segunda-feira, 4 de julho de 2011

Frase




"Quando um tenista me derrota cinco vezes consecutivas, é porque atualmente o meu jogo já não o incomoda tanto. Perdi porque joguei contra o melhor tenista do momento. Quando você enfrenta esse jogador e ele joga bem, o normal é perder. Foi o que aconteceu nas últimas vezes".

Rafael Nadal, tenista espanhol, ex-número 1 do mundo e que perdeu para o sérvio Novak Djokovic neste domingo o torneio de Wimbledon, sendo que sua ultima derrota nesse torneio havia sido em 2007.

Outro rolo

Denúncia ameaça ministro dos Transportes e abre crise na base

Estadão

O afastamento da cúpula do Ministério dos Transportes por suspeita de corrupção pela presidente Dilma Rousseff no final de semana deixou o ministro Alfredo Nascimento em posição insustentável no comando da pasta, na avaliação de aliados do Palácio do Planalto no Congresso. A queda do ministro é esperada em breve pelos governistas e a oposição avalia a apresentação de um pedido de criação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o caso.

A rapidez com que Dilma atuou no episódio levantou ressentimentos na base. Parlamentares aliados previam, ontem, dificuldades futuras para a presidente na relação com os partidos que a apoiam no Legislativo. Eles sustentam que a presidente humilhou o PR, que comanda o Ministério dos Transportes, e fragilizou a confiança com a base pela forma com que agiu.

Dilma anunciou o afastamento assim que a revista Veja começou a circular com a denúncia sobre um esquema de cobrança de propinas na pasta, na manhã de sábado, sem dar chance ou prazo para explicações ao ministro Alfredo Nascimento. Esses fatos, avaliam governistas, revelam que Dilma já pretendia fazer mudanças no ministério e aproveitou a oportunidade.

Nos bastidores, as desconfianças com a presidente vão além. Setores da base afirmam não ter dúvidas de que as informações sobre o suposto esquema foram passadas à revista por integrantes do próprio governo.

Reportagem publicada pela revista revela o funcionamento de um esquema montado nos Transportes baseado na cobrança de propinas de 4% das empreiteiras e de 5% das empresas de consultoria que elaboram os projetos de obras em rodovias e ferrovias.

Foram afastados pelo governo o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, o presidente da Valec Engenharia, José Francisco das Neves, o chefe de gabinete do ministério, Mauro Barbosa Silva, e o assessor Luís Tito Bonvini.


Nota do Blog: Parece brincadeira. Todo o santo dia há notícias de corrupções nos diversos governos. Pode ser de âmbito federal, estadual ou mesmo municipal. Todo mundo quer se dar bem usando dinheiro público. Todo mundo quer tirar o seu. Um desvio na merenda escolar, um desvio numa licitação, desvio numa compra de material hospitalar, enfim, todos querem tirar uma lasquinha. Pior que são afastados, investigados, muitos até são presos e depois soltos através de habeas corpus, mas, ninguém fala do dinheiro desviado. Por menor que ele seja, não se lê que o dinheiro surrupiado por alguém serã devolvido, ou que a mansão ou a fazenda, ou os carros do fulano foram penhorados para pagamento d desvio. A ganância, aliada a falta de punição alimenta a tentação de se sairem bem, e a maioria se sai, o que é pior. 

Descaramento sem pudor

Veja quanto podem ganhar o prefeito e os secretários municipais de São Paulo

Folha de São Paulo

A Câmara de São Paulo deverá apreciar nesta semana, em segunda e última votação, o projeto de lei que determina um aumento salarial para o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (ex-DEM), além de prever um reajuste no contra-cheque dos secretários municipais para o ano que vem.

A proposição, que tramita sob o número 303/2011 e foi criada pela Mesa Diretora, estabelece que a remuneração do chefe do Executivo passe de R$ 20.042 para R$ 24.117 (20% a mais) em 2012.
O mesmo texto sugere que os responsáveis pelas pastas municipais recebam R$ 19.294, ou seja, 250% a mais dos R$ 5.344 pagos atualmente.

Reavaliar os subsídios que serão recebidos pela cúpula do governo paulistano é uma obrigação anual dos vereadores –no entanto, eles podem decidir pela permanência do mesmo valor do exercício anterior.
Neste ano, os parlamentares favoráveis às alterações (a primeira votação, realizada no último dia 30, teve placar de 37 a 12) afirmam que estão cumprindo a lei, ao adequar os vencimentos de Kassab em relação ao salário dos deputados estaduais.

Por um decreto legislativo de 1992, o prefeito deve receber 75% (mais 1/3) do salário dos parlamentares da Assembleia Legislativa. Esse valor, no entanto, sofreu uma alteração recentemente, em dezembro do ano passado. Na ocasião, o Congresso Nacional aumentou o salário dos deputados federais, o que gerou um efeito cascata nas assembleias estaduais (os vencimentos dos deputados estaduais são atrelados aos dos deputados federais).

Publicamente, Kassab já afirmou que não faz questão do aumento –e promete não aceitar os recursos a mais. De toda forma, o político é enfático ao afirmar que seus secretários devem ir para outro patamar de remuneração, para equiparar minimamente os vencimentos com os observados na iniciativa privada.
O posicionamento do prefeito é uma tentativa de contornar as críticas que recebeu da imprensa por seguir uma cultura histórica de turbinar o contra-cheque dos secretários os incluindo nos conselhos de empresas estatais.

Participando de poucas reuniões mensais, os secretários podem receber aportes que vão de R$ 3.000 a R$ 6.000. O secretário municipal de Saúde, Januário Montone, por exemplo, está em três conselhos (CET, Prodan, SP Urbanismo), recebendo cerca de R$ 15 mil a mais do que seu salário nominal.
Se o projeto 303/2011 for aprovado na Câmara, todos os secretários deixarão de receber pela participação nos conselhos, apesar de terem a liberdade de continuar com a vaga no colegiado. Para Kassab, a mudança daria mais “transparência” aos gastos.

Nota do Blog: Para quem já conseguiu aprovação de isenção de impostos em torno de R$ 400 milhões para construção de estádio de futebol, conseguir aprovação para aumento do próprio salário é moleza. Enquanto um aposentado luta desesperadamente para conseguir sobreviver (quando consegue) com seu mísero salário e os aumentos quando obtidos são de irrisórias percentagens, essa raça política que infesta nosso País como um verdadeiro câncer, consegue obter aumentos para sí e para os amiguinhos na ordem de 80%. Uma vergonha que demonstra um descaramento sem pudor, sem escrúpulos. Nada justifica a necessidade de tamanho aumento. Absolutamente nada.

domingo, 3 de julho de 2011

Aids entre os velhinhos

Dobram os casos de Aids na terceira idade em 10 anos

Avôs e avós fazem sexo, sim. E, sem proteção, também pegam Aids. De 1998 a 2008, os casos da doença entre pessoas acima de 60 anos no Brasil mais que dobraram, segundo dados de 2010 do Ministério da Saúde.

