sexta-feira, 4 de março de 2011
Mousse de Maçã Verde
Rendimento: 8 porções
Tempo de preparo: 2 horas e 30 minutos (incluindo o tempo de geladeira)
Ingredientes
Mousse
4 maçãs verdes picadas com casca
5 colheres (sopa) de açúcar
1 copo de água
10 sementes de cardamomo ( O cardamomo são sementes de uma planta da família do gengibre)
1 pacote de gelatina sem sabor
Calda
½ pacote de suco em pó de sua preferência misturado a 4 colheres (sopa) de açúcar
1 xícara (chá) de água
Modo de Preparo
Mousse
Colocar as maças picadas numa forma refratária com a água, o açúcar e as sementes de cardamomo.
Leve ao forno (200ºC por aproximadamente 20 minutos).
Retire, deixe esfriar um pouco.
Quando estiver morno, bata no liquidificador com o creme de leite e com a gelatina em pó.
Adicione esta mistura em taças na coloque na geladeira.
Calda
Misture bem a água, o suco em pó e o açúcar e leve em fogo médio até reduzir á consistência de calda.
Coloque a calda na taça antes de servir.
Enfeite com folhinhas de menta ou hortelã.
Novo golpe do cartão de crédito
Operadoras alertam para 'golpe do cartão de crédito'
Clientes das operadoras de cartões de crédito têm recebido ligações de bandidos se passando por funcionários. Eles alegam que os cartões foram clonados e procuram obter dados dos clientes. Em janeiro, uma operadora chegou a lançar o site www.dicasdesegurancavisa.com.br, tentando alertar sobre os golpes.
Normalmente, trata-se de uma chamada na qual o bandido se passa por um funcionário do Departamento de Segurança de bancos ou operadoras de cartão. Informa nome falso e até um número funcional qualquer. Em seguida, pergunta se o cliente comprou algo recentemente - em geral, é um produto incomum, para que a resposta seja "não".
A ligação continua com o bandido afirmando que "provavelmente" o cartão foi clonado. Nesse caso, o telefonema serviria para confirmar o problema e dar ao cliente um crédito para compensá-lo dos problemas sofrido.
A chave do golpe é o fornecimento de dados por parte do usuário para conseguir a liberação desse suposto crédito. Além do número do cartão, ele acaba falando ainda os três ou quatro números que são a chave de segurança para compras pela internet. O cartão é usado logo em seguida, para evitar que seu dono perceba a farsa e a denuncie.
De acordo com Edson Ortega, diretor de risco da Visa do Brasil, os clientes recebem ligações dos bancos que oferecem o cartão Visa, questionando se realmente fizeram determinadas transações, mas nunca é pedido nenhum dado do cartão. Portanto, esse tipo de informação nunca deveria ser passada ao receber um telefonema. "Temos variações desse golpe. Histórias cada vez mais elaboradas onde os fraudadores tentam chegar mais próximos de situações do dia a dia dos clientes para, no fim, pedir informações do cartão. Estão ficando cada vez mais criativos", observa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Clientes das operadoras de cartões de crédito têm recebido ligações de bandidos se passando por funcionários. Eles alegam que os cartões foram clonados e procuram obter dados dos clientes. Em janeiro, uma operadora chegou a lançar o site www.dicasdesegurancavisa.com.br, tentando alertar sobre os golpes.
Normalmente, trata-se de uma chamada na qual o bandido se passa por um funcionário do Departamento de Segurança de bancos ou operadoras de cartão. Informa nome falso e até um número funcional qualquer. Em seguida, pergunta se o cliente comprou algo recentemente - em geral, é um produto incomum, para que a resposta seja "não".
A ligação continua com o bandido afirmando que "provavelmente" o cartão foi clonado. Nesse caso, o telefonema serviria para confirmar o problema e dar ao cliente um crédito para compensá-lo dos problemas sofrido.
A chave do golpe é o fornecimento de dados por parte do usuário para conseguir a liberação desse suposto crédito. Além do número do cartão, ele acaba falando ainda os três ou quatro números que são a chave de segurança para compras pela internet. O cartão é usado logo em seguida, para evitar que seu dono perceba a farsa e a denuncie.
De acordo com Edson Ortega, diretor de risco da Visa do Brasil, os clientes recebem ligações dos bancos que oferecem o cartão Visa, questionando se realmente fizeram determinadas transações, mas nunca é pedido nenhum dado do cartão. Portanto, esse tipo de informação nunca deveria ser passada ao receber um telefonema. "Temos variações desse golpe. Histórias cada vez mais elaboradas onde os fraudadores tentam chegar mais próximos de situações do dia a dia dos clientes para, no fim, pedir informações do cartão. Estão ficando cada vez mais criativos", observa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Mulher não trai, mulher se vinga .....(4)
VINGANÇA FEMININA 4:
O marido estava em seu leito de morte e chamou a mulher. Com voz rouca e já fraca, disse-lhe:
- Meu bem... chegue mais perto... Eu quero...lhe fazer uma confissão!
- Não, não!! - respondeu a mulher. Sossegue e fique quietinho aí. Você não pode fazer esforço.
- Mas mulher... - insistiu o marido. Eu preciso morrer...em paz! Eu quero te confessar algo!
- Está bem, está bem! Pode falar!
- É o seguinte... Eu saí... com a sua irmã... com a sua mãe e....com a sua melhor amiga!
- Eu sei, eu sei. disse e mulher.
- Fique quietinho e deixe o veneno fazer efeito.
Fila portuária
Termina a fila de caminhões em direção ao porto de Paranaguá
Terminou na madrugada desta sexta-feira a fila de caminhões à espera de escoamento da safra de grãos no porto de Paranaguá (PR).
Desde o início da semana, com a intensificação da colheita da safra de soja, caminhões chegaram a formar uma fila de 30 quilômetros de extensão no acostamento da BR-277 à espera de vaga no pátio de triagem do porto.
A expectativa da direção do terminal é de que o fluxo de escoamento das cargas de grãos seja normalizado a partir de agora, sem o acúmulo de caminhões na 277, principal ligação ao litoral do Paraná.
A direção da APPA (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina) emitiu hoje comunicado pedindo que os operadores portuários respeitem o sistema de organização para despacho de grãos. A finalidade é evitar filas.
Chamado de Carga Online, o sistema registra a data em que os produtores podem despachar os carregamentos do campo, com a garantia de embarque nos navios.
Nota do Blog: Entra ano, sai ano e a coisa não se modifica. O que talvez modifique seja o aumento no número de caminhões estacionados ao longo da rodovia. Pior é saber que muitos veículos são originários do Mato Grosso (atual maior produtor de soja do País) e parte dessa carga poderia sair por Santarém economizando cerca de 1000 km além de diminuir o custo em USD 15,00 p/ton que custa hoje a mais para levar para Paranaguá ou Santos. Mas, para que se importar com isso se podemos fazer bosquinho em torno do porto. Afinal porto atrapalha o pôr do sol.
Não há meio deputado
Opinião do Estadão
É um falso escândalo a nomeação de um réu do mensalão, o deputado João Paulo Cunha, para presidir a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a mais importante da Casa, assim como a de um parlamentar, o palhaço Tiririca, que precisou provar não ser iletrado para assumir o mandato, como integrante da Comissão de Educação e Cultura, e a do atleta Romário, que no primeiro dia útil do ano legislativo assinou o ponto e foi jogar futevôlei na praia, para a vice-presidência da Comissão de Turismo e Desporto.
É também um falso escândalo a participação na comissão especial de reforma política da Câmara, de um punhado de figuras carimbadas como Paulo Maluf, na lista de procurados da Interpol; Valdemar Costa Neto, que renunciou para não ser cassado por envolvimento com o mensalão; Eduardo Azeredo, pivô do mensalão mineiro; e José Guimarães, um assessor do qual foi preso com US$ 100 mil na cueca. A partir do momento em que foram diplomados pela Justiça Eleitoral, por terem merecido suficientes sufrágios populares, quando não votações consagradoras, para chegar (ou ficar) lá, eles se tornaram parlamentares por inteiro, com os mesmos direitos e oportunidades dos seus demais colegas.
Além de não existirem meios mandatários, nenhum dos nomes que o noticiário de ontem tratou como se fossem a essência do Congresso Nacional - a instituição que os brasileiros provavelmente mais apreciam depreciar - se autonomeou para as funções que passaram a desempenhar. O petista João Paulo Cunha, por exemplo, não foi nomeado titular da CCJ, mas eleito. Recebeu para tanto 54 votos de seus pares. No discurso de posse, teve ao menos o decoro de não varrer para debaixo do tapete a sua condição de acusado no STF por lavagem de dinheiro, corrupção e peculato. Como não poderia deixar de ser se disse "muito atormentado" pelo processo que teria mudado a sua vida e que, "em breve, nós o resolveremos por completo".
Ah, mas os políticos, em respeito à opinião pública, deveriam ter o pudor de não premiar com papéis de relevo na cena parlamentar colegas cujos currículos lembram antes folhas corridas, nem aqueles que são escancaradamente jejunos nas questões de alçada das comissões para as quais foram escolhidos. O argumento peca pela base. Respeito por respeito à sociedade, pergunte-se aos eleitores dos indigitados se acham que os seus preferidos deveriam ser "menos iguais" do que os outros ali em Brasília.
