 

Permitiu ao rival a ilusão do heroísmo e cedeu o empate, com direito a milagre de Cavalieri para evitar a virada e novo erro de arbitragem ao não assinalar pênalti em Marcos Júnor. 
Quando o impossível pareceu que aconteceria, ainda mais depois que Fred, logo ele, perdeu dois gols feitos, eis que o Flu fez a crueldade final, definitiva, irrecorrível, o terceiro gol quando não dava tempo para mais nada, o jogo do Galo terminado, o Palmeiras física e moralmente esgotado. 

Como se não faltasse mais nada para o desastre alviverde neste Brasileirão, até o amuleto que era o Prudentão virou sinônimo de maldição. 

Ou de campeão.  Tetracampeão! 

(*) É formado em ciências sociais pela USP. Comentarista esportivo pela CBN e pela ESPN

sábado, 10 de novembro de 2012

Perecível, mas indestrutível

Ruy Castro (*) 

11290183.jpeg (550×594)A loura madura, bonita e empetecada olhava com encanto para as prateleiras ao seu redor. Era num sebo --um charmoso sebo no Leblon. Ao lado, seu marido, uma personalidade da TV, conversava com alguns clientes. De repente, ouviu-se a voz da mulher: "Que livraria mais engraçada! Só tem livro velho!". 

Sebos interferem com a sensibilidade de seus frequentadores. Há quem se compadeça daqueles livros porque acha que, lidos ou não, eles foram desprezados por seus antigos compradores. Para outros, o sebo representa uma gloriosa sobrevida para muitos livros -- quem sabe um dia estes não serão tirados das estantes por leitores mais atentos e interessados, que saberão apreciá-los melhor? 

Sem falar em tantos livros tão amados, e que só foram parar no sebo por motivo de força maior, como a morte de seus possuidores originais. É comum que, morto o dono da casa, e pela impossibilidade de continuar morando nela, a viúva seja obrigada a se desfazer do recheio ou do próprio imóvel, donde lá se vão os livros. E não há nada demais em que a sobrevida de um livro se deva à morte de alguém. Boa parte dos livros que possuo já pertenceu a uma ou mais pessoas, e, no futuro, pertencerão a terceiros ou quartos --espero. 

Uma notícia na Folha, há dias, me calou fundo: a história de Cleuza, 47, a catadora de recicláveis em Mirassol (452 km de São Paulo), que recolhe os livros que encontra no lixo, recupera-os e os leva para uma biblioteca que criou no centro de triagem do lugar. Entre os 300 títulos que já salvou da destruição e empresta ou dá a seus colegas, estão muitos de Machado de Assis, Erico Verissimo e José Saramago. Eu ficaria orgulhoso de ver algum dos meus próprios livros nesse lote. 

Há melhor prova de que, por Cleuza, o livro --de papel, tão precário e perecível-- será indestrutível? 

(*) Escritor e Jornalista 

MT tem 14 cidades no top 20 da produção de soja

Agrodebate 

Pesquisa do IBGE mostra que municípios mato-grossenses concentraram 16,3% da produção. Quatorze municípios de Mato Grosso compõem o ranking dos 20 com as maiores produções de soja. 
SOJA1.jpg (556×365)

A liderança é puxada por Sorriso, onde a produção no ano de 2011 superou a casa de 2 milhões de toneladas, resultado 15,1% maior que a do ano anterior. 
As informações são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio de sua Pesquisa Produção Agrícola e Municipal (PAM).

De acordo com o levantamento, no Estado de Mato Grosso ainda se destacaram 
Nova Mutum (2ª da lista com produção acima de 1,1 milhão de toneladas) e 
Sapezal (3ª com 1,09 milhão de toneladas), fechando o ranking dos três primeiros produtores.