A via predominante de transmissão é por relação sexual heterossexual, em ambos os sexos.
Embora o número absoluto de casos ainda seja pequeno em comparação com outras faixas etárias, o ritmo de crescimento da doença entre os idosos é preocupante, afirma Eduardo Barbosa, diretor do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.

Sem o hábito --e, muitas vezes, sem o conhecimento-- de usar preservativos, esse grupo se expõe mais ao risco de contrair o vírus HIV, de acordo com Barbosa. "É difícil de mudar a mentalidade dessa população. Eles ainda encaram o sexo com camisinha como chupar bala com papel."

Além disso, para as mulheres o preservativo sempre esteve associado a um método contraceptivo. Como não estão mais em idade reprodutiva, não veem por que usá-lo.

VIDA SEXUAL ATIVA
O preconceito a respeito da vida sexual dessa população também dificulta a proteção. "Ninguém de nós vê nossos nossos avós como sexualmente ativos, e isso dificulta o diagnóstico e o acesso à prevenção", diz Barbosa.

Os idosos têm ainda a ideia de que a Aids é uma doença de jovens e que estão à margem do risco, segundo o infectologista do hospital Emílio Ribas Jean Gorinchteyn, autor do livro "Sexo e Aids depois dos 50".

Internet pode dar demissão por justa causa

Usar a internet uma hora ou mais por dia com pesquisas sem relação com a atividade profissional, acessar redes sociais, mandar e-mails com piadas, assistir a vídeos no YouTube. O que pode e o que não pode ser feito na web no local de trabalho? Uma simples navegação considerada inocente pelo empregado pode ser encarada como falta grave pelo empregador e até levar à demissão por justa causa.

Isso pode ocorrer se a empresa considerar que está havendo mau uso das ferramentas corporativas e encaixar a conduta no Artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que permite a dispensa por justa causa quando há mau procedimento, quebra de confiança, insubordinação, entre outros fatos relacionados ao comportamento no ambiente profissional.

Pesquisa com 1,6 mil pessoas feita pela Triad, empresa de consultoria em produtividade, mostra que 80% delas gastam até três horas do tempo de trabalho com atividades que não contribuem para o serviço, e boa parte está ligada à internet. “Por isso, as empresas precisam controlar o acesso dos funcionários”, diz Christian Barbosa, diretor executivo e responsável pelo levantamento.

O estudo ainda mostra que 35,6% dos profissionais afirmam que a rede de computadores em si é o que mais desvia o foco do trabalho. Além disso, 27,3% gastam tempo com e-mails e 21,4% navegam pela web aleatoriamente. Quando questionados sobre qual atividade é realizada no período em que estão “matando o trabalho”, 40,9% dizem repassar piadas por e-mail, 26,1% trocam links do YouTube com colegas, 20,6% jogam games online e 11,1% veem pornografia.

Os casos de demissão por motivo justificado mais conhecidos envolvendo má conduta são relacionados ao acesso a conteúdo pornográfico no expediente. O advogado Ricardo Zilling Martins, especialista em direito do trabalho do escritório Viseu Advogados conta que um empregado de uma empresa do setor de tecnologia da informação foi dispensado por justa causa por passar sete horas do expediente diário em sites de pornografia. Ele chegou a recorrer da decisão, mas perdeu, pois a empresa conseguiu apresentar provas do mau procedimento do ex-funcionário.

Em outro caso, a advogada também especialista em direito do trabalho, Karina Alves, do escritório Simões Caseiro Advogados, conta que um trabalhador foi demitido porque criou um blog para falar mal de seu superior, cujo conteúdo era escrito no próprio local de trabalho. “Há casos incontestáveis pela lei. Em um escritório de contabilidade foi descoberto um grupo de funcionários que cometia crimes usando os computadores da empresa”, relata.

A recomendação dos especialistas em recursos humanos e direito do trabalho é que as empresas adotem um manual de conduta ou pelo menos tornem claras as regras quanto ao uso da web, como pode ser feito, em que horário e o que pode ser acessado.

“As grandes empresas já adotaram isso, pois nem sempre os gestores conseguem conversar diretamente com todos os funcionários. Mas para pequenas empresas, a conversa pode ser no dia a dia, ou explicitar no contrato de trabalho”, diz Martins.

Porém, antes de demitir o funcionário por justa causa, a empresa precisa fazer uma advertência por escrito. “Tem de dar a oportunidade para o empregado se redimir, mudar a postura”, afirma o advogado do escritório Viseu. E também deve levantar provas de que o trabalhador tinha problemas de comportamento no ambiente profissional. Isso pode ser feito com sistemas de monitoramento, que permitem à companhia ver o que o funcionário está acessando na rede de computadores e por quanto tempo.

“As empresas precisam incentivar o uso consciente da internet no ambiente de trabalho, discutir a produtividade. E deve haver bom senso, de ambos os lados”, diz Barbosa.

Hipocrisia Futebol Clube

Certamente o ex-presidente e senador Itamar Franco, mesmo que quisesse,  não poderia imaginar conseguir ter esse expressivo time para lhe velar junto ao seu caixão como típicas "Carpideiras do Nordeste". 
José Sarney, Collor de Mello, Lula, Michel Temer e Mercadante.  Como diria Milton Leite: "Meu Deus!!!". Coisas que somente a falsidade da política nacional consegue.

Terra Legal

Terra Legal: edital cobre 100% das terras federais na Amazônia Legal

Até 2012, 100% das terras públicas federais da Amazônia Legal estarão georreferenciadas.

O Terra Legal publicou em 15 de junho edital para contratar a medição de 143,1 mil quilômetros lineares em 218 municípios do Amazonas, Acre, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins.

Em 21 dias, as empresas estarão definidas. Com a ação, o Terra Legal vai identificar imóveis rurais e núcleos urbanos localizados nas terras federais desses estados, o que possibilitará a regularização fundiária e todos os benefícios que a segurança jurídica traz, como controle do desmatamento e redução dos conflitos por questões agrárias.

Esta é segunda grande contratação de georrefereciamento na região.

Em agosto 2010, as equipes de campo iniciaram a medição de mais de 100 mil quilômetros lineares. "As equipes estão percorrendo todas as terras federais não destinadas da Amazônia. Isso significa, além de conhecer todo território, dar nome e CPF para cada imóvel", explica a secretária de regularização fundiária na Amazônia Legal, Shirley Nascimento.

O Terra Legal cadastrou 89.568 ocupações em 10,94 milhões de hectares, na área rural. Mais de 13,8 mil imóveis estão medidos e os produtores serão titulados. "Medimos mais de 1,5 milhão de hectares no período mais difícil de trabalho na Amazônia, quando as chuvas são intensas e o trabalho é mais custoso. Agora é chamar os produtores, verificar a documenta&ccedi l;ão que falta e dar os títulos", concluiu a secretária.