E os que pregam a moralização da política pela mudança do sistema eleitoral - como se disso, aquilo derivasse necessariamente - talvez devessem se dar conta de que a substituição do modelo proporcional pelo "distritão" (elegem-se os mais votados em cada Estado) ou pelo fatiamento dos Estados em distritos, para o mesmo fim, não reduzirá em nada as chances de sucesso de ídolos populares e populistas notórios. Talvez elas até aumentem. O problema do processo de reforma política, aliás, não está na presença de Maluf e alguns congêneres no colegiado de 41 deputados dela incumbidos.
Está no fato de Senado e Câmara terem sido incapazes, por rivalidades pueris e o personalismo de seus dirigentes, de criar uma comissão conjunta para cuidar do assunto. Formaram-se duas, com procedimentos e prazos próprios. No caso do Senado, 45 dias. Na Câmara, 180. Escândalo é isso, pelo que os partidários autênticos da reforma podem esperar de tamanho absurdo - uma irrelevância ou um monstrengo. Escândalo maior, sem dúvida, é o da morosidade do Judiciário. O mensalão foi exposto em 2005, a denúncia acolhida em 2007 e só este ano o STF deverá iniciar o julgamento de seus 40 réus.
A mesma Alta Corte não se empenhou o bastante para chegar a um acordo sobre a validade da Lei da Ficha Limpa já para as eleições de outubro passado. Nos votos, foram 5 pelo sim e 5 pelo não - e a matéria empacou à espera da posse do undécimo ministro, Luiz Fux, que assumiu ontem. Funcionasse a Justiça como o País demanda, os Malufs ou teriam sido alijados do Congresso ou neles teriam assento de inequívoca legitimidade.
A safadeza oficializada das aposentadorias (6)
Parlamentares sem mandato herdam aposentadorias de no mínimo R$ 7 mil
Estadão
Parlamentares que perderam o mandato recebem aposentadorias proporcionais de, no mínimo, R$ 6,9 mil, com apenas 50 anos de idade. As aposentadorias concedidas pelo Congresso, todas legais, podem chegar a R$ 26.723,13, valor correspondente à atual remuneração dos deputados federais e senadores.
No último mês, pelo menos nove deputados e cinco senadores se aposentaram. Outros 15 parlamentares pediram revisão dos valores de seus benefícios.
Generosas aposentadorias são concedidas a todos que contribuíram para o extinto Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC) até 31 de janeiro de 1999. O valor mínimo do benefício é de R$ 6.948,01 mil mensais, depois de o parlamentar haver cumprido oito anos de mandato e completar 50 anos de idade.
Só parlamentares que assumiram a partir de 1.º de fevereiro de 1999 é que são obrigados a cumprir as regras do atual Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), que exige 35 anos de contribuição e um mínimo de 60 anos de idade para pagar a aposentadoria integral.
Nota do Blog: Corja de sanguessugas. Pior que dependemos dessa raça para que as coisas possam ser mudadas. E alguém acredita que eles irão votar em algo contra eles. Um câncer que não se extirpa.
A Centopéia
O cara vivia sozinho, até que...
Decidiu que sua vida seria melhor se ele tivesse um animalzinho de estimação como companhia.
Assim, ele foi até à loja e falou ao dono que queria um bichinho que fosse incomum. Depois de um tempo, chegaram à conclusão que ele deveria ficar com uma centopéia.
Centopéia, macho de preferência, seria mesmo um bichinho incomum...
Pensando bem, um bichinho tão pequeno, com 100 pés, é realmente incomum!
A centopéia veio dentro de uma caixinha branca, que seria usada para ser a sua casinha.
Bem... Ele levou o bichinho para casa, achou um bom lugar para colocar tão pequenina caixinha, e decidiu que o melhor começo para sua companhia seria levá-la até o bar para tomarem uma cervejinha
Assim, ele perguntou à centopéia, que estava dentro da caixinha:
-" Gostaria de ir comigo até o Bar do Português tomar uma cerveja?"
Mas não houve resposta do seu novo amiguinho. Esperou um pouco e tentou de
novo:
-" Que tal ir comigo até o bar tomar uma cervejinha, hein?"
De novo.. Nada de resposta do seu amiguinho. Isso o deixou meio chateado.
De novo, ele esperou mais um pouco, pensando e pensando sobre o que estava
acontecendo.
Decidiu perguntar de novo, mas desta vez chegou bem perto da caixinha e gritou:
-" EI, VOCÊ AÍ!!! QUER IR COMIGO ATÉ O BAR DO PORTUGUÊS TOMAR UMA CERVEJA?
Uma vozinha veio de lá de dentro da caixinha
-" PUTA QUE PARIU! Eu já ouvi! Estou calçando os sapatos, PORRAAAAA!!!"
Lula palestrante (2)
Recebemos do leitor Sérgio de Belo Horizonte o seguinte comentário a respeito da postagem "Lula palestrante".
Agradecemos ao sr Sérgio a audiência.
.... Sérgio /BHZ disse...
Tem gente que tem tempo além de muito dinheiro para jogar fora.
Ver e ainda pagar R$ 200 mil para ouvir esse contador de lorotas é muito para cabeça.
Vão arrumar o que fazer.
Nota do Blog: A democracia é isso caro sr Sérgio. Tem gente que gosta de Chico Buarque e tem gente que gosta de Joelma e Ximbinha e até compram CDs e DVds. O mesmo podemos dizer do ex-presidente palestrante. Tem gente que prefere uma palestra do FHC ou do Delfim Neto, ou do Antonio Ermirio de Moraes e outros optam pela do ex-presidente.E segue o enterro .
E a chinesada vai tomando conta!!! (2)
China constrói a maior base mundial de desenvolvimento de foguetes espaciais
Uol
A China está construindo na cidade de Tianjin, próxima a Pequim, a maior base mundial de desenvolvimento, produção e testes de foguetes para seu programa espacial.
A primeira fase da construção da base estará pronta em um ano, informou nesta sexta-feira o diário oficial "Global Times".
A base está localizada na região de Binhai, onde também se encontra a única unidade de montagem da Airbus fora da Europa, e contará com 22 plantas. Destas, 20 estão completas, sendo que algumas delas já estão prontas para operar, indicou o diário.
O objetivo do complexo é fazer frente à demanda de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia espacial para os próximos 30 ou 50 anos, assinalou o subdiretor da Academia Chinesa de Tecnologia de Veículos de Lançamento, Liang Xiaohong.
Segundo Liang, ao integrar a cadeia industrial de produção, a base poderá produzir um amplo leque de foguetes de diferentes tipos e tamanhos, incluindo o novo foguete propulsor desenvolvido pela China.
Nota do Blog: Há tempos temos rabiscado que a chinesada está tomando conta de tudo e o mundo assistindo e até batendo palmas. Quem viver, verá. Daqui 10/15 anos poderemos assistir a que nivel esse pessoal estará em todos os segmentos. Hoje o mundo exporta matéria prima para China industrializar e ela passa a exportar produtos manufaturados para o mundo. Está construindo um porto que será o maior do mundo. Para se ter idéia o porto está sendo construido 35 km mar adentro ao Norte da baía de Hangzhou, próximo à desembocadura do rio Yangtsé, um dos mais movimentados do mundo . O porto de Yangshan (ou Yanshan) está sendo ligado a Xangai por uma super-estrada e ponte (a palavra super é constante nessa área) de oito pistas, a Donghai ou Tong-Hai (Mar Oriental), e inclui uma nova cidade portuária, Luchao, no condado Nanhui. O complexo portuário implica na construção de 1,25 milhão de metros quadrados, sendo o maior da China em terras reclamadas ao mar. Em várias partes do mundo (inclusive no Brasil) empresas chinesas estão se instalando para servirem de apoio logistico de compras para os diversos segmentos. O mundo muito em breve ficará refém da China . Repito quem viver, verá.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Bando ou quadrilha? Nada disso ... Parlamentares
É por conhecerem a intimidade de cada um que os parlamentares se entendem tão bem
Augusto Nunes (*)
Se aparecessem juntos em qualquer esquina do Primeiro Mundo, Paulo Maluf, Valdemar Costa Neto, José Guimarães, Newton Cardoso, Almeida Lima e Eduardo Azeredo dificilmente escapariam de um processo por formação de quadrilha ou bando.
Se aparecessem juntos em qualquer esquina do centro das principais metrópoles brasileiras, nenhum gaiato resistiria à tentação de gritar “Olha o rapa!” para a turma que agrupa um subcomandante da quadrilha do mensalão, o irmão de José Genoíno cujo assessor foi capturado com dólares na cueca, um ex-governador recordista em casos de polícia, um oficial da tropa de jagunços de Renan Calheiros e um dos fundadores do mensalão mineiro.
Em Brasília, os seis aparecem juntos com bastante frequência, sem nenhum risco de ouvir uma voz de prisão ou o berro que faria o grupo debandar em desabalada carreira. Eles fazem parte da comissão de 41 deputados incumbida de formular propostas para a reforma do sistema político. Ao lado de outros prontuários e fichas sujas, vão discutir, por exemplo, o financiamento de campanhas eleitorais. Não há perigo de melhorar.
Nenhum dos parlamentares da oposição viu nada demais. Recolheram-se ao mesmo silêncio estrepitoso que se seguiu à escolha do mensaleiro João Paulo Cunha para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Ninguém ousou lembrar que, na montagem de comissões do gênero em qualquer país civilizado, caráter é critério. Todos fizeram de conta que a ética foi banida do território brasileiro e que não existe um Código Penal. Ninguém se atreveu a desfraldar a bandeira da moralidade.
Nelson Rodrigues morreu acreditando que, se todo mundo se conhecesse intimamente, ninguém cumprimentaria ninguém. Hoje está claro que a ótima frase não vale para o Congresso. Os deputados e senadores convivem tão fraternalmente porque todos conhecem a intimidade de cada um.