À lista figuram ainda 
Campo Novo do Parecis (5ª), 
Nova Ubiratã (6ª), 
Querência (8ª), 
Diamantino (9ª), 
Lucas do Rio Verde (11ª), 
Primavera do Leste (12ª), 
Itiquira (15ª), 
Campo Verde (17ª), 
Santa Rita do Trivelato (18ª), 
Ipiranga do Norte (19ª) e 
Tuparah (20ª).

Dentre as cidades, Ipiranga do Norte e Tapurah, ao contrário dos demais municípios mato-grossenses, não figuravam no ranking de 2010, apontou o Instituto.

As 14 cidades da unidade federada foram responsáveis por 16,3% da produção nacional de soja. 

As demais 
Outros produtores de soja em 2011 foram: Formosa do Rio Preto (com participação de 1,5% na produção nacional) e São Desidério (0,9%), ambos localizados na Bahia; e Jataí (1,2%), Rio Verde (1,1%) e Cristalina (0,8%), em Goiás, elencou.

Crer em Deus ainda faz sentido?

Dom Odilo P. Scherer para O Estado de S.Paulo 

243042.jpg (286×320)No dia 11 de outubro passado, o papa Bento XVI abriu um "Ano da Fé" para toda a Igreja Católica. A iniciativa coincide com o 50.º aniversário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II, levada a efeito a seu tempo pelo papa João XXIII. São objetivos do "Ano da Fé" o reencontro dos fiéis com as raízes e as razões da fé da Igreja, sua melhor compreensão e um novo impulso na transmissão do patrimônio da fé, que os cristãos vivem e partilham com a humanidade há 20 séculos. 

Pareceria que não faz mais sentido crer em Deus em nossos dias, sobretudo diante da afirmação da racionalidade científica e tecnológica. Há ideias bem diversas sobre a fé, nem sempre compatíveis entre si: há uma fé natural, que se confunde com um desejo intenso, há fé nos projetos humanos e até fé na ciência e na tecnologia. Sem entrar no mérito de cada uma dessas formas de uso do conceito "fé", e respeitando a forma como cada um crê ou não crê, desejo tratar aqui da fé sobrenatural em Deus e daquilo que decorre dessa fé, no sentido cristão de crer - mais exatamente, da Igreja Católica, à qual me dedico. 

As perguntas que o próprio papa Bento XVI fez na

Essa é a situação do clube de maior torcida do Brasil

Fla sofre com penhora, adia sonho de CT e vê planejamento comprometido para 2013 

UOL 
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O atraso no pagamento dos salários de jogadores e comissão técnica não foi o único problema causado pelo bloqueio das receitas do Flamengo na Justiça em função de problemas nos tribunais dos anos de 2007, 2008 e 2009. Sofrendo com a penhora de verbas de patrocínio, o rubro-negro teve que adiar o sonho de ver o centro de treinamento do futebol profissional pronto ainda este ano. 

E o atraso na entrega dos módulos profissionais do CT Ninho do Urubu compromete o planejamento do departamento de futebol para 2013. Tudo porque a diretoria pretendia realizar a pré-temporada do time, em janeiro, no local, o que não poderá ser feito. Com a inviabilidade, o clube terá que correr contra o tempo e buscar um local fora do Rio de JE não é apenas a falta de tempo que preocupa a logística do Flamengo. 
Os gastos de uma possível pré-temporada longe da capital fluminense já assustam, principalmente após o clube ter cortado os custos deste período nos dois últimos anos, quando esteve em Londrina e, através de parcerias e bilheterias de amistoso, e fez sua preparação com investimentos quase zero. 

O vice-presidente de patrimônio do clube, Alexandre Wrobel, confirma o andamento devagar das obras em função do corte de verba e revela que ficou com um gosto amargo por não conseguir entregar o CT ainda neste ano, como prometido. 

"Fica aquele gostinho que não é legal. Estamos com quase 80% da obra concluída, mas tivemos que reduzir o ritmo em função de problemas financeiros e isto complicou tudo. Não vamos inaugurar quando pretendíamos. Está tudo quase pronto, mas falta o acabamento. Sem isso, não é possível ter pré-temporada ou qualquer período de treinos aqui", explicou Wrobel. 