O trabalho das equipes de georreferenciamento realizado nos Estados do Pará, Amazonas, Acre, Tocantins, Rondônia, Mato Grosso e Maranhão soma mais de 34 mil quilômetros lineares, o equivalente a quatro idas e voltas na Rodovia Transamazônica (BR 230), que começa em Cabedelo, na Paraíba, termina em Lábrea no Amazonas e corta os estados do Ceará, Piauí, Maranhão, Tocantins e Pará.

Na área urbana, o programa mediu 114 núcleos urbanos e já doou 57 a 38 municípios de cinco estado, beneficiando 287.050 habitantes

Morre Mário Chamie

Mário Chamie (*)

Cava,
então descansa.
Enxada; fio de corte corre o braço
de cima
e marca: mês, mês de sonda.
Cova.

Joga,
então não pensa.
Semente; grão de poda larga a palma
de lado
e seca; rês, rês de malha.
Cava.

Calca
e não relembra.
Demência; mão de louco planta o vau
de perto
e talha: três, três de paus.
Cova.

Molha
e não dispensa.
Adubo; pó de esterco mancha o rego
de longo
e forma: nó, nó de resmo.
Joga.

Troca,
então condena.
Contrato; quê de paga perde o ganho
de hora
e troça: mais, mais de ano.
Calca.

Cova:
e não se espanta.
Plantio; fé e safra sofre o homem
de morte
e morre: rês, rés de fome
cava.

(*) Poeta e Crítico brasileiro. Era formado em Direito pela Universidade de São Paulo.[1] Foi secretário municipal de Cultura de São Paulo e criou a Pinacoteca Municipal de São Paulo, o Museu da Cidade de São Paulo e o Centro Cultural São Paulo. Faleceu hoje pela manhã em São Paulo aos 78 anos vítima de uma parada cardiaca.

Aonde nós vamos parar !!!!!!!!

Reforma entra em vigor amanhã e muda a prisão preventiva

Folha de São Paulo
Dez anos e algumas polêmicas depois, entram em vigor amanhã mudanças no Código de Processo Penal. Entre elas está a proibição da prisão preventiva para crimes com pena menor ou igual a quatro anos.

Alguns desses crimes são formação de quadrilha ou bando, manutenção em cárcere privado, furto comum e contrabando.
Também não poderão ser preventivamente presos os acusados pelas tentativas de abuso de incapazes, incêndio, falsificação de documento e estelionato, entre outros. Isso porque, quando o crime não é consumado, a pena é reduzida.

A prisão preventiva pode ocorrer durante a investigação ou no curso do processo criminal, antes da condenação. Ela tem por objetivo assegurar a aplicação da lei penal e evitar, por exemplo, que o acusado fuja no meio das investigações.
Até então, ela não podia ser decretada contra aqueles que cometeram crimes com pena de até dois anos.

O projeto de lei que sugeriu a mudança foi apresentado pelo Executivo em 2001, em conjunto com outras sete propostas, todas elaboradas por uma comissão de membros do Instituto Brasileiro de Direito Processual, como Ada Pellegrini Grinover, Antonio Magalhães Gomes Filho e Miguel Reale Jr.

Em 2004, o projeto foi apontado como 'essencial à modernização do processo penal'. Mesmo assim, a lei demorou dez anos para ser aprovada e sancionada.

MEDIDAS CAUTELARES
A principal justificativa para a mudança é que não faz sentido prender provisoriamente pessoas acusadas por tais crimes, já que alguém condenado por eles dificilmente será mandado para a cadeia e cumprirá apenas uma pena alternativa.

Assim, no lugar da pena privativa de liberdade, o juiz pode impor outras nove medidas cautelares que considere adequadas, como o uso de tornozeleira eletrônica, a restrição de frequentar determinados lugares ou a obrigação de comparecer em juízo periodicamente.
De acordo com dados do Depen (Departamento Penitenciário Nacional), aproximadamente 210 mil pessoas estão presas provisoriamente, o que significa 44% da população carcerária do país.

Esse número abrange, além da prisão preventiva, a prisão em flagrante e também a temporária.
'O que acontece é que aumenta a lista de medidas que o juiz pode usar para garantir a ordem pública. Vai alcançar o mesmo objetivo e terá um custo muito menor para a sociedade', afirma Marivaldo Pereira, secretário de assuntos legislativos do Ministério da Justiça.

Também de acordo com o Depen, a manutenção de um preso custa cerca de R$ 1.800 por mês. A medida cautelar mais cara, o monitoramento eletrônico, custa entre R$ 600 e R$ 800.
A mudança na lei vai afetar também as pessoas que já estão presas, mas o ministério não sabe afirmar quantas seriam soltas.

Pereira disse que cada Estado decidirá como aplicar a medida -se por meio de mutirões carcerários ou se a Justiça analisará cada caso individualmente, após o pedido do advogado.

Com a nova lei, mesmo nos crimes com pena superior a quatro anos, a prisão preventiva somente poderá ser decretada pelo juiz em último caso, se entender que nenhuma das outras medidas cautelares é adequada à situação.

Para os homens que reclamam muito !!!!!

As coisas deveriam funcionar assim:

Cada vez que um homem reclamasse de fazer a barba, ganharia inteiramente grátis uma depilação com cera quente na virilha.
Mas, virilha completa!

Como bônus ele ainda poderia escolher outra parte do corpo para ser depilada,
sejam as pernas, o buço ou as axilas.

Em caso de reclamação, o macho participante da promoção ganharia uma semana de menstruação com direito a todos os opcionais de fábrica: sete dias de sangramento + cólicas + dores no corpo + irritação + sensibilidade extrema.
Uma festa de hormônios para o deleite do reclamão!!

Na terceira reclamação do barbudo fresco, completar-se- ia a Cartela Premiada Ouro: Com três estrelinhas, ele teria direito a um parto normal incluindo os nove meses de gestação, dores na coluna, enjôos, dificuldade para andar, muitos quilos a mais e, na reta final, fortes contrações, dilatação de dez centímetros na genitália, um corte para facilitar a saída do bebê e a própria saída do bebê cabeçudo e que tem ombros!
Mas não é só isso!!!!!!!! !

Depois do parto, do cansaço e do esforço o ganhador da promoção ainda teria direito a ter a criancinha sugando seus mamilos com bastante força no incrível e mágico
momento da amamentação!

Faltou aí , usar calcinha minúscula, entrando no rego e apertada, mais soutien com aro bem apertado e salto bem alto e fininho por horas de pé...

E por fim, o PLUS: acordar cedo, preparar café, correr e trabalhar o dia todo, passar na academia, fazer comprar no supermercado, dar uma passadinha no salão, cuidar da "logística" da casa, pegar as crianças, dar atenção as crianças, preparar o jantar, estudar, arrumar material de trabalho para o dia seguinte. Tomar banho, e, quando for deitar estar prontinha, cheirosa, gostosa, cheia de tesão para o maridão como se tivesse passado o dia no spa!!!! É brincadeira????