(*) Jornalista e Ex-Diretor do Jornal do Brasil, do Jornal Gazeta Mercantil e Revista Forbes. Atualmente na Revista Veja.
Augusto Nunes (*)
Se aparecessem juntos em qualquer esquina do Primeiro Mundo, Paulo Maluf, Valdemar Costa Neto, José Guimarães, Newton Cardoso, Almeida Lima e Eduardo Azeredo dificilmente escapariam de um processo por formação de quadrilha ou bando.
Se aparecessem juntos em qualquer esquina do centro das principais metrópoles brasileiras, nenhum gaiato resistiria à tentação de gritar “Olha o rapa!” para a turma que agrupa um subcomandante da quadrilha do mensalão, o irmão de José Genoíno cujo assessor foi capturado com dólares na cueca, um ex-governador recordista em casos de polícia, um oficial da tropa de jagunços de Renan Calheiros e um dos fundadores do mensalão mineiro.
Em Brasília, os seis aparecem juntos com bastante frequência, sem nenhum risco de ouvir uma voz de prisão ou o berro que faria o grupo debandar em desabalada carreira. Eles fazem parte da comissão de 41 deputados incumbida de formular propostas para a reforma do sistema político. Ao lado de outros prontuários e fichas sujas, vão discutir, por exemplo, o financiamento de campanhas eleitorais. Não há perigo de melhorar.
Nenhum dos parlamentares da oposição viu nada demais. Recolheram-se ao mesmo silêncio estrepitoso que se seguiu à escolha do mensaleiro João Paulo Cunha para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Ninguém ousou lembrar que, na montagem de comissões do gênero em qualquer país civilizado, caráter é critério. Todos fizeram de conta que a ética foi banida do território brasileiro e que não existe um Código Penal. Ninguém se atreveu a desfraldar a bandeira da moralidade.
Nelson Rodrigues morreu acreditando que, se todo mundo se conhecesse intimamente, ninguém cumprimentaria ninguém. Hoje está claro que a ótima frase não vale para o Congresso. Os deputados e senadores convivem tão fraternalmente porque todos conhecem a intimidade de cada um.
(*) Jornalista e Ex-Diretor do Jornal do Brasil, do Jornal Gazeta Mercantil e Revista Forbes. Atualmente na Revista Veja.
Moacyr
Luis Fernando Verissimo para O Estado de S.Paulo
Eu brincava com o Moacyr Scliar e dizia que ele era a vergonha da classe literária: um escritor que não bebia. Ou, pior, só bebia Malzbier. Ele também tinha horror a peixe, contava com muito humor seu martírio diante de sushis e sashimis quando visitou o Japão. Viajamos juntos algumas vezes mas ele me ganhava em matéria de trotear pelo globo. Certa vez nos encontramos em Carlos Barbosa, no interior do Rio Grande do Sul, mas foi um encontro muito rápido, ele estava indo dali a minutos para Tocantins! O Moacir vivia assim, de Carlos Barbosa para Tocantins com escalas em Nova York e Paris, sem perder os chás da Academia nas quintas. Eu invejava seu talento e sua estampa de príncipe russo mas invejava, acima de tudo, suas milhas acumuladas.
Era uma pessoa extremamente generosa e solidária. Quando um leitor me chamou de antissemita no jornal, o primeiro telefonema que recebi foi do Moacyr dizendo para não dar bola, ele mesmo já tinha sido chamado de antissemita várias vezes pela sua posição no conflito de Israel com os palestinos. Sua preocupação com saúde pública e com a questão social vinha dos seus tempos de estudante de medicina e se refletiu desde o começo na sua obra literária. Que nunca foi panfletária mas sim encharcada de humanismo e compaixão - mesmo quando tratava de personagens em guerra com o mundo. Nenhum outro escritor brasileiro que me ocorra dominou, como o Moacyr, aquela estreita faixa da imaginação entre o cômico e o trágico também frequentada por Kafka, Vonnegut e alguns poucos outros. E ele foi o único praticante, no Brasil, do melhor humor judaico, com suas narrativas urbanas e modernas que nunca deixavam de evocar arquétipos e mitos antigos, como se dispensadas por um xamã tribal num bar do Bonfim, o bairro judeu de Porto Alegre.
Sua obra foi extensa, mas meus Scliars favoritos são A Guerra no Bonfim, O Exército de Um Homem Só e Os Voluntários, talvez por serem dos seus primeiros livros, os que revelaram sua originalidade. Nos enchíamos de orgulho, um pouco por bairrismo gaúcho e muito pela nossa velha amizade, sempre que em qualquer livraria da Europa ou dos Estados Unidos víamos os livros traduzidos do Moacyr numa prateleira. Os livros, pelo menos, vão continuar a andar pelo mundo.
Eu brincava com o Moacyr Scliar e dizia que ele era a vergonha da classe literária: um escritor que não bebia. Ou, pior, só bebia Malzbier. Ele também tinha horror a peixe, contava com muito humor seu martírio diante de sushis e sashimis quando visitou o Japão. Viajamos juntos algumas vezes mas ele me ganhava em matéria de trotear pelo globo. Certa vez nos encontramos em Carlos Barbosa, no interior do Rio Grande do Sul, mas foi um encontro muito rápido, ele estava indo dali a minutos para Tocantins! O Moacir vivia assim, de Carlos Barbosa para Tocantins com escalas em Nova York e Paris, sem perder os chás da Academia nas quintas. Eu invejava seu talento e sua estampa de príncipe russo mas invejava, acima de tudo, suas milhas acumuladas.
Era uma pessoa extremamente generosa e solidária. Quando um leitor me chamou de antissemita no jornal, o primeiro telefonema que recebi foi do Moacyr dizendo para não dar bola, ele mesmo já tinha sido chamado de antissemita várias vezes pela sua posição no conflito de Israel com os palestinos. Sua preocupação com saúde pública e com a questão social vinha dos seus tempos de estudante de medicina e se refletiu desde o começo na sua obra literária. Que nunca foi panfletária mas sim encharcada de humanismo e compaixão - mesmo quando tratava de personagens em guerra com o mundo. Nenhum outro escritor brasileiro que me ocorra dominou, como o Moacyr, aquela estreita faixa da imaginação entre o cômico e o trágico também frequentada por Kafka, Vonnegut e alguns poucos outros. E ele foi o único praticante, no Brasil, do melhor humor judaico, com suas narrativas urbanas e modernas que nunca deixavam de evocar arquétipos e mitos antigos, como se dispensadas por um xamã tribal num bar do Bonfim, o bairro judeu de Porto Alegre.
Sua obra foi extensa, mas meus Scliars favoritos são A Guerra no Bonfim, O Exército de Um Homem Só e Os Voluntários, talvez por serem dos seus primeiros livros, os que revelaram sua originalidade. Nos enchíamos de orgulho, um pouco por bairrismo gaúcho e muito pela nossa velha amizade, sempre que em qualquer livraria da Europa ou dos Estados Unidos víamos os livros traduzidos do Moacyr numa prateleira. Os livros, pelo menos, vão continuar a andar pelo mundo.
Extinção em massa
Planeta pode estar próximo de sofrer nova extinção em massa
Estado de São Paulo
O declínio nas populações de muitas espécies animais, de peixes a tigres, fez alguns cientistas alertarem uma possível extinção em massa na Terra, assim como as que ocorreram cinco vezes durante os últimos 540 milhões anos. Cada uma dessas "Grandes Cinco" extinguiu três quartos ou mais de todas as espécies animais.
Em um estudo publicado na edição desta quinta-feira, 3, da revista Nature, paleobiólogos da Universidade da Califórnia, Berkeley, avaliaram como os mamíferos e outras espécies estão hoje em termos de possível extinção, em comparação com os últimos 540 milhões de anos, e encontraram motivos para esperança e também preocupação.
Segundo o principal autor Anthony D. Barnosky, professor de biologia integrativa da UC Berkeley, ao olhar os mamíferos em risco crítico - aqueles em risco de extinção é de pelo menos 50% num prazo de três gerações - e assumir a possibilidade de que poderão estar extintos dentro de mil anos, uma variação fora do normal, pode apontar para uma extinção em massa.
Barnosky argumenta que se espécies atualmente ameaçadas - aquelas oficialmente classificadas como em perigo crítico, em perigo e vulneráveis - realmente forem extintas, e que tal taxa de extinção persistir, uma sexta extinção em massa pode ocorrer dentro de 3 a 22 séculos.
Assim mesmo, o autor acrescentou que ainda não é tarde para salvar essas espécies em risco crítico. Isso exigiria lidar com uma grande lista de ameaças, incluindo a degradação de habitats, espécies invasoras, doenças e aquecimento global. De acordo com Barnosky, apenas 1% a 2% de todas as espécies foram extintas até o momento, mas o que indica que estamos no caminho rumo à extinção em massa.
Estado de São Paulo
O declínio nas populações de muitas espécies animais, de peixes a tigres, fez alguns cientistas alertarem uma possível extinção em massa na Terra, assim como as que ocorreram cinco vezes durante os últimos 540 milhões anos. Cada uma dessas "Grandes Cinco" extinguiu três quartos ou mais de todas as espécies animais.
Em um estudo publicado na edição desta quinta-feira, 3, da revista Nature, paleobiólogos da Universidade da Califórnia, Berkeley, avaliaram como os mamíferos e outras espécies estão hoje em termos de possível extinção, em comparação com os últimos 540 milhões de anos, e encontraram motivos para esperança e também preocupação.