"Todo equipamento já foi comprado. Algumas camas já têm até TV a cabo, mas não adianta ter aparelho e não ter o piso. Já temos os equipamentos da sala de ginástica, mas falta revestir algumas partes. É complicado. Vamos esperar a liberação da receita. Com o ritmo normal da obra voltando, entregamos o CT em quatro meses", detalhou o vice de patrimônio rubro-negro. 

A obra, que esteve a todo vapor até o final de setembro, sofreu uma redução de quase 65% do seu quadro de operários nas últimas semanas. 

O departamento de finanças ainda não estipulou um prazo para que a verba seja liberada e a obra, retomada. Um empréstimo que tentou ser feito em um banco parceiro do clube não foi aprovado. Agora, a diretoria estuda o adiantamento de cotas de patrocínio dos próximos anos para tocar o CT e também pagar os salários atrasados. 

Enquanto isso, o departamento de futebol estuda as alternativas para salvar sua pré-temporada sem depender do dinheiro que não chega. Em último caso, o diretor executivo de futebol do clube, Zinho, cogita manter os jogadores hospedados no hotel que serve de concentração, na Barra da Tijuca, no mês de janeiro seguir treinando nos campos que já estão prontos do centro de treinamento. O regime adotado seria o mesmo de uma pré-temporada, mas sem os mesmos desgastes de viagem e dinheiro.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A criminalidade no primeiro escalão

Alckmin perdeu a chance de sugerir a Dilma e ao ministro Cardozo que tentem reduzir a taxa de criminalidade no primeiro escalão 

Augusto Nunes (*) 

thumb115x165__200909040126460.augusto nunes.JPG (115×165)A uma velocidade de 70 piscadas por minuto ─ quem não está mentindo se mantém na média de 10 a 15 ─, o ex-jornalista Rui Falcão liberou a população de São Paulo para circular pelas ruas sem sobressaltos e dormir em paz. Como a presidente da República e o ministro da Justiça celebraram uma parceria com o governador em apuros, avisou o dirigente do PT, a onda de violência que assusta os paulistanos há algumas semanas está com os dias contados. 

O PCC só andou matando policiais e a PM andou matando bandidos ─ além de civis inocentes, registrou o campeão mundial de piscadas por minuto ─ porque os xerifes tucanos demoraram demais para chamar o delegado federal. Na discurseira, Falcão ensinou que se o Palácio dos Bandeirantes abrigasse não Geraldo Alckmin, mas um militante do PT, o companheiro no poder pediria socorro a Dilma Rousseff assim que ouvisse um disparo. A chefe acionaria por telefone José Eduardo Cardozo, que entraria imediatamente em ação para deixar claro que com o PT ninguém pode. 

Se lembrasse que foi eleito pela oposição, Alckmin poderia desmontar com três ou quatro constatações o palavrório cafajeste. Para começo de conversa, ressalvaria que o PCC talvez fosse desbancado do ranking das maiores organizações criminosas se a lista incluísse quadrilhas com representação no Executivo, no Legislativo e no Judiciário. Depois, recomendaria à presidente que cuidasse de vigiar as fronteiras, suprir as carências da Polícia Federal e reduzir a criminalidade no primeiro escalão. 

Em menos de dois anos de governo, deveria sublinhar o alvo de Rui Falcão, Dilma foi obrigada a livrar-se de sete ministros envolvidos em assaltos a cofres públicos. Caso esteja efetivamente interessada em combater a bandidagem, a presidente deve antecipar-se a denúncias da imprensa e demitir mais quatro prontuários ainda infiltrados na equipe ministerial. E não custa nada aconselhar o padrinho a parar de aparecer em fotografias confraternizando com delinquentes procurados pela Interpol. 