E AINDA ASSIM OS HOMENS INSISTEM EM DIZER QUE AS MULHERES SÃO FRESCAS....



sábado, 2 de julho de 2011

Trainees

Empresas vão à caça de jovens talentos

Jornal da Tarde (SPO)

Estão abertas as portas para trabalhar nas grandes empresas. Há pelo menos 14 programas de trainee ou de jovens talentos com inscrições abertas e mais de 600 vagas sendo oferecidas. Mas quem deseja alguma dessas oportunidades precisa estar preparado.
Os processos de seleção envolvem entre cinco e seis etapas que podem durar até três meses. Mas o resultado final é compensador: média salarial entre R$ 3 mil e R$ 5 mil e programas que incluem até vivência internacional.

O programa de trainee é hoje a melhor forma de ingresso de jovens profissionais em grandes empresas, segundo Ismael Rocha, diretor de extensão e operações da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). “Quem perder essa oportunidade vai continuar uma carreira paralela e depois, de mais maduro e estruturado, pode ter condições de entrar novamente na empresa em um cargo de gestão. E isso pode demorar até dez anos depois de formado.”

Para aproveitar os programas é preciso estar ciente de que o processo seletivo não é fácil. De acordo com a gerente de projeto da Cia de Talentos, Taís Amaral, a média de inscritos é de 15 mil jovens por programa.

Até ser contratado como trainee, o jovem candidato passa por uma triagem de currículo, testes online, dinâmicas e entrevistas. São avaliados suas competências, capacidade de liderança, relacionamento interpessoal, idiomas, flexibilidade, foco em resultados, entre outros pontos.

“O programa de trainee busca um profissional diferenciado”, pontua a coordenadora de projetos da Foco Talentos, Adriana Roggieri. Segundo ela, as empresas observam a questão comportamental, e optam por um profissional com maturidade, que saiba lidar com gerações diferentes.

Trainees em ação
Bacharel em direito, Rodrigo Gaiardo, de 25 anos, passou pelo processo seletivo da Ernst & Young Terco em 2010 e hoje atua como trainee na área de assessoria para elaboração de declaração de Imposto de Renda de expatriados. Ele dá dicas para quem está de olho em uma vaga na edição deste ano. “É preciso ser dinâmico e estar disposto a enfrentar desafios”, destaca o jovem.

Para o gerente executivo do WTC Business Club São Paulo, Diego Pettinazzi, de 24 anos, que entrou no programa de trainee em 2008, o conselho é doar 100% de energia para a oportunidade. “Superar as barreiras que aparecem não é fácil, mas com transpiração e objetivos traçados o sucesso é alcançado. O programa proporciona ao jovem uma experiência ímpar de crescimento profissional e pessoal”, explica ele.

Outro ponto importante destacado por Ismael Rocha é não se limitar a analisar apenas o valor do salário. “Muitas vezes o salário não é tão sedutor, mas é preciso avaliar o projeto da empresa e as chances de crescimento”, afirma.

Para o diretor ESPM, o candidato não pode ser imediatista e antes de passar pelo processo já questionar quando chegará ao cargo de direção. “Antes disso, há um caminho a ser percorrido.”

A engenheira de produção Patrícia Dietrich passou pelo programa da Volkswagen em 2009. Hoje, ela atua na área de engenharia de manufatura. Desde que visitou a sede da empresa na Alemanha, aos 13 anos, decidiu que iria trabalhar em uma grande montadora.

“Para ter uma oportunidade na companhia, decidi estudar engenharia. Acabei sendo contratada e hoje tenho a chance de atuar em diferentes áreas”, conta ela.

A fusão e o dinheiro público

A fusão do Pão de Açucar com o Carrefour: o BNDES entra com R$4 bilhões para favorecer um empresário de estimação

Augusto Nunes (*)

Ao implodir todas as falácias forjadas pelo governo e pela direção do BNDES para explicar a inexplicável injeção de R$4 bilhões na fusão do Pão de Açúcar e do Carrefour, o artigo de Carlos Alberto Sardenberg publicado na seção Feira Livre deixou claro que a operação foi montada para favorecer o empresário Abílio Diniz. Para confirmar em última instância o curto e preciso diagnóstico do senador Aloysio Nunes Ferreira, que qualificou o negócio de “absurdo e escandaloso”, só faltava a entrada em cena do advogado Márcio Thomaz Bastos. Agora não falta mais nada: ao contratar o advogado-geral do Planalto para representá-lo, Abílio produziu simultaneamente uma confissão de culpa e outro indício veemente de que o governo se meteu em outra enrascada de bom tamanho.

Criminalista talentoso, Márcio vem esbanjando inventividade desde 2005, quando abandonou as funções de ministro da Justiça para livrar da cadeia os quadrilheiros do mensalão. Transformou crime em erro, ladrão em tesoureiro distraído e produto do roubo em recursos não-contabilizados. Decerto encontrará alquimias menos bisonhas que as apresentadas pelos trapalhões federais. O mais recente se ampara na necessidade de defender a pátria ameaçada por vorazes concorrentes internacionais. “O patriotismo é o último reduto dos canalhas”, disse o escritor inglês Samuel Johnson. Como qualquer generalização, essa também é perigosa. Mas se aplica exemplarmente aos nacionalistas de araque em ação neste início de inverno.

“O mérito da operação é criar maioria nacional num conglomerado internacional”, recitou nesta quinta-feira o mineiro Fernando Pimentel, que ganhou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior por ter naufragado na tentativa de virar senador. O fervor nacionalista contagiou o vice-presidente do BNDES, João Carlos Ferraz: “A bandeira verde e amarela é sempre importante”, declamou a jornalistas interessados em saber se a doação bilionária tem motivações técnicas ou políticas. Se fosse tão importante assim, deixaram de replicar os repórteres, o banco não estaria financiando aventuras em Cuba, na Venezuela e em outras paragens controladas por parentes ideológicos do PT.

É muito cinismo, berram os fatos. Até as gôndolas dos supermercados sabem que Abílio Diniz foi um generoso patrocinador das campanhas eleitorais de Lula e Dilma Rousseff. Tornou-se amigo de infância de Lula e continua a entrar sem bater nos gabinetes federais ocupados por quem manda. Por algum motivo, arrependeu-se de ter vendido o controle do Pão de Açúcar aos sócios franceses do grupo francês Casino, resolveu romper o contrato e, para manter-se entre os barões do reino, pensou na fusão com o Carrefour. Se a ideia fosse boa, não lhe faltariam parceiros na iniciativa privada. Como só ele sairá ganhando, foi cobrar a conta dos favores prestados aos amigos no poder.

(*) Jornalista e Ex-Diretor do Jornal do Brasil, do Jornal Gazeta Mercantil e Revista Forbes. Atualmente na Revista Veja.

Parece brincadeira

Presidente do Cruzeiro assume vaga de Itamar Franco no Senado

Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro, assumirá a vaga deixada por Itamar Franco no Senado. No ano passado, o dirigente foi oficializado como primeiro suplente do ex-presidente do Brasil, que morreu na manhã deste sábado.