Segundo o principal autor Anthony D. Barnosky, professor de biologia integrativa da UC Berkeley, ao olhar os mamíferos em risco crítico - aqueles em risco de extinção é de pelo menos 50% num prazo de três gerações - e assumir a possibilidade de que poderão estar extintos dentro de mil anos, uma variação fora do normal, pode apontar para uma extinção em massa.
Barnosky argumenta que se espécies atualmente ameaçadas - aquelas oficialmente classificadas como em perigo crítico, em perigo e vulneráveis - realmente forem extintas, e que tal taxa de extinção persistir, uma sexta extinção em massa pode ocorrer dentro de 3 a 22 séculos.
Assim mesmo, o autor acrescentou que ainda não é tarde para salvar essas espécies em risco crítico. Isso exigiria lidar com uma grande lista de ameaças, incluindo a degradação de habitats, espécies invasoras, doenças e aquecimento global. De acordo com Barnosky, apenas 1% a 2% de todas as espécies foram extintas até o momento, mas o que indica que estamos no caminho rumo à extinção em massa.
Religião na escola
Hélio Schwartsman (*)
"O que são as histórias da Bíblia? Fábulas, contos de fadas?", pergunta a professora do 3º ano do ensino fundamental. "Não", respondem os alunos. "São reais!"
A cena, que teve lugar numa escola pública de Samambaia, cidade-satélite de Brasília, abre a reportagem de Angela Pinho sobre o ensino religioso no Brasil, publicada no último domingo na Folha. É um retrato perfeito da encrenca em que essa disciplina, que vem crescendo e hoje abarca mais ou menos a metade das escolas do país, nos lança.
Se as historietas bíblicas são reais, como quer a professora, então nós temos vários problemas. Procedamos por ramos do saber, a começar da física. De acordo, com Josué 10:12, Deus parou o Sol para que os israelitas pudessem massacrar os amorreus. Mesmo que eu não duvidasse da onipotência do Senhor, pelo que sabemos hoje de mecânica, nada na Terra sobreviveria a uma súbita interrupção de seu movimento de rotação. Em quem o aluno deve acreditar, no professor de religião ou no de ciência?
A física não o comoveu? Que tal a geologia? Pela Bíblia, a Terra tem cerca de 6.000 anos --5.771, a confiar nas contas dos rabinos. Pela geologia, são 4,5 bilhões. É difícil, para não dizer impossível, conciliar a literalidade das Escrituras com a existência de fósseis com idades substancialmente maiores que os seis milênios. Do lado de qual professor o aluno deve perfilar-se?
Talvez o problema esteja nas ciências "duras". Passemos às humanidades. A Bíblia, como todo mundo sabe ou deveria saber, é a fonte da moral, e os ensinamentos que ela traz nessa área são incontestáveis. Será? Em várias passagens, o "bom livro" autoriza ou mesmo manda fazer coisas que hoje consideraríamos horríveis, como vender nossas filhas como escravas (Êxodo 21:7) e assassinar parentes que abracem outras religiões (Deuteronômio 13:7). Se julgamos que a ética se aprende através de exemplos livrescos, sugiro trocar as Escrituras pelo mais benigno Marquês de Sade.
OK. Alguém pode argumentar que essa professora é uma exceção. Afinal, ela parece estar sustentando a inerrância da Bíblia, conceito que, no Brasil, é defendido por poucas religiões, notadamente adventistas e testemunhas de Jeová. Para as demais, as Escrituras não precisam e nem podem ser tomadas ao pé da letra.
Admito que essa mudança de discurso nos livra de algumas das dificuldades mais vexatórias --já não precisamos conciliar o criacionismo da Terra jovem com as aulas de ciência--, mas nem de longe acaba com elas.
"O que são as histórias da Bíblia? Fábulas, contos de fadas?", pergunta a professora do 3º ano do ensino fundamental. "Não", respondem os alunos. "São reais!"
A cena, que teve lugar numa escola pública de Samambaia, cidade-satélite de Brasília, abre a reportagem de Angela Pinho sobre o ensino religioso no Brasil, publicada no último domingo na Folha. É um retrato perfeito da encrenca em que essa disciplina, que vem crescendo e hoje abarca mais ou menos a metade das escolas do país, nos lança.
Se as historietas bíblicas são reais, como quer a professora, então nós temos vários problemas. Procedamos por ramos do saber, a começar da física. De acordo, com Josué 10:12, Deus parou o Sol para que os israelitas pudessem massacrar os amorreus. Mesmo que eu não duvidasse da onipotência do Senhor, pelo que sabemos hoje de mecânica, nada na Terra sobreviveria a uma súbita interrupção de seu movimento de rotação. Em quem o aluno deve acreditar, no professor de religião ou no de ciência?
A física não o comoveu? Que tal a geologia? Pela Bíblia, a Terra tem cerca de 6.000 anos --5.771, a confiar nas contas dos rabinos. Pela geologia, são 4,5 bilhões. É difícil, para não dizer impossível, conciliar a literalidade das Escrituras com a existência de fósseis com idades substancialmente maiores que os seis milênios. Do lado de qual professor o aluno deve perfilar-se?
Talvez o problema esteja nas ciências "duras". Passemos às humanidades. A Bíblia, como todo mundo sabe ou deveria saber, é a fonte da moral, e os ensinamentos que ela traz nessa área são incontestáveis. Será? Em várias passagens, o "bom livro" autoriza ou mesmo manda fazer coisas que hoje consideraríamos horríveis, como vender nossas filhas como escravas (Êxodo 21:7) e assassinar parentes que abracem outras religiões (Deuteronômio 13:7). Se julgamos que a ética se aprende através de exemplos livrescos, sugiro trocar as Escrituras pelo mais benigno Marquês de Sade.
OK. Alguém pode argumentar que essa professora é uma exceção. Afinal, ela parece estar sustentando a inerrância da Bíblia, conceito que, no Brasil, é defendido por poucas religiões, notadamente adventistas e testemunhas de Jeová. Para as demais, as Escrituras não precisam e nem podem ser tomadas ao pé da letra.
Admito que essa mudança de discurso nos livra de algumas das dificuldades mais vexatórias --já não precisamos conciliar o criacionismo da Terra jovem com as aulas de ciência--, mas nem de longe acaba com elas.
Cargill - Aberto programa de trainee
A Unidade de Negócio Complexo Soja da Cargill tem mais de 70 oportunidades com o objetivo de desenvolver jovens talentos.
As vagas são para as áreas de Engenharia, Controladoria, Logística, Tecnologia da Informação, Mercado Interno e Originação para todo o país. As inscrições acontecerão até 16 de abril pelo site www.estagiocomplexosoja.com.br.
Os interessados devem estar cursando em 2011 o último ou penúltimo ano de Engenharia Química, Engenharia Agronômica, Engenharia Mecânica, Engenharia da Computação, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Produção, Comércio Exterior, Administração, Ciências da Computação, Ciências Contábeis, Análise de Sistemas, Economia e Zootecnia.
Ter inglês é um dos requisitos que ajudam o candidato.
As vagas são para as áreas de Engenharia, Controladoria, Logística, Tecnologia da Informação, Mercado Interno e Originação para todo o país. As inscrições acontecerão até 16 de abril pelo site www.estagiocomplexosoja.com.br.
Os interessados devem estar cursando em 2011 o último ou penúltimo ano de Engenharia Química, Engenharia Agronômica, Engenharia Mecânica, Engenharia da Computação, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Produção, Comércio Exterior, Administração, Ciências da Computação, Ciências Contábeis, Análise de Sistemas, Economia e Zootecnia.
Ter inglês é um dos requisitos que ajudam o candidato.
Anúncio de Namoro
Um jornal de uma cidade do Norte do País, recebeu esse pedido de publicação de anúncio e, seu editor-chefe, achando-o engraçado, resolveu publicá-lo em lugar de destaque e sem acréscimo de custo. Afinal era cômico. Não esperavam respostas,mas houve respostas. E, da mesma forma que o anúncio inicial, recebeu o mesmo destaque em sua publicação.
ANÚNCIO PARA ARRUMAR NAMORADA
Homem descasado procura...
Homem de 40 anos, que só gosta de mulher, após casamento de sete anos, mal sucedido afetivamente, vem através deste anúncio, procurar mulher que só goste de homem, para compromisso duradouro, desde que esta preencha certos requisitos:
O PRETENDIDO exige que a PRETENDENTE tenha idade entre 28 e 40 anos, não descartando, evidentemente, aquelas de idade abaixo do limite inferior, descartando as acima do limite superior.
Devem ter um grau razoável de escolaridade, para que não digam, na frente de estranhos: 'menas vezes', 'quando eu si casar', 'pobrema no úter', 'eu já si operei de apênis', 'é de grátis', 'vamo de a pé', 'adoro tar com você' e outras pérolas gramaticais.
Os olhos podem ter qualquer cor, desde que sejam da mesma e olhem para uma só direção.
Os dentes, além de extremamente brancos, todos os 32, devem permanecer na boca ao deitar e nunca dormirem mergulhados num copo d'água.
Os seios devem ser firmes, do tamanho de um mamão papaia, cujos mamilos olhem sempre para o céu, quando muito para o purgatório, nunca para o inferno.
Devem ter consistência tal que não escapem pelos dedos, como massa de pão.
Por motivos óbvios, a boca e os lábios, devem ter consistência macia, não
confundir com beiço.
A barriga, se existir, muito pequena e discreta, e não um ponto de referência.