Se fosse oposicionista, enfim, o governador tucano recordaria que, a cada quatro anos, o PT não lança candidatos ao governo paulista; lança ameaças. Em 2002, por exemplo, ao vencer José Genoino, Alckmin impediu que São Paulo caísse nas mãos de um mensaleiro condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha. Repetiu o bom trabalho consumado por Mário Covas em 1994, quando impediu que José Dirceu fizesse no Palácio dos Bandeirantes o que fez na Casa Civil. 

A lista de candidatos de alta periculosidade mistura condenados à cadeia e condenados ao naufrágio administrativo. Nessa segunda categoria o destaque é Aloizio Mercadante, que colocou os paulistas em perigo nas eleições de 2006 e 2010. Segundo o PT, Alckmin não controla o PCC nem a polícia. Pelo menos tem tentado. Caso Mercadante fosse o vitorioso, o gabinete do governador estaria provavelmente deserto. Antes que terminasse o primeiro tiroteio, o Herói da Rendição teria batido em retirada.

(*) Jornalista e Ex-Diretor do Jornal do Brasil, do Jornal  Gazeta Mercantil e Revista Forbes. Atualmente na Revista Veja

Dois golaços das Faculdades Integradas do Tapajós (FIT)

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PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO O RECONHECIMENTO DOS CURSOS DE MEDICINA VETERINÁRIA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 

Através das Portarias 217 e 220, publicadas no D.O.U. do dia 06 de novembro de 2012, o Ministério da Educação RECONHECEU os cursos de Medicina Veterinária e Tecnologia da Informação, respectivamente, das Faculdades Integradas do Tapajós - FIT, portarias em anexo. 

A FIT é a única Instituição de Ensino Superior que oferece estes dois cursos, em toda região oeste do Estado do Pará. As primeiras Turmas de ambos os Cursos terão suas respectivas colações de grau em janeiro de 2013. 

FIT OFERECE BOLSA DE ESTUDO 

Continuam abertas as inscrições para o Vestibular Agendado 2013, das Faculdades Integradas do Tapajós. 

Agora com concurso de BOLSA DE ESTUDO de até 100%. 
Escolha um dos 13 cursos da FIT e seja universitário AGORA! 

Direito, Medicina Veterinária, Jornalismo, Publicidade & Propaganda, Redes de Computadores, Tecnologia da Informação, Enfermagem, Contabilidade, Biologia, Serviço Social, Gestão Empresarial, Processos Gerenciais e Administração. Bolsa de Estudo de 100%, 70%, 50% ou 30% para os cursos de Biologia, Gestão Empresarial e Tecnologia em Processos Gerenciais. 

Consulte o Regulamento em www.fit.br Tem mais: DESCONTO DE 5% na antecipação do pagamento das mensalidades para TODOS OS CURSOS. 
AGORA DÁ PARA VOCÊ ESTUDAR na Faculdade que tem a melhor e mais moderna infraestrutura da região. 

PRÓXIMAS PROVAS: dia 1º de dezembro; 12 e 27 de janeiro de 2013. Com a FIT nada se compara. Informações e inscrições na Rua Rosa Vermelha, 335, fone 3523.5088 ou no site www.fit.br

Alzheimer,

Sobre o Alzheimer, vale a pena ler mesmo que você não tenha este problema na família. 

Roberto Goldkorn (*) 
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Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia 'o Infalível'. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto. Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu: esternocleidomastóideo. 

O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer. Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que....', frase que me dá arrepios. 

E o que fazer... para evitarmos essas drogas? 
Como? 
Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida 'bandida'. 

Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer. Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos. 

Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos.. Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos. 

Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7 de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso. 

Quem poderá salvar os guarani-caiovás?