Perrella assume o cargo de senador em meio a uma polêmica. Ele é acusado de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito. A Polícia Federal investiga o dirigente e levantou suspeitas sobre uma fazenda pertencente ao presidente do Cruzeiro e que está localizada na cidade de Morada Nova de Minas.

Ele se defendeu das acusações de que não teria declarado a fazenda entre seus bens e afirmou que a comprou em 1999. Hoje, a propriedade teria um faturamento de aproximadamente R$ 20 milhões anuais.

A fazenda foi avaliada em aproximadamente R$ 60 milhões. No entanto, Perrella declarou um patrimônio de “apenas” 490 mil à Justiça Eleitoral.

Além destas acusações, Perrella foi acusado de irregularidades na venda de jogadores do Cruzeiro. A Polícia Federal levantou suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas em algumas negociações, como a do zagueiro Luisão.

Nota do Blog: Certamente em um País sério a posse somente ocorreria se todos esses fatos estivessem muito bem esclarecidos e ajustados como manda a lei. Caso contrário ficaria vago ou outro sem processos assumiria. Mas, aqui vale tudo. Agora, tendo imunidade parlamentar é que a coisa vai sendo empurrada com a barriga e fica o dito pelo não dito.
Para a Receita Federal tão exigente com seus usuários, principalmente, aposentados, tudo não passa de um equivoco no preenchimento da declaração. ACORDA BRASIL !!!! ATÉ QUANDO VAMOS TER ESSE TIPO DE POLÍTICO??????

Palhaçada prevista


Câmara aprova isenção fiscal para o estádio do Corinthians, em Itaquera

Estadão

Trinta e nove dos 55 vereadores paulistanos deram nesta sexta-feira à noite autorização para a Prefeitura emitir um pacote de isenção ao Corinthians de R$ 420 milhões (e que pode chegar a R$ 536 milhões) em 2014, ao aprovar o PL 288/11, para a construção em Itaquera, na zona leste de São Paulo, do estádio para a Copa do Mundo no Brasil.

De última hora, porém, foi acrescido um parágrafo no texto original que suspende a validade do benefício caso o Itaquerão não seja sede da abertura do Mundial. A mudança enfraqueceu a pouca oposição que restava ao projeto.

Outra alteração prevê que o governo abra em até 60 dias novo edital para a emissão de isenções para empresas interessadas em se instalar na zona leste.

Nos últimos sete anos desde que foi criado o programa de desenvolvimento da região, apenas R$ 3 milhões em imunidades de IPTU e ISS foram emitidas para nove empresas, como revelou o Estado na quinta-feira.

Agora, a lei só depende agora da sanção do prefeito Gilberto Kassab (sem partido), o que deve acontecer rapidamente.

Nota do Blog: Vai um trabalhador de Itaquera solicitar isenção ou mesmo algum desconto em seus encargos à Prefeitura, ou então um empresário de Itaquera que concede empregos  solicitar isenção de pagamento de um imposto municipal. Veja se a prefeitura concede. A própria nota informa que apenas R$ 3 milhões de reais foram concedidos de isenções em 7 anos de programa . Agora para essa megalomania de construção de estádio de futebol para Copa do Mundo, a palhaçada fica completa. Isenção de R$ 420 milhões de reais. Bem feito aos paulistanos. Quem colocou o cidadão autor do projeto e esses que o aprovaram nesses lugares foram os senhores mesmos . Então aguentem . Palmeirenses, são-paulinos, santistas, lusos, juventinos, certamente os corintianos, e aqueles que nem torcedores ou gostam de futebol irão ajudar a pagar a conta do estádio do time da Marginal sem número. Voces merecem!!!!

Frase


"Vou levar só os notebooks, deixo os computadores, mas por favor, arrumem um emprego pra mim, tô (sic!) cansado de roubar".

Bilhete deixado por um ladrão ao roubar uma agência de emprêgos na cidade de Americana (120 km de São Paulo)

Morre o Presidente do Plano Real

Morre, aos 81 anos, o ex-presidente Itamar Franco

O ex-presidente e senador Itamar Franco (PPS), de 81 anos, morreu na manhã deste sábado, 2. Ele estava internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, desde o dia 21 de maio para tratar de leucemia. Desde então, ele permanecia licenciado de suas atividades no Senado. Nos últimos dias, o ex-presidente apresentou um quadro de pneumonia grave e precisou ser transferido para a UTI do hospital.

Baiano no registro civil, Itamar se tornou um dos mais destacados e comentados políticos mineiros das últimas décadas. Para o País, surgiu na eleição presidencial de 1989, como candidato a vice de Fernando Collor de Mello. Terminou por assumir a Presidência da República após o impeachment do ex-governador alagoano, com quem vivia às turras.

Mesmo entre os mais críticos, Itamar costumava ser reconhecido pela retidão ética. Igual reconhecimento ele sempre cobrou em relação ao legado da estabilidade do País. Econômica, com o lançamento do Plano Real durante seu governo, e política, com a transição bem sucedida após o desastroso desfecho da gestão Collor.

Com seu indefectível topete, o ex-presidente também chamou muita atenção pelo estilo intempestivo, muitas vezes enigmático. Protagonizou situações embaraçosas e embates memoráveis. Se dizia nacionalista e abusava era das referências às "montanhas de Minas".

Como político, o engenheiro Itamar gostava dos cálculos bem pessoais. Orgulhava-se de ter sido fundador do MDB, posterior PMDB, mas não fazia cerimônia: deixava o partido toda vez que seus interesses eram contrariados.

O ex-presidente também melindrava facilmente e não raro surpreendia aliados com rompantes de fúria. Atribui-se a Tancredo Neves a frase de que Itamar guardava o "ódio na geladeira".

Picanha ao Forno com Sal Grosso


Ingredientes
1 peça de Picanha c/ aprox. 1 Kg
3 kg de sal grosso

Molho
4 colheres de sopa de manteiga
4 colheres de sopa de azeite
1 cebola (picada)

Modo de Preparo
Cubra o fundo de uma assadeira com 1 kg do sal grosso.
Coloque a picanha com a parte da gordura virada para cima.
Cubra a carne com o restante do sal, não deixando nenhuma parte da carne exposta.
Leve a assadeira para o forno a 200 graus por aproximadamente 2 horas.
Retire a camada do sal e corte em fatias colocando o molho sobre a carne.

Dica: a picanha pode ser colocada para assar congelada

Molho
Aqueça a manteiga junto com o azeite em uma frigideira, frite a cebola por alguns instantes e derrame sobre a picanha preparada.

Cana de açucar

Plantação de cana avança 230 mil ha em São Paulo

Embora já esteja saturada em algumas regiões, a cana-de-açúcar avançou em São Paulo e, em somente um ano, passou a ser cultivada em mais 237 mil hectares.