O PRETENDIDO exige que a PRETENDENTE seja sexualmente normal, isto é, tenha orgasmos, se múltiplos melhor, mas mesmo que eventuais, quando acontecerem, que ela gema um pouco ou pisque os olhos, para que ele sinta-se sexualmente interessante. Independentemente da experiência sexual do PRETENDIDO, este exige que durante o ato sexual a PRETENDENTE não boceje, não ria, não fique vendo as horas no rádio relógio, não durma ou cochile.
O PRETENDIDO exige que a PRETENDENTE não tenha feito nenhuma sessão de análise, o que poderia camuflar, por algum tempo, uma eventual esquizofrenia.
A PRETENDENTE deverá ter um carro que ande, nem que seja uma Brasília, ou que tenha dinheiro para o táxi, uma vez que pela própria idade do PRETENDIDO, ele não tem mais paciência para levar namorada de madrugada para casa.
Enviar cartas com foto recente, de corpo inteiro, frente e costas, da PRETENDENTE, para a redação deste jornal, para o codinome:
"CACHORRO MORDIDO DE COBRA TEM MEDO ATÉ DE BARBANTE'.
Resposta da Pretendente, publicada dias após, no mesmo periódico :
Prezado HOMEM DESCASADO...
Li seu anúncio no jornal e manifesto meu interesse em manter um compromisso duradouro com o senhor, desde que (é claro) o senhor também preencha outros 'certos' requisitos que considero básicos! Vale lembrar que tais exigências se baseiam em conclusões tiradas acerca do comportamento masculino em diversas relações frustradas, que só não deixaram marcas profundas em minha personalidade, porque 'graças a Deus', fiz anos de terapia, o que infelizmente contraria uma de suas exigências!
Quanto à idade convém ressaltar que espero que o senhor tenha a maturidade dos 40 anos e o vigor dos 28, e que seu grau de escolaridade supere a cultura que porventura tenha adquirido assistindo aos programas do "BBB" ...!
Seus olhos podem ser de qualquer cor desde que vejam algo além de jogos de futebol e revistas de mulher pelada.
E seus dentes devem sorrir mesmo quando lhe for solicitado que lave a louça ou arrume a cama.
Não é necessário que seus músculos tenham sido esculpidos pelo halterofilismo, mas que seus braços sejam fortes o suficiente para carregar as compras.
Quanto a boca, por motivos também óbvios, além de cumprir com eficiência as funções
a que se destinam, as bocas no relacionamento de um casal devem servir, inclusive, para pronunciar palavras doces e gentis e não somente: 'PEGA MAIS UMA CERVEJA AÍ, MULHER!'.
A barriga, que é quase certo que o senhor a tenha, é tolerável, desde que não atrapalhe para abaixar ao pegar as cuecas e meias que jamais deverão ficar no chão.
Quanto ao desempenho sexual espera-se que corresponda ao menos polidamente à 'performance' daquilo que o senhor 'diz que faz' aos seus amigos! E que durante o ato sexual, não precise levar para a cama livros do tipo: "Manual do corpo humano' ou 'Mulher, esse ser estranho'!
No que diz respeito ao ítem alimentação, cumpre estar atualizado com a lista dos melhores restaurantes, ser um bom conhecedor de vinhos e toda espécie de iguarias, além de bancar as contas, evidentemente.
Em relação ao carro, tornam-se desnecessário s os trajetos durante a madrugada, uma vez que, havendo correspondência nas exigências que por ora faço, pretendo mudar-me de mala e cuia para a sua casa ... meu amor!!!
ass: A COBRA
Fórmulas e Receitas
Bellini Tavares de Lima Neto (*)
Tenho percebido já há algum tempo que as pessoas têm manifestado muito essa impressão retratada numa bela música dos Titãs, esse sentimento de que deveriam ter feito as coisas de maneira diferente.
Há algum tempo me ocorreu pensar um pouco sobre um dos grandes sonhos da humanidade, a viagem no tempo. É muito comum ouvir as pessoas dizerem que gostariam de poder voltar no tempo para corrigir coisas que fizeram e que gostariam de ter feito diferente. Eu, que tenho esse vicio incorrigível de ficar pensando nas coisas, comecei a imaginar como seria isso de voltar no tempo e corrigir o que se fez. Para voltar no tempo e corrigir o que se fez seria necessário que, quando chegássemos nesse passado, pudéssemos saber o que iríamos corrigir. Ora, isso significa, então, que, lá no passado, iríamos saber das coisas do futuro, um futuro que hoje seria o nosso presente, mas que, lá atrás, seria o nosso futuro. Se as coisas fossem assim, também seria preciso concluir que, lá no passado, quando fizemos o que estamos querendo corrigir hoje, essas coisas estariam todas prontas.
Em outras palavras, se é que já não há palavras demais aqui, o nosso futuro já estaria pronto. Aí, a coisa complicou, pois, se estava pronto, o que foi que nós mesmos fizemos? Já ficou ainda mais complicado.
Há uns poucos anos eu conversava com um amigo que lamentava a morte de uma amiga comum. Pessoa extremamente dedicada ao trabalho, sofreu um AVC que a levou embora em uma semana. Relativamente jovem para os nossos padrões atuais, sua morte causou tristeza e ao mesmo tempo, aquele sentimento de desconfiança com o futuro e os autores da trama. E o amigo constatou que era preciso viver de maneira mais descontraída, aproveitar melhor o tempo e a vida, pois, de repente, dávamos de cara com esse acontecimento insólito (apesar de ser o único sobre o que temos certeza, na vida). Aí eu perguntei a ele se a nossa amiga comum gostava do que fazia e a resposta, que eu já conhecia, foi de que ela era apaixonada pela profissão. Ora, pensei comigo, então ela viveu exatamente como queria e morreu como queria. O que significa, então, esse "aproveitar melhor a vida"?
Ouvi uma frase, atribuída a John Lennon, e que diz mais ou menos o seguinte: "Vida é isso que acontece enquanto ficamos fazendo planos para o futuro". Tenho pensado muito seriamente que a vida é muito diferente do que imaginamos e planejamos. Especialmente para os padrões ditos cultos e formais da vida séria, ela é seriamente menos séria do que isso. E será que alguém tem a definição e as regras para a vida e o bem viver? Acho um tanto difícil e até me parece que seria preciso uma definição e um código de regras para cada individuo.
Por isso, a bela canção dos Titãs talvez incida nesse erro de acreditar que existem maneiras pré-estabelecidas de se bem viver. Então, que me perdoem os moços do "Titãs", mas, talvez seja mais o caso de se ter vivido exatamente como se viveu. Se eu tiver conseguido colocar muita honestidade em tudo o que tenha feito, desde os poucos, mas grandes lances de adrenalina até o prosaico lanche do domingo à tarde, talvez chegue ao fim devendo pouco. Cada um dos momentos em que tenha me preocupado demais com os outros ou com o trabalho, que tenha deixado de ir à balada, que tenha sofrido com a falta de dinheiro para uma conta no final do mês, cada um desses momentos talvez não tenham sido senão a própria vida pulsando feito um quasar cheio de mistério, mas sobrando de vibração. Acho que viver é isso mesmo: fazer uma porção de coisas que a gente vai dizer que teria feito diferente se tivesse capacidade de ser profeta do passado. Só não pode faltar emoção, paixão e todos esses temperos que fazem da vida a mais fascinante das aventuras. Mas isso de que não pode faltar emoção, paixão e tudo mais, também começa a ser mais um tipo de mandamento para o que seja viver de verdade. Se emoção e paixão estiverem presentes, tanto melhor. Se não, melhor também.
Que bom que os rapazes do “Titãs” fizeram essa belíssima música e nos permitiram pensar que nós deveríamos ter vivido exatamente como vivemos, pois bem viver é só viver.
(*) Advogado , morador em S. Bernardo do Campo (SPO).
Escreve para o site O Dia Nosso De Cada Dia - http: blcon.wordpress.com
Lula palestrante
O ex-presidente Lula concedeu ontem sua primeira palestra para mil executivos na Expo Transamérica (Bairro de Santo Amaro - região sul de São Paulo) , patrocinada pela LG empresa de eletrônicos.
Palestra de 40 minutos ao custo de R$ 200 mil reais.
Teste do pezinho
Teste do pezinho completa dez anos e quem ganha é o seu filho
Sylvio Renan de Barros (*)
O Programa Nacional de Triagem Neonatal, iniciativa do Ministério da Saúde que prevê o diagnóstico e tratamento de quatro importantes doenças genéticas logo após o nascimento, completa 10 anos em 2011, celebrando uma das grandes conquistas para a infância brasileira dos últimos tempos.
O exame, conhecido popularmente como ‘teste do pezinho’, é realizado por coleta de sangue, através de uma pequenina picada no pezinho do bebê, entre as primeiras 48 horas de vida.
O teste básico coberto pelo Sistema Único de Saúde (SUS) pode diagnosticar doenças metabólicas, genéticas e/ou infecciosas, mais precisamente a Fenilcetonúria, o Hipotireoidismo Congênito, a Anemia Falciforme e demais Hemoglobinopatias (doenças do sangue), que poderão causar alguma alteração no desenvolvimento neuropsicomotor da criança, se não tratadas em tempo.
O teste funciona como um filtro e, ao sinalizar positivo para alguma doença, devem-se realizar exames complementares para a confirmação do diagnóstico.
Recentemente surgiram versões ampliadas do teste, que identificam outras 30 doenças, porém estes testes não são cobertos pelo SUS e devem ser pagos a parte pelos pais.
Isso não causa nenhum demérito, porém, ao que hoje é possível de se identificar e tratar, pois compreendem as doenças mais prevalentes.
Celebre você também esta conquista junto com seu filho.