Washington Novaes (*) 

w-novaes.jpg (667×1010)Há mais de 20 anos - 15 dos quais nesta página - o autor destas linhas escreve sobre a situação dramática dos índios guarani-caiovás, em Mato Grosso do Sul (MS). Naquele tempo já eram centenas os casos de suicídio entre essa gente (a segunda maior etnia indígena no País, 45 mil pessoas). E já nesse tempo eles não tinham onde viver segundo seus formatos próprios - as terras para as quais gradativamente os expulsavam eram muito pequenas, não permitiam manter a tradição de plantar, colher, caçar, pescar. Fora de suas terras, sem formação profissional adequada, seguiam a trajetória fatal: trabalhar como boias-frias, tornar-se alcoólatras, mendigos, loucos. E suicidas, como o jovem de 17 anos que se matou no dia seguinte ao de seu casamento - enforcou-se numa árvore e, sob seus pés, na terra, deixou escrito: "Eu não tenho lugar". 

Quando ganhou espaço na comunicação a atual crise em dois hectares onde vivem 170 índios (Estado, 29/10), dois dias antes se suicidara um jovem de 23 anos, pelas mesmas razões. Felizmente, a desembargadora Cecília Mello, do Tribunal Regional Federal, determinou que os guarani-caiovás permaneçam na área até que se conclua a delimitação da que lhes deve caber - e onde estão "em situação de penúria e falta de assistência", o que, segundo ela, "reflete a ausência de providências do poder público para a demarcação das terras". Dizia o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), nesse momento, que 1.500 guarani-caiovás já se haviam suicidado. 

Só pode levar ao espanto trazer à memória que havia 5 milhões de índios ocupando os 8,5 milhões de quilômetros quadrados em 1500, quando aqui chegaram os colonizadores - ou seja, cada um com 1,7 quilômetro quadrado, em média. E hoje os guarani-caiovás da aldeia em questão precisam ameaçar até com suicídio coletivo para manterem 170 pessoas em dois hectares, 20 mil metros quadrados, menos de 120 metros para cada um, pouco mais que a área de um lote dos projetos habitacionais de governos. Mas nem isso lhes concedem. 

O câncer não espera na fila

Cláudia Collucci (*) 

image.axd (200×150)Há uma semana o Senado aprovou o projeto de lei que fixa um prazo máximo (60 dias) para início do tratamento de pacientes com câncer pelo SUS. Ainda falta a sanção da presidente Dilma Rousseff, que dificilmente vetaria um projeto dessa natureza. 

Mas será que existe alguma chance de esse prazo ser respeitado pela rede pública? Tenho minhas dúvidas. 

O tratamento do câncer é uma das áreas mais críticas do SUS. Segundo relatório do Tribunal de Contas da União, em 2010, só 34% dos pacientes de câncer conseguiram fazer radioterapia. Outros 53% demoraram muito para conseguir uma cirurgia. 

O tempo médio de espera por uma quimioterapia foi de 76 dias. Apenas 35% dos pacientes foram atendidos em 30 dias, prazo que o próprio Ministério da Saúde recomenda e considerado o ideal pelos especialistas. Na radioterapia, são 113 dias de espera, em média. 

Apenas 16% são atendidos no primeiro mês. Isso sem contar o tempo precioso perdido entre o cidadão perceber que tem algo errado, conseguir consulta com especialista e encontrar vaga em centro oncológico. 

"Ué ..... não seria com dinheiro privado, senhor ex-presidente??????"

Dinheiro público responde por 89% dos R$ 6,7 bi gastos com estádios da Copa até agora 

acelerar_obras_da_copa_2014.jpg (400×233)UOL 

Dos R$ 6,7 bilhões aplicados até agora nas obras dos 12 estádios para a Copa do Mundo de 2014, R$ 4 bilhões foram investimentos do governo federal, e apenas R$ 612 milhões vieram da iniciativa privada, ou 10.94% do total. 

As informações estão no mais recente relatório do TCU (Tribunal de Contas da União), aprovado nesta quinta-feira, em Brasília, referente ao acompanhamento pelo órgão dos gastos públicos para preparar o país à Copa das Confederações, em 2013, em Copa do Mundo, em 2014. 