Com o crescimento, a cana passou a ser cultivada em 5,18 milhões de hectares, o que representa 4,75% mais que o cultivado no ano passado, segundo dados do IEA (Instituto de Economia Agrícola), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento.

Com isso, a expectativa é que a produção paulista atinja 437,5 milhões de toneladas na nova safra, 4,67% mais que na safra anterior. Os dados são referentes a abril.

Com pouco espaço para crescer em regiões tradicionais, como Ribeirão Preto, a cultura se expandiu principalmente sobre áreas de pastagens, mas também atingiu, em menor escala, pomares de laranja de São Paulo, segundo Sérgio Torquato, pesquisador científico e coordenador de cana do IEA.

Segundo ele, a cana está avançando no oeste do Estado, única fronteira que pode ser explorada pela cultura.

Pecuaristas da região estão arrendando as terras para usinas, mantendo o número de cabeças de gado numa área menor de pastagem.

Já os produtores de laranja que tiveram problemas com doenças, como o greening, estão substituindo a cultura.

Apesar do crescimento, ele não será suficiente para suprir a demanda por álcool e açúcar, diz o pesquisador, reflexo da falta de investimentos que deveriam ter sido feitos há dois anos, e suspensos após a crise de 2008.
"Nas últimas safras não houve renovação de canaviais. O setor estava descapitalizado, o que refletiu na safra seguinte." A própria entidade que representa as usinas no Centro-Sul reconhece o deficit de lavouras.

Vítima da história

Extraido do Blog O Estado do Tapajós On Line (blogdoestado.blogspot.com/)


Lúcio Flávio Pinto (*)

O que vai acontecer ao Pará?

Esta é uma pergunta que deixou de ser retórica. O Estado se encontra em questionamento, a começar pela sua integridade física. O momento seria para reflexão profunda e ação conseqüente. Mas falta liderança para essa missão.

O Pará está em transição, em trânsito e em transe.

A começar por sua própria base territorial. Na sua configuração atual, se fosse um país, o Pará seria o 25º mais extenso do mundo. No continente latino-americano, só estaria abaixo do próprio Brasil e da Argentina, superando o país seguinte na lista, a Colômbia.
O paralelo não deixa de ter algum significado. A principal marca colombiana nos últimos 60 anos tem sido a violência. O Pará é um dos Estados mais violentos do Brasil, a violência no amplo espectro da sua expressão: desde a morte de pessoas, incluindo assassinatos por encomenda (e a preço vil, se é que se pode estabelecer valores para a eliminação da vida), até a destruição da natureza, às vezes por motivações torpes e primárias.

Não por coincidência, no início da temporada de verão, o Pará volta à sua sombria liderança em destruição da floresta e em execuções de pessoas consideradas indesejáveis ou hostis aos interesses dominantes. Uma coisa tem muito a ver com a outra: o desmatamento é o ritual da extração da riqueza fácil e valorizada, a madeira, que encomenda os assassinatos dos que se opõem a essa prática, ou concorrem com ela.
Por tamanho físico, o Pará, se fosse um país, estaria logo abaixo da África do Sul, no 25º lugar do ranking. Essa é outra comparação que lança luzes sobre a situação atual do Estado.
Como a nação africana, o Pará tem um subsolo extremamente rico em minérios. Embora a pesquisa geológica sistemática abarque apenas uma pequena fração dos seus 1,2 milhão de quilômetros quadrados, o Pará já é a unidade federativa que mais exporta minério de ferro do mundo.

É também o maior produtor mundial de alumina, o 3º maior produtor internacional de bauxita, significativo produtor de caulim (o de melhor qualidade do mercado para papéis especiais) e com crescente participação em cobre e níquel. É uma pauta de exportação mineral mais diversificada do que a da África do Sul, cuja atividade econômica é muito mais antiga do que a do Pará.

A África do Sul ainda tenta resolver seu principal problema, o racial, herança dos longos anos de política segregacionista dos colonizadores brancos. No Pará a diferença de raça não tem a mesma gravidade, embora haja uma questão de raça (ou de etnia, melhor dizendo) a desafiar a capacidade de tolerância, compreensão e absorção dos grupos sociais dominantes.


Os índios são das “menores minorias” dentre as principais no Estado, mas pela densidade da sua cultura, da sua ancestralidade, da sua existência territorializada e da sua anterioridade, impõem – e exigem – uma política específica para eles por parte do poder público, que dispõe de meios para impor essa atitude a toda a sociedade envolvente.

Impossível ser civilizado

Luiz Caversan (*)

É impossível ser cidadão civilizado. Pelo menos em São Paulo é impossível. Tenta pra ver...
Ontem eu tentei, em vão.
Resolvi não entrar na loucura do trânsito da cidade e passei a dirigir civilizadamente, com cidadania. Impossível.

Não sei se vale para todo o Brasil, mas agora há uma lei, por enquanto apenas em "teste", e que vai entrar em vigor daqui a pouco, segundo a qual será multado o motorista que não respeitar o pedestre que estiver atravessando na faixa.

Sério, é isso mesmo: até agora, conclui-se, pedestre atravessando na faixa de pedestre era apenas uma alegoria, uma aberração, talvez, imagine, eu aqui com meu possante precisando ir em frente e aquela velhinha boçal ali atravessando a rua naquela faixa branca esquisita como se isso fosse a coisa mais normal do mundo?

Ora!
Bem, mas agora é lei e resolvi levar a sério. Em todas as faixas de pedestre que cruzei nos diversos trajetos que percorri diminuí a velocidade e prestei atenção para ver se tinha alguém querendo atravessar. Neste caso, ou quando já havia alguém na faixa, parava para que o pedestre tivesse prioridade.

Pra quê...
Na primeira parada, quase que uma minivan de entrega entrou na minha traseira, desviou rapidamente, praticamente acossou o casal que estava na faixa e ainda me xingou: "Sai da rua seu fdp!"
Nas demais ocasiões, salvo uma ou outra, foi sempre assim: meu ato civilizatório causou espécie, impaciência, espanto, ódio.

Ódio dos demais motoristas que querem mais é que o pedestre exploda. E espanto dos próprios pedestres.
Teve um senhorzinho para o qual eu acenei, buzinei, sinalizei de todas as formas que ele poderia atravessar tranquilamente, mas não teve jeito: ele ficou paradão no meio-fio até que, espiei depois, não tivesse nenhum carro por perto. Ou seja, confiança zero em relação ao motorista. Vai saber a quantidade de vezes que ele quase foi, ou foi mesmo, atropelado.

Mas a ignorância, embora seja predominante entre os motoristas, como a senhora elegante em sua mega-caminhonete que parou exatamente sobre a faixa e ficou falando no celular enquanto as pessoas davam a volta no veículo, a falta de civilidade grassa também entre os pedestres. Que em bando ou individualmente cruzam ruas e avenidas ignorando totalmente qualquer risco.