(*) Médico. Especializou-se em pediatria na Unifesp/EPM, obtendo em seguida o título pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Rabanada Recheada
Ingredientes
25 ml (duas colheres de sopa rasas) de creme de leite fresco
25 ml (duas colheres de sopa rasas) de leite
3 gramas (1 colher de chá rasa) de açúcar
1 grama (aproximadamente 1 colher de café) de canela
1 grama (aproximadamente 1 colher de café) de noz moscada
2 unidades de pão de brioche
1 morango
30 ml (duas colheres de sopa) de óleo - para fritar
50 ml (uma xícara de café) de suco de laranja
10 gramas de pera fresca laminada finamente (espessura 2,0 na maquina)
1 ovo
5 gramas (2 colheres de chá rasas) de açúcar de confeiteiro
Modo de Preparo
Fatie a pera finamente e coloque para cozinhar em uma panela com o suco de laranja por 5 minutos.
Em um recipiente, coloque o creme de leite, o leite, o açúcar, a canela e a noz moscada. Misture tudo.
Recheie delicadamente os brioche com as fatias de pera.
Feche e embeba as fatias no liquido acima até que estejam bem molhados.
Passe levemente no ovo batido e frite imediatamente.
Sirva com o morango decorando .Polvilhe o açúcar de confeiteiro.
Rendimento : 1 porção
Receita fornecida pelo Octavio Café & Bistrô
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.996, Jardim Paulistano, tel.: 0/xx/11/3074-0110 - São Paulo
Frase
" Ela (Dilma) nos abandonou. Não quer mais falar conosco. Agora, a decisão das centrais é de disputar Dilma. Achamos que nesse primeiro momento ela foi ganha pelos rentistas e por aqueles que gostam de ganhar dinheiro sem trabalhar. Embora Lula não admita, houve um rompimento com aquilo que ele vinha fazendo. Esse corte do "Minha Casa, Minha Vida" é um retrocesso "
Deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) ao responder uma pergunta do Terra Magazine se o diálogo com o governo pode ser considerado rompido.
Mulher não trai, mulher se vinga .....(3)
VINGANÇA FEMININA 3:
A velhinha pergunta para o marido:
- Meu bem, depois de 40 anos de casado, me satisfaça uma curiosidade..Você já me traiu alguma vez?
- Sim, querida! Uma única vez! Lembra-se quando eu trabalhava na Nestlé, e tinha uma secretária chamada Margarida?
- Sim, me lembro!
- Pois é, aquele corpo já foi todinho meu!
E após alguns segundos, ele pergunta. E você já me traiu alguma vez?
-Sim, meu bem! Uma única vez! Lembra-se quando a gente morava na Vila Andrade, em frente ao Corpo de Bombeiros?
- Sim... me lembro! responde o marido.
- Pois é... aquele corpo já foi todinho meu!
A velhinha pergunta para o marido:
- Meu bem, depois de 40 anos de casado, me satisfaça uma curiosidade..Você já me traiu alguma vez?
- Sim, querida! Uma única vez! Lembra-se quando eu trabalhava na Nestlé, e tinha uma secretária chamada Margarida?
- Sim, me lembro!
- Pois é, aquele corpo já foi todinho meu!
E após alguns segundos, ele pergunta. E você já me traiu alguma vez?
-Sim, meu bem! Uma única vez! Lembra-se quando a gente morava na Vila Andrade, em frente ao Corpo de Bombeiros?
- Sim... me lembro! responde o marido.
- Pois é... aquele corpo já foi todinho meu!
Copa de 2014: crônica do mico anunciado
José Nêumanne (*) para O Estado de S.Paulo
O Campeonato Mundial de Futebol, organizado a cada quatro anos pela Fifa, entidade privada com sede na Suíça, é um negócio arquibilionário para quem vive em torno de futebol: jogadores, técnicos, dirigentes, preparadores físicos e outros profissionais do ramo; acionistas, redatores, narradores e comentaristas de imprensa, rádio e televisão; e, sobretudo, os maiorais da entidade organizadora e seus afilhados pelo mundo. Estes inventam a cada torneio novas regras que tornam necessárias obras civis que exigem grandes investimentos: dos estádios à infraestrutura de transportes urbanos e aéreos, além da adaptação da rede hoteleira para atender à demanda de público aos jogos.
Países que dispõem de caixa para cobrir as deficiências de estações metroviárias, aeroportos, vias públicas e outras instalações físicas necessitadas de reforma para abrigar hordas de aficionados por futebol lutam para sediar espetáculos transmitidos pela televisão para plateias de bilhões. Esse tipo de investimento importa divisas para a sede do torneio quadrienal e também gera impostos que ajudam a engordar o erário, o que poderia, se aplicados com decência e critério, melhorar os serviços públicos, sobretudo em áreas essenciais e carentes, como saúde, educação e segurança pública. Em relação a isso, há três controvérsias. A primeira é que nunca sede alguma de uma Copa do Mundo trouxe a lume um relato confiável dos lucros auferidos ao longo do evento. A segunda é que mais arrecadação nem sempre (ou quase nunca?) representa melhora de atendimento em hospitais, aprimoramento da educação, especialmente a básica, nem redução significativa de índices de violência. Se isso foi medido, está mantido sob rigoroso sigilo. E, no caso do Brasil, que aceitou a condição de isentar os beneficiados de impostos, este segundo efeito será nulo.
Este país sediará a Copa de 2014 daqui a três anos e quatro meses. Um ano antes, como ocorre sazonalmente, será testada parte dos equipamentos para os grandes espetáculos num acontecimento de grande repercussão, mas menor alcance do que o Mundial propriamente dito, a Copa das Confederações. Neste momento, estamos no segundo estágio, no qual governantes começam a assumir compromissos que, de início, renegaram. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman (PSDB) e o prefeito Gilberto Kassab (ainda DEM) juraram de pés juntos que nenhum centavo de dinheiro público seria usado na construção de algum estádio para o torneio.
15 anos sem os Mamonas Assassinas
A notícia chocou o País numa noite de domingo.
No auge do sucesso, a banda Mamonas Assassinas desaparecia num trágico acidente aéreo na volta de mais um show da turnê que correu o Brasil.
O jatinho que transportava os integrantes do grupo de músicas e performances irreverentes chocou-se, no fim da noite do dia 2 de março de 1996, com a Serra da Cantareira, a poucos minutos do pouso em Guarulhos, cidade natal dos Mamonas.
Morreram todos os integrantes (Dinho, os irmãos Samuel e Sérgio, Júlio e Bento), o piloto, o co-piloto e dois assistentes dos artistas.
A tragédia causou comoção nacional, e homenagens ao grupo foram promovidas em diversas cidades.
O sucesso da banda durou 240 dias. Um meteóro que deixou saudades.
Para relembar um dos seus maiores sucessos: "Pelados em Santos"
http://www.youtube.com/watch?v=rmMj8UC5Mig
Aposentados e Pensionistas da Previdência: escória social
Sérgio Siqueira (**) para o Sanatório de Noticias
Quem se aposentou - salvo horrorosas exceções, como Lula, FHC e alguns outros vagabundos(*) - sabe que trabalhou até não poder mais.
Tanto é que hoje não pode fazer nada contra a crueldade do fator previdenciário, criado por FHC, incrementado por Lula e agora consagrado por Dilma.
Tanto trabalhou e se estrebuchou até não poder mais que não pode fazer nada contra a desigualdade de tratamento dispensado pelo governo populistas que congela os ganhos dos aposentados e pensionistas recebem mais de um salário mínimo por mês.
Resta a esse brasileiro idoso e alquebrado, a vergonha de não ter ânimo nem força para empunhar uma bengala e ir ao Palácio do Planalto perguntar para a diligenta primeira-presidenta de onde ela tira dinheiro para o Bolsa-Famiglia e como é que ela pode dar, como deu neste 1° de março de 2011 aos ociosos, aos que não trabalham nem querem trabalhar, aumento de até 45,5% às famílias com filhos de 0 a 15 anos.
Os aposentados e pensionistas da Previdência, estão relegados à escória social, diante da bondade extrema de dona Dilma, a guerrilheira valenta que concedeu de mão beijada um reajuste médio de 19,4% para a legião dos imprestáveis.
Rodapé
Ainda quando era presideus, Lula fechou acordo com o grupo dos 4-S e abriu cursos gratuitos profissionalizantes no Senai e no Senac para os então 12 milhões de desempregados que recebiam bolsa-famiglia. Eram mais de 600 mil vagas em todo o Brasil. Apresentaram-se apenas 3 mil tímidos candidatos. Nunca antes na história desse país se teve uma demonstração tão clara e evidente de que o Bolsa-Famiglia é mesmo uma indústria de ociosos. Uma fábrica de eleitores malandros. Como seus benfeitores.
(*) - Foi FHC quem disse em 11 de maio de 1998 que quem se aposentava com menos de 50 anos era um vagabundo. Sua primeira aposentadoria, foi decretada pela Redentora, em 1969. Tinha 38 anos.
(**) Jornalista gaúcho de há muito radicado em Brasília e dono do Blog Sanatório de Noticias
terça-feira, 1 de março de 2011
Medíocres dirigentes esportivos
Curso Gestão de Treinadores – Inscrições Abertas
Emerson Gonçalves do blog Olhar Crônico Esportivo (*)
Não sei se existe esse curso, no Brasil ou no resto do mundo, pode até ser que sim. O que sei é que se alguma escola colocar esse curso em nosso mercado, de duas uma: ou arrebenta de cara e vai faltar um mundareu de vagas ou será um fracasso retumbante, com somente meia dúzia de alunos: 3 jornalistas, 1 blogueiro, 1 estudante de educação física e 1 torcedor curioso. Sei lá, mas pelo que a gente conhece de nossos cartolas, o mais provável é que a segunda alternativa venha a ser a correta.