Nas obras de mobilidade urbana, os investimentos já chegam a R$ 11,7 bilhões. Desse total, R$ 7,1 bilhões são financiamentos públicos federais e R$ 4,6 bilhões dos governos municipais, sendo zero a participação da iniciativa privada. 

O mesmo relatório apresenta um balanço sobre as aplicações nas obras de aeroportos, uma das últimas a ter início no rol das iniciativas para a Copa de 2014, embora seja o sistema aeroportuário brasileiro um dos maiores gargalos logísticos do país. 

Até agora, nos terminais aéreos, foram investidos R$ 7,3 bilhões, sendo R$ 3,6 bilhões do governo federal e R$ 3,6 bilhões da iniciativa privada. A forte participação empresarial nesse item deve-se à terceirização de alguns aeroportos para a empresas particulares, aliviando, assim, o ônus dos gastos públicos. ;.;.;.; Já sobre as obras de expansão e melhorias nos portos, os fiscais do TCU identificaram que até agora foram feitos apenas investimentos federais, num total de R$ 898 milhões. Os recursos, foram aplicados em sete frentes de trabalho: Fortaleza, Manaus, Natal, Recife, Santos, Rio de Janeiro e Salvador. 

Um dos setores que teve menos recursos financeiros aplicados é o de turismo. Segundo o relatório do TCU, assinado pelo ministro-relator, Valmir Campelo, o governo federal promoveu investimentos na ordem de R$ 194 milhões. Os governos municipais participam com R$ 18 milhões e é zero o interesse da iniciativa privada para o setor turístico da Copa. 

Nota do Blog: Apenas para refrescar a memória dos leitores: Em 2007, portanto há 5 anos atrás os responsáveis por essa megalomania disseram: 

Em dezembro de 2007, o então ministro do Esporte, Orlando Silva, em discurso no Rio de Janeiro, previu: “Os estádios para a Copa do Mundo serão construídos com dinheiro privado. Não haverá um centavo de dinheiro público para os estádios”. Nada mais longe da verdade. 

Em 2007, ao assinar garantias governamentais requisitadas pela FIFA aos países candidatos a sediar um mundial, o então presidente Lula afirmou que, ao contrário do que aconteceu no Pan do Rio de Janeiro, a iniciativa privada desempenharia um papel fundamental na Copa do Mundo. Segundo o presidente, a iniciativa privada teria que “construir os palcos para os eventos”. 

Uma vergonha .. em qualquer país sério essas duas figuras, entre outras, estariam respondendo processos por usarem dinheiro público sem planejamento. Palhaçada pura. Mas, o povo que gosta de pão e circo aplaude ...

Nada como ter um filho gênio ...

Investigação sobre negócios de filho de Lula é arquivada 

Folha de São Paulo 
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O Ministério Público e a Polícia Federal arquivaram investigações sobre suspeitas de tráfico de influência nos negócios do filho mais velho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fabio Luis, sete anos depois de iniciadas. 

Em 2005, a Gamecorp, uma pequena empresa criada um ano antes por Lulinha, como é conhecido Fabio Luis, recebeu um aporte de capital de R$ 5 milhões da antiga Telemar, a empresa de telefonia que depois se fundiu com a Brasil Telecom para criar a Oi. 

Após o aporte, o governo Lula alterou as regras do setor de telecomunicações para viabilizar a fusão da Telemar com a Brasil Telecom, com o argumento de que era necessário criar uma grande empresa nacional no setor. 

Como a empresa é concessionária pública e tem o BNDES como sócio, o Ministério Público Federal abriu um inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência e para averiguar se a transação deu prejuízo para os sócios da operadora de telefonia. 

Nenhum depoimento foi tomado. O Ministério Público apenas enviou pedidos de informação à Gamecorp, à Telemar e ao BNDES, e perguntou à operadora e ao banco se eles sabiam que o filho de Lula era dono da Gamecorp. 