No meu périplo pela cidade, flagrei um grupo que atravessava bem debaixo da passarela (de pedestres!) em frente o Hospital das Clínicas, na arqui-movimentada avenida Rebouças, uma das mais agitadas de São Paulo. Uma senhorinha cheia de sacolas quase foi atingida por uma moto (bem, destas nem vou falar...) e por pouco não foi parar no pronto-socorro mais famoso da cidade. Logo depois, um grupo que cruzou a rua da Consolação a poucos metros da faixa também por pouco não ficou embaixo de um ônibus. Rindo, todos xingaram os motorista do coletivo e seguiram em frente como se nada tivesse acontecido.

Sim, é impossível ser civilizado e achar que não se deve atravessar fora da faixa, que se deve dar prioridade ao pedestre, que não se pode falar alto ao celular em elevadores, coletivos ou locais públicos, que os mais velhos devem entrar na frente nestes mesmos elevadores, coletivos ou seja lá onde for. Que o lixo deve ir para o lixo, que o cocô do cachorro deve ser recolhido, que fila é para ser respeitada, que...

Enfim, fala-se tanto em salvar o planeta e nos encantos da globalização cibernética, enquanto no dia-a-dia continuamos vivendo na idade da pedra.

(*) Jornalista , produtor cultural e consultor na área de comunicação corporativa da Folha de São Paulo.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Os efeitos da desindustrialização no País

Fábrica da Azaleia pode fechar na Bahia e demitir 18 mil pessoas

Terra  - Noticias

A fábrica da Vulcabras Azaleia, localizada em Itapetinga, ameaça deixar a Bahia e se instalar em Nova Délhi, capital da Índia. Com isso, cerca de 18 mil pessoas serão demitidas. A empresa já dispensou três mil funcionários nos últimos sete meses, de acordo com cálculo da prefeitura de Itapetinga. A fábrica tem filiais em outros 13 municípios baianos.

Em maio, a Vulcabras também fechou uma unidade em Parobé, no Rio Grande do Sul, anunciando que levaria a produção para a Índia. O principal atrativo para a empresa é o salário de um operário na capital indiana, que é de cerca de US$ 85.

Esse mineirinho !!!

Mineirinho, miudinho, todo tímido embarca no ônibus de Divinópolis para BH. Seu colega de poltrona, um negão de 1,80 m de altura, com cara de poucos amigos. Negão no maior ronco e mineirinho todo enjoado com as curvas da estrada.
A certa altura mineirinho não aguenta e vomita todo o jantar no peito do negão.
Mineirinho no maior desespero e negão ainda roncando.
Chegando em Betim, o negão acorda, passa a mão no peito todo melecado.
Olha indignado e confuso pro mineirinho, que imediatamente bate a mão no seu ombro e pergunta:
- Cê miorô?!?!

Isto é Brasil !!!!!

Lei que entra em vigor na segunda deve tirar milhares de presos da cadeia

O Estado de São Paulo

Na próxima segunda-feira, entra em vigor a nova Lei das Cautelares, que permite ao juiz aplicar, além de prisão ou liberdade, outras medidas a suspeitos de crimes.
Dependendo da decisão judicial, dezenas de milhares de pessoas que hoje estão presas poderão ser liberadas e aguardar em liberdade o julgamento de seus processos.
Ao mesmo tempo, juízes poderão impor limites e obrigações para quem não for preso e evitar prisões desnecessárias.

A Lei 12.403 prevê que o juiz poderá determinar que o suspeito se apresente periodicamente em juízo, permaneça em casa durante a noite ou em dias de folga, proíba que ele frequente determinados lugares ou mantenha contato com certas pessoas, suspenda o exercício de função pública ou a atividade econômica do suspeito, determine a internação provisória ou o monitoramento eletrônico do acusado.

Superlotação.
A nova lei pode reduzir a superlotação nos presídios. Dados de 2009 do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), vinculado ao Ministério da Justiça, mostravam que a população dos presídios era de 451 mil pessoas - 44% deles em prisão preventiva, justamente o alvo da lei. Mutirões carcerários do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também revelaram que muitas dessas prisões seriam desnecessárias e ilegais.
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 custo para o Estado também cairia. O governo estima que a prisão preventiva custa para os cofres públicos R$ 1,8 mil. Pela nova lei, a medida mais cara é o monitoramento eletrônico, com custo aproximado de R$ 600 por mês.

De acordo com o CNJ, não há nenhum dado estatístico confiável que possa prever quantos presos poderão agora aguardar em liberdade o julgamento. "Mesmo que essas pessoas sejam liberadas é porque não precisavam de fato estar presas", afirma o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Nota do Blog: Muitos engravatados que circulam nos gabinetes , principalmente, em Brasília e que cometeram crimes muito maiores se encontram livres, leves e soltos, porque aqueles que cometeram delitos menores não tem a mesma regalia . Viva o Brasil expondo ao mundo sua incompetência em lidar com problema carcerário no País. Já que não consegue administrar vamos soltar e deixá-los para cometer outros crimes ....

Ah, que meninos travessos

Sandro Vaia (*)

Aloprado, para o Houaiss, é amalucado, adoidado, desatinado. Aloprado, para Lula, é o companheiro de partido que faz umas travessuras, algumas molecagens inconseqüentes, com o objetivo final de favorecer o partido a quem o destino encarregou de representar o bem na eterna luta contra o mal.

Que mal pode haver no ato de juntar dinheiro (sem explicar-lhe a origem, claro) para comprar um dossiê onde supostamente se comprovam atos desabonadores de um adversário político numa campanha eleitoral? Tudo vale a pena, ainda que a grana não seja pequena, se for para o bem do partido do bem.

O então presidente foi condescendente com seus correligionários como um pai que finge puxar a orelha do filho que pisou no rabo do gato. Não condenou o ato em si, mas a maneira aloprada como o executaram, sem tomar cuidado para não se deixarem apanhar. Nenhuma palavra contra o ato em si, mas contra a maneira desastrada de fazê-lo.

Aliás, em uma de suas manifestações mais recentes, o ex-presidente Lula disse que todas as vezes em que o PT se meteu em enrascadas ético-morais-operacionais foi por “falta de unidade”. E em razão disso, fez um apelo não em defesa da ética, mas em defesa da união.

Com união, ninguém se deixa apanhar em flagrante. O partido acima de tudo. Da ética inclusive, se necessário for.

Ao fazer uma exposição nesta semana perante a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o ministro de Ciência e Tecnologia Aloízio Mercadante, que foi acusado pelo seu companheiro de partido Expedito Veloso, em gravação reproduzida pela revista Veja, de ter participado diretamente (como parte interessada, visto que era candidato a governador do Estado, concorrendo com José Serra, que acabaria eleito) da montagem da operação de compra do suposto dossiê, fez o que todos os seus correligionários costumam fazer quando apanhados com a boca na botija: negou tudo.

O ministro recorreu ao passado, quando o STF não encontrou indícios para julgá-lo pela participação na compra do dossiê e solenemente ignorou o fato novo, que era justamente a gravação do “desabafo” do correligionário divulgada pela revista.