A grande verdade é que nosso futebol tem muitos cartolas e poucos dirigentes.
Por que esse tópico – curso de gestão de treinadores? Qual sua razão de ser?
A demissão de Adilson Batista. A contratação de Adilson Batista.
Nesse caso, vale tanto sua contratação/demissão por Andrés Sanches, como por Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, o LAOR.
Os porquês não se limitam a Adilson no Corinthians e no Santos. Voltando um pouco no tempo, temos:
A demissão de Dorival Jr pelo mesmo Luis Álvaro.
A demissão de Muricy Ramalho por Juvenal Juvêncio.
A demissão de Muricy Ramalho por Luiz Gonzaga Belluzzo.
Mais exemplos não faltam, como a demissão de Celso Roth no Grêmio.
O festival de treinadores a que o Sport foi submetido e, em menor escala, também o Vitória.
Se fosse falar em mais exemplos cobriria mais um monte de linhas, mas não vale a pena. Fiquemos, então, com esses exemplos que já são mais que suficientes.
Contratar treinador é tarefa tão importante quanto cobrar um pênalti. Na verdade, é até mais importante, por isso que só pode ser feita pelo presidente do clube, ao contrário do pênalti, que pode ser batido por qualquer um com chuteiras e uniforme que o professor de plantão designe, contrariando um pouco a velha máxima de Neném Prancha.
Um repórter do El País, em 2009, perguntou ao presidente e dono do Lyon, Jean Michel Aulas, o porquê dele ter demitido um único treinador em vinte anos e o porquê de tanta lealdade. A resposta foi simples:
“Porque eu os escolhi! A escolha de um treinador é uma prova de perspicácia. Se o despeço, é porque quem se equivocou fui eu, não o treinador.”
Aulas não é somente presidente do clube, é, também, seu proprietário, o que ajuda a entender seu comportamento. Afinal, se ele queimar dinheiro estará queimando o seu dinheiro, pessoal, e não do clube.
Adilson Batista, depois de “meia dúzia” de jogos no Corinthians foi demitido e, com certeza, seus bolsos não ficaram a ver navios.
Adilson, novamente, depois de outra “meia dúzia” de jogos no Santos foi demitido e embolsou a módica quantia de 1 milhão de reais como multa contratual.
Belluzzo colecionou poucas e gordas multas em seu curto mandato: Luxemburgo, Muricy, Antonio Carlos.
Emerson Gonçalves do blog Olhar Crônico Esportivo (*)
Não sei se existe esse curso, no Brasil ou no resto do mundo, pode até ser que sim. O que sei é que se alguma escola colocar esse curso em nosso mercado, de duas uma: ou arrebenta de cara e vai faltar um mundareu de vagas ou será um fracasso retumbante, com somente meia dúzia de alunos: 3 jornalistas, 1 blogueiro, 1 estudante de educação física e 1 torcedor curioso. Sei lá, mas pelo que a gente conhece de nossos cartolas, o mais provável é que a segunda alternativa venha a ser a correta.
A grande verdade é que nosso futebol tem muitos cartolas e poucos dirigentes.
Por que esse tópico – curso de gestão de treinadores? Qual sua razão de ser?
A demissão de Adilson Batista. A contratação de Adilson Batista.
Nesse caso, vale tanto sua contratação/demissão por Andrés Sanches, como por Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, o LAOR.
Os porquês não se limitam a Adilson no Corinthians e no Santos. Voltando um pouco no tempo, temos:
A demissão de Dorival Jr pelo mesmo Luis Álvaro.
A demissão de Muricy Ramalho por Juvenal Juvêncio.
A demissão de Muricy Ramalho por Luiz Gonzaga Belluzzo.
Mais exemplos não faltam, como a demissão de Celso Roth no Grêmio.
O festival de treinadores a que o Sport foi submetido e, em menor escala, também o Vitória.
Se fosse falar em mais exemplos cobriria mais um monte de linhas, mas não vale a pena. Fiquemos, então, com esses exemplos que já são mais que suficientes.
Contratar treinador é tarefa tão importante quanto cobrar um pênalti. Na verdade, é até mais importante, por isso que só pode ser feita pelo presidente do clube, ao contrário do pênalti, que pode ser batido por qualquer um com chuteiras e uniforme que o professor de plantão designe, contrariando um pouco a velha máxima de Neném Prancha.
Um repórter do El País, em 2009, perguntou ao presidente e dono do Lyon, Jean Michel Aulas, o porquê dele ter demitido um único treinador em vinte anos e o porquê de tanta lealdade. A resposta foi simples:
“Porque eu os escolhi! A escolha de um treinador é uma prova de perspicácia. Se o despeço, é porque quem se equivocou fui eu, não o treinador.”
Aulas não é somente presidente do clube, é, também, seu proprietário, o que ajuda a entender seu comportamento. Afinal, se ele queimar dinheiro estará queimando o seu dinheiro, pessoal, e não do clube.
Adilson Batista, depois de “meia dúzia” de jogos no Corinthians foi demitido e, com certeza, seus bolsos não ficaram a ver navios.
Adilson, novamente, depois de outra “meia dúzia” de jogos no Santos foi demitido e embolsou a módica quantia de 1 milhão de reais como multa contratual.
Belluzzo colecionou poucas e gordas multas em seu curto mandato: Luxemburgo, Muricy, Antonio Carlos.
O cafajeste do smoking impecável
Arnaldo Jabor (*) para O Estado de S.Paulo
Um amigo chegou e me disse: "Pare de ser conspícuo e seja mais perfunctório..." Humilhado, resmunguei de cara limpa: "Claro, claro...". Corri ao Aurélio: "conspícuo" me parecia coisa de sexo, "concupiscência", mas não é; quer dizer "grave, sério, buscando a profundidade". Já "perfunctório" eu sempre desprezei; palavra feia, lembrando supositório, "perfunctórios de glicerina". Designa algo raso, rotineiro, óbvio.
Já contei que na internet rolam artigos que nunca escrevi sobre mulheres. São textos piegas, adocicados, com patéticos elogios à "mulherzinha objeto". Atribuíram-me uma crônica chamada "bunda dura", onde o falso eu fala que mulher pode ser bela com celulite e ter nádegas flácidas... Na rua, fui abordado por uma senhora fina que me declarou arquejante de orgulho: "Eu tenho bunda mole!" E saiu andando, em doce contentamento. Sou amado pelo que não escrevi. Por isso, por vingança e falta de assunto, hoje serei perfunctório sobre mulheres, neste texto apócrifo por mim mesmo.
Começo dizendo que é preciso muita atenção para saber se a mulher te ama mesmo ou se quer saber se é amada. Para o teste, Nelson Rodrigues criou a fórmula: "Ou a mulher é fria ou morde. Sem dentada, não há amor possível." Isso. A mulher está sempre atenta para saber se é amada ou não. Uma frase mal colocada, um olhar distraído para outra mulher podem deflagrar um drama de cinco atos. Tom Jobim sintetizou essa verdade universal, quando disse: "É... mulher enguiça!.." Essa frase é luminosa. Por exemplo, você foi jantar com ela, champanhe, flores, uma noite feliz e, de repente, você olha para o lado e ela está imóvel, olhando fixo para o nada, rosto duro. Pronto, enguiçou - igual a automóvel. Você implora uma explicação: "Que foi que eu fiz? Olhei para alguém?" Ela te fita com desprezo em lívido silêncio.
O pior é que isso te arremessa ao desesperante labirinto da D.R. (a "discussão da relação"). Nisso, elas nos dão banhos de dez a zero. Na D.R., elas fazem revelações terríveis, ódios secretos e fraquezas de menina. A mulher é mais verdadeira no ódio. Você fica emaranhado numa teia de acusações, lamentos, escárnio e é paralisado até a sentença final, como os machos de gafanhotos: "Eu sou boa e você é mau!"
Se você for realmente mau, saiba que isso é bom e lhe faz respeitado de forma oblíqua, sub-reptícia. "Meu marido é um canalha!" - geme a mulher para as amigas, com um tênue sorriso de orgulho. E as amigas suspiram, invejando-a pelo adorável canalha que a maltrata. Como são amados os malandros...
O fiel não tem graça. É tedioso, está ali para sempre, enjoado, sem drama. O canalha é aventureiro, malvado, encarna um sonho intangível para a mulher. Todo galã é impalpável. Uma mulher me falou: "Quando um cara me diz "eu te amo", perco o interesse na hora!"
Mulher desconfia de homem bom; o bondoso perde a aura de perigo, o bondoso humilha o favorecido - nada ofende mais que o benefício, nada agride mais que a bondade explícita.
Um amigo chegou e me disse: "Pare de ser conspícuo e seja mais perfunctório..." Humilhado, resmunguei de cara limpa: "Claro, claro...". Corri ao Aurélio: "conspícuo" me parecia coisa de sexo, "concupiscência", mas não é; quer dizer "grave, sério, buscando a profundidade". Já "perfunctório" eu sempre desprezei; palavra feia, lembrando supositório, "perfunctórios de glicerina". Designa algo raso, rotineiro, óbvio.