Após receber as respostas, o Ministério Público concluiu que não houve nada irregular na transação. A investigação da Polícia Federal limitou-se a reunir reportagens jornalísticas publicadas sobre o caso. A decisão pelo arquivamento foi tomada pelo Ministério Público em agosto e ainda não foi publicada. 

Ao explicar aos superiores por que o caso deveria ser arquivado, o procurador Marcus Goulart reconheceu que o investimento de uma empresa do porte da Telemar numa companhia desconhecida como a Gamecorp "pode causar espécie à primeira vista", e escreveu que "a estranheza toma proporções ainda maiores quando figura no quadro societário o filho do presidente da República". 

"Soma-se a isso alteração da norma que permitiu a compra da Brasil Telecom pela Telemar e poder-se-ia concluir apressadamente que o investimento na Gamecorp seria apenas um pequeno agrado", prosseguiu Goulart. "Todas essas ilações podem convencer os leigos, mas são absolutamente insuficientes para levar o operador do direito a tomar uma decisão." 

O advogado Roberto Teixeira, amigo pessoal do ex-presidente Lula, defendeu a Gamecorp no inquérito. Ao solicitar o arquivamento da investigação, Teixeira afirmou que "inexiste qualquer impedimento legal para que Fabio Luis possa participar de sociedade pelo fato de ser filho do atual presidente". 

O pedido de informações enviado à Gamecorp foi respondido por Teixeira quatro anos após o início do inquérito, e só depois que um estagiário do Ministério Público fez um resumo da situação do processo e apontou essa "lacuna" para seus superiores.

Nota do Blog: Impressionante . Primeiro que demoram 7 anos para analisarem o caso. Não tomam depoimento de ninguém. E arquivam por falta de provas. Uma empresa de fundo de quintal com um ano de vida recebe R$ 5 milhões de reais de um fundo perdido .,, e tudo é considerado normal... Ah .. se na Doces Giovannini caíssem R$ 5 milhões fico imaginando o que MP, Receita Federal iriam fazer ... mas, sou filho do seu Leontino. Eta país do faz de contas ... O cara é gênio .,., de estagiário do Zoológico de São Paulo, a dono de em empresa ligada a telefonia e de repente um aporte de R$ 5 milhões ... Somente com gênios ocorre isso ... 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Se o dinheiro acabou, por que acabou?

Edilberto Sena (*) 

edilberto1.JPG (946×1321)O que foi que aconteceu com a prefeitura de Santarém? Nem o lixo está sendo recolhido nas comunidades de Eixo Forte, nem em Mojuí; as obras do PAC estão sem conclusão, o porto da Praça Tiradentes, se é que aquilo pode ser chamado de porto, continua sendo usado por falta de um porto digno, se o bosque do Saubal não tem nenhum cuidado por parte da Secretaria de Meio Ambiente, se há obras e serviços parados, dois meses antes de terminar o mandato, o que foi que aconteceu? 

A empresa de coleta de lixo, simplesmente resolveu castigar a população por que a prefeita atrasou o pagamento do contrato. Por que punir a população de Mojuí, de Cucurunã e São Brás? Todos pagam IPTU, outros impostos e taxas, como ´que a prefeitura corta contrato com a empresa coletora, sem explicar, sem dar satisfação aos munícipes. 

Toda administração pública se supõe que tenha planejamento, tenha orçamento anual, aprovado pela Câmara de Vereadores, os contratos como o da coleta de lixo têm prazo de início e fim, certamente com recursos calculados. Como é que dois meses antes do fim do mandato falta dinheiro para cumprir os compromissos? O portal da transparência municipal não esclarece, mas a população que paga seus impostos tem direito a explicação convincente para esses serviços inacabados, com grave prejuízo aos munícipes. 