E foi além. Tentou dar um tom épico à empreitada. Referindo-se à época da ditadura, disse:
“Naquele período, quem estava dentro de uma organização achava que tinha o direito de fazer o que tivesse de fazer para cumprir seu papel histórico”. Os militantes do PT, segundo ele, achavam que estavam cumprindo uma “missão heróica” no caso do dossiê.

Esqueceu de pequenos detalhes. Primeiro: aquele período, ao qual ele se referiu, já acabou há mais de 20 anos. De lá para cá já houve seis eleições diretas para a Presidência da República. Segundo: comprar ilegalmente com dinheiro ilegal um dossiê falso contra um adversário político está mais perto de um crime eleitoral do que de uma “missão heróica”.

Resumo da versão oficial, que irá para o registro da História e para os anais morais do PT: o dossiê foi apenas um desatino de uns amalucados que achavam estar cumprindo um papel histórico. E não se fala mais nisso.

(*) Jornalista. Foi repórter, redator e editor do Jornal da Tarde, diretor de Redação da revista Afinal, diretor de Informação da Agência Estado e diretor de Redação de “O Estado de S.Paulo”.



Irracionalidade no futebol

Salário de Conca na China será o terceiro maior do futebol mundial

Globoesporte.com

Basta apenas uma quantia para a torcida tricolor entender o por que de Conca ter aceitado a proposta do Guangzhou Evergrande, da China: cerca de R$ 60 milhões. Esse é o valor que o clube asiático deverá pagar ao argentino por dois anos e meio de contrato. Durante 30 meses, o melhor jogador do último Campeonato Brasileiro receberá quase R$ 2 milhões por mês. Números que lhe darão o direito a ocupar o posto de terceiro jogador mais bem pago do mundo.

Conca só perderá para os ícones mundiais Cristiano Ronaldo, do Real Madrid-ESP, e Lionel Messi, do Barcelona-ESP. No Fluminense, o camisa 11 recebia menos da metade: R$ 700 mil, que eram divididos entre a Unimed (R$ 500 mil), patrocinadora do clube, e o Tricolor (R$ 200 mil).

O levantamento foi feito pelo site Football Finance em maio passado e apontou os 100 maiores salários do mundo do futebol na temporada 2010/2011 . Desses, apenas quatro são de jogadores que atuam fora da Europa: Ronaldinho Gaúcho, do Flamengo, David Beckham, do LA Galaxy-EUA, Deco, do próprio Fluminense, e Thierry Henry, do New York Red Bulls-EUA.

Até mesmo o treinador Abel Braga ficou abismado com as cifras apresentadas pelos chineses e reforçou a importância do acordo para a vida pessoal do próprio Darío Conca.
- É uma proposta boa para o clube e talvez faltem objetivos para dizer o que representa para o Conca. Faz a independência dele e da família em dois anos e meio. O torcedor tem que ter a consciência de que não é o presidente, o vice, o patrocinador, o treinador... Mas quando se fala em independência não é um risco. A proposta o coloca talvez entre os 10 mais bem pagos do mundo. Vamos torcer até para que aconteça. É um cara totalmente identificado com o clube e será uma oportunidade única.

O que faz a diferença

João Mellão Neto para O Estado de S.Paulo

Prezada dona Dilma Rousseff, esta não é a primeira carta que lhe escrevo e não há de ser a última. Comecei a escrever para a senhora ainda quando era, por assim dizer, a primeira-ministra do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mais precisamente, quando ele manifestou o desejo de fazê-la sua sucessora. A senhora acha que é coisa pessoal? De forma alguma! Eu tenho escrito a todos os presidentes da República, há décadas. Essa é uma forma de levar a eles as verdades que os seus áulicos se abstêm de lhes transmitir.

Eu e muitos mais temos ojeriza ao seu partido e a tudo aquilo que representa. Sinceramente, achamos que a maioria dos seus correligionários - ao menos aqueles que gozam de algum provento ou benesse pública - é hipócrita. Eles estão no poder e insistem em fazer um discurso oposicionista, condoreiro e arrebatado.

Quando é que eles vão acordar? Ou melhor, quando é que nós vamos acordar?
Para mim, sinceramente, não há nenhuma diferença entre corruptos de esquerda e corruptos de direita; entre homicidas de um lado ou de outro.

Por que o Cesare Battisti haveria de ser melhor do que o Jorge Rafael Videla? Ambos transgrediram as regras mais elementares de uma sociedade civilizada. Só que o primeiro, alegando ter agido em nome de uma causa justa, está livre e solto no Brasil. Já o segundo cumpre prisão perpétua na Argentina. Teria Videla tido melhor sorte se tivesse fugido para cá?

Não há nada de novo nisso. Juan Domingo Perón, desde meados da década de 1940, já agia assim. E até hoje o partido dele elege presidentes - e presidentas - da República platina.
Seja com Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia) ou Rafael Correa (Equador), o fato é que esse discurso populista de esquerda se vem alastrando como uma praga pelo nosso continente. Essa gente fala em igualdade enquanto só dá guarida aos seus. Eles tacham os seus opositores de fascistas, mas praticam o mais escancarado corporativismo. É aquela velha história: para nós, tudo; para os outros, o rigor da lei.

O sérvio Djokovic agora é o 1º

Djokovic vai à final de Wimbledon e vira número um do mundo

O sérvio Novak Djokovic é o novo número um do tênis mundial.
O tenista de 24 anos chega à primeira colocação do ranking da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais), a ser divulgado na próxima segunda-feira, após vencer o francês Jo-Wilfried Tsonga (19º do mundo), na semifinal de Wimbledon, nesta sexta-feira, por 3 sets a 1, parciais de 7/6 (7/4), 6/2, 6/7 (9/11) e 6/3.

Com a vitória e a passagem à final --independentemente do resultado da partida entre o espanhol Rafael Nadal e o britânico Andy Murray, ainda nesta sexta--, Djokovic se transforma no 25º número um da história do ranking, criado em agosto de 1973. Ele também será o primeiro sérvio a ser o primeiro do mundo da ATP --na WTA (associação feminina), Ana Ivanovic e Jelena Jankovic já chegaram ao topo.

Nadal e o suíço Roger Federer se revezavam no topo desde 2 de fevereiro de 2004.
Já o tenista de Belgrado, que encerrou as últimas quatro temporadas como número três do mundo, protagoniza uma temporada brilhante, com apenas uma derrota. Justamente quando poderia ter assumido a liderança do ranking. Mas ele perdeu a semifinal de Roland Garros para Federer, há algumas semanas.

Desta vez, Djokovic não teve o suíço (eliminado por Tsonga) pela frente, conquistou a 42ª vitória no ano e confirmou a primeira colocação do ranking mundial.

Domingo, o sérvio que já ganhou o Aberto da Austrália (2008 e 2011) disputa sua primeira final de Wimbledon.