Se o dinheiro acabou antes do tempo, por que acabou? Foi mal administrado? Foi mal calculado no orçamento? O lixo amontoado na estrada do Saubal, o lixo amontoado nas ruas da cidade de Mojuí, o crime ambiental na Rodovia Fernando Guilhon, com toda a vegetação destruída por uma imobiliária sem que ninguém diga nada, revelam que a administração pública parou dois meses antes do fim do mandato. Pararam os serviços mas não pararam os salários de secretários incompetentes e da própria prefeita Isso é grave, muito grave! Ninguém reage? Por que a população sofre as consequências e fica calada, ou apenas murmurando a baixa voz?

(*) Sacerdote é Diretor da Rádio Rural de Santarém (PA)

Gonzagão na Coréia

Asa Branca na Coréia !! Fantástico 

De um jeito coreano mas também muito brasileiro! 
Imagine o nosso Rei do Baião, na dimensão em que se encontra, feliz tocando a sua sanfona junto. 

centenário+de+luiz+gonzaga.jpg (600×518)É bom saber que o Brasil lá fora não é só conhecido pelas belezas naturais, carnaval, futebol e mulatas desnudas, mas também é conhecido e apreciado por suas músicas populares. 
Viva Gonzagão,Tom Jobim, Caetano, Chico Buarque!!!; e tantos outros autores de bom gosto. Se for brasileiro, vai se emocionar ! 

Ouvir Asa Branca do saudoso Gonzagão, nosso Rei do Baião, retrato da realidade do sertão nordestino, tocado e cantado com tanta sensibilidade na Coréia, por coreanos, é de arrepiar. 

O saudoso Luiz Gonzaga, o "Rei do Baião", é muito lembrado, quando nesta época está sendo comemorado o seu centenário de nascimento. 

Por este vídeo (link abaixo), vemos um grupo da Coréia, que toca e canta, ao jeito coreano, um dos maiores sucessos do cantor pernambucano, que foi "Asa Branca". 

http://youtu.be/Eq8a6RVhrZ8

Logística: os velhos problemas de transporte

Agrolink 

blog-logistica-transito-caminhoes-br1011.jpg (259×194)"A vitória é a flor mais bonita, brilhante e colorida. Transporte é o caule sem o qual ela nunca teria desabrochado”. Tais palavras foram ditas por Winston Churchill após o desembarque bem sucedido de milhares de soldados na Normandia em 6 de junho de 1944, o chamado dia D. 

Ao longo da história, vitórias foram conquistadas, civilizações e países se desenvolveram somente após resolverem problemas logísticos, especialmente no que se refere ao transporte. Não é segredo algum que a logística tem sido um dos grandes entraves ao desenvolvimento brasileiro, mas o que torna esse conhecimento tão incômodo é o fato de estarmos convivendo com esses problemas há décadas. 

Em algumas áreas, o país sempre mostrou uma grande capacidade de se adaptar e conviver “pacificamente” com os seus problemas, talvez pensando que princípios darwinianos naturalmente fariam o Brasil emergir como grande potência. Todavia, o lugar de relativo destaque do país na “Nova Ordem Mundial”, de crise das nações desenvolvidas e crescimento dos países emergentes, pode nos levar a crer que tal política tem dado resultado, mas fica a sensação de que poderíamos estar muito melhor com a solução desses velhos problemas.

Sempre que o Brasil colhe uma safra recorde, os referidos problemas ficam mais aparentes, incomodam um pouco mais e a mídia dá uma atenção maior. O tempo passa e a cada nova safra os problemas persistem. 

Nesse sentido, no que tange à questão logística, a ocorrência de uma conjunção de fatores fez de 2012 um ano atípico, especialmente para o mercado de milho. 
A expectativa de recordes, tanto na safra dos Estados Unidos como na segunda safra de milho no Brasil, inicialmente provocou uma baixa nos preços do grão no decorrer dos meses de maio e junho.