Já contei que na internet rolam artigos que nunca escrevi sobre mulheres. São textos piegas, adocicados, com patéticos elogios à "mulherzinha objeto". Atribuíram-me uma crônica chamada "bunda dura", onde o falso eu fala que mulher pode ser bela com celulite e ter nádegas flácidas... Na rua, fui abordado por uma senhora fina que me declarou arquejante de orgulho: "Eu tenho bunda mole!" E saiu andando, em doce contentamento. Sou amado pelo que não escrevi. Por isso, por vingança e falta de assunto, hoje serei perfunctório sobre mulheres, neste texto apócrifo por mim mesmo.
Começo dizendo que é preciso muita atenção para saber se a mulher te ama mesmo ou se quer saber se é amada. Para o teste, Nelson Rodrigues criou a fórmula: "Ou a mulher é fria ou morde. Sem dentada, não há amor possível." Isso. A mulher está sempre atenta para saber se é amada ou não. Uma frase mal colocada, um olhar distraído para outra mulher podem deflagrar um drama de cinco atos. Tom Jobim sintetizou essa verdade universal, quando disse: "É... mulher enguiça!.." Essa frase é luminosa. Por exemplo, você foi jantar com ela, champanhe, flores, uma noite feliz e, de repente, você olha para o lado e ela está imóvel, olhando fixo para o nada, rosto duro. Pronto, enguiçou - igual a automóvel. Você implora uma explicação: "Que foi que eu fiz? Olhei para alguém?" Ela te fita com desprezo em lívido silêncio.
O pior é que isso te arremessa ao desesperante labirinto da D.R. (a "discussão da relação"). Nisso, elas nos dão banhos de dez a zero. Na D.R., elas fazem revelações terríveis, ódios secretos e fraquezas de menina. A mulher é mais verdadeira no ódio. Você fica emaranhado numa teia de acusações, lamentos, escárnio e é paralisado até a sentença final, como os machos de gafanhotos: "Eu sou boa e você é mau!"
Se você for realmente mau, saiba que isso é bom e lhe faz respeitado de forma oblíqua, sub-reptícia. "Meu marido é um canalha!" - geme a mulher para as amigas, com um tênue sorriso de orgulho. E as amigas suspiram, invejando-a pelo adorável canalha que a maltrata. Como são amados os malandros...
O fiel não tem graça. É tedioso, está ali para sempre, enjoado, sem drama. O canalha é aventureiro, malvado, encarna um sonho intangível para a mulher. Todo galã é impalpável. Uma mulher me falou: "Quando um cara me diz "eu te amo", perco o interesse na hora!"
Mulher desconfia de homem bom; o bondoso perde a aura de perigo, o bondoso humilha o favorecido - nada ofende mais que o benefício, nada agride mais que a bondade explícita.
Bradesco manda cliente pagar conta em farmácia
Antenor Pereira Giovannini (*)
Ontem, como de praxe, fui a agência do Bradesco da Av. Cuiabá (em Santarém) efetuar um depósito identificado para pagamento de uma compra antecipada para a loja.
Já evito a agência Centro pelo péssimo serviço e excesso de pessoas que fazem filas enormes e o que é pior com demora no atendimento.
De forma geral, nota-se o pouco caso dado pelas agências bancárias a Lei Municipal que obriga um atendimento em no máximo 20 minutos.
Mas, voltando a agência de Cuiabá.
Um caixa apenas atendendo haja vista que o outro se encontrava no almoço. Nada contra. Apenas entende-se que a agência deveria por obrigação ter um substituto para os momentos de almoço e dessa forma não permitir que se forme filas grandes.
Depois de 20 minutos de espera, observo um estagiário vir até a fila indagar a cada um do motivo de terem que usar o caixa. E pior que isso, tenta convencer alguns para que efetue seu pagamento numa farmácia próxima, uma vêz , que aquela fila iria demorar pelo fato de quem estava sendo atendido era um funcionário de uma empresa com vários pagamentos .
Se isso não é uma inversão total de valores não posso avaliar que seja.
Farmácia é para vender remédios e não para receber contas e Banco não vende remédios e sim recebe contas.
Por outro lado porque não colocam um caixa para atendimento de empresas ou então alguém com mais de 4/5 operações, tal qual o supermercado que possuem caixas para pequenos volumes separado de grandes volumes.
Após 52 minutos consegui se atendido.
Poderia com a senha registrar queixa no PROCON , mas optei por escrever ao Fale Conosco do Bradesco na tentativa de sensibilizá-los de que em Santarém , há um problema sério, antigo, crônico e que muito pouco ou quase nada fazem para melhorar o atendimento em ambas as agências.
Um gerente local Bradesco me ligou as 20,00 horas querendo justificar o injustificável mas, entende-se que tais pessoas sejam limitadas em seu poder ação e que precisam de autorizações a nível de superintendência para ações principalmente de contratações de mais funcionários. Além disso, foi possivel notar que como o problema da reclamação não era diretamente para agência dele, ele ficou mais aliviado ... O problema é do Bradesco mas a preocupação era com agência .... Fazer o que?
Porém, creio que através dos sites locais, seja possivel ser revista esse assunto principalmente a questão da lei municipal e quem sabe mais pessoas lesadas em seus direitos façam uso e pressionem os Bancos para esse desrespeito no atendimento, que não se limita a tempo de atendimento, mas também má educação, pouco caso e por aí adiante.
(*) Aposentado e e agora comerciante. Morador em Santarém (PA)
Ontem, como de praxe, fui a agência do Bradesco da Av. Cuiabá (em Santarém) efetuar um depósito identificado para pagamento de uma compra antecipada para a loja.
Já evito a agência Centro pelo péssimo serviço e excesso de pessoas que fazem filas enormes e o que é pior com demora no atendimento.
De forma geral, nota-se o pouco caso dado pelas agências bancárias a Lei Municipal que obriga um atendimento em no máximo 20 minutos.
Mas, voltando a agência de Cuiabá.
Um caixa apenas atendendo haja vista que o outro se encontrava no almoço. Nada contra. Apenas entende-se que a agência deveria por obrigação ter um substituto para os momentos de almoço e dessa forma não permitir que se forme filas grandes.
Depois de 20 minutos de espera, observo um estagiário vir até a fila indagar a cada um do motivo de terem que usar o caixa. E pior que isso, tenta convencer alguns para que efetue seu pagamento numa farmácia próxima, uma vêz , que aquela fila iria demorar pelo fato de quem estava sendo atendido era um funcionário de uma empresa com vários pagamentos .
Se isso não é uma inversão total de valores não posso avaliar que seja.
Farmácia é para vender remédios e não para receber contas e Banco não vende remédios e sim recebe contas.
Por outro lado porque não colocam um caixa para atendimento de empresas ou então alguém com mais de 4/5 operações, tal qual o supermercado que possuem caixas para pequenos volumes separado de grandes volumes.
Após 52 minutos consegui se atendido.
Poderia com a senha registrar queixa no PROCON , mas optei por escrever ao Fale Conosco do Bradesco na tentativa de sensibilizá-los de que em Santarém , há um problema sério, antigo, crônico e que muito pouco ou quase nada fazem para melhorar o atendimento em ambas as agências.
Um gerente local Bradesco me ligou as 20,00 horas querendo justificar o injustificável mas, entende-se que tais pessoas sejam limitadas em seu poder ação e que precisam de autorizações a nível de superintendência para ações principalmente de contratações de mais funcionários. Além disso, foi possivel notar que como o problema da reclamação não era diretamente para agência dele, ele ficou mais aliviado ... O problema é do Bradesco mas a preocupação era com agência .... Fazer o que?
Porém, creio que através dos sites locais, seja possivel ser revista esse assunto principalmente a questão da lei municipal e quem sabe mais pessoas lesadas em seus direitos façam uso e pressionem os Bancos para esse desrespeito no atendimento, que não se limita a tempo de atendimento, mas também má educação, pouco caso e por aí adiante.
(*) Aposentado e e agora comerciante. Morador em Santarém (PA)
Frase motivadora
Não esmoreça nem desista.
Trabalhe duro!
Pense nos milhares de brasileiros que vivem do Bolsa Família, sem trabalhar, sem fazer nada, sem aturar chefes e patrões, sem hora de levantar, sem medo de perder o emprego, ... Eles dependem de ti!
Nota do Blog: Principalmente agora que a Tia concedeu aumento de 45% no Bolsa Família. Vamos trabalhar mais minha gente !!!!
Trabalhe duro!
Pense nos milhares de brasileiros que vivem do Bolsa Família, sem trabalhar, sem fazer nada, sem aturar chefes e patrões, sem hora de levantar, sem medo de perder o emprego, ... Eles dependem de ti!
Nota do Blog: Principalmente agora que a Tia concedeu aumento de 45% no Bolsa Família. Vamos trabalhar mais minha gente !!!!
" Ué .. mas não era só love.. só love"
Em entrevista a Terra Magazine, o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) critica enfaticamente o PT, partido da presidente Dilma Rousseff e com o qual as centrais sindicais "mantinham", segundo o pedetista, boas relações. "Se o PT abandonou os trabalhadores, a culpa não é nossa. Manda o PT se f... Estou de saco cheio deles já", esbravejou.
A postura de Paulo Pereira durante as negociações e votação do salário mínimo desagradou o governo. O deputado defendeu um piso salarial maior do que o proposto pelo Executivo e não evitou o embate. Para ele, que é presidente da Força Sindical, Dilma rompeu com o projeto lulista e abandonou os trabalhadores.
- Vamos continuar defendendo a dedução na tabela do Imposto de Renda de acordo com a inflação, o fim do fator previdenciário, a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Se não gostarem (o PT), o problema é deles - ameaça o sindicalista.
A postura de Paulo Pereira durante as negociações e votação do salário mínimo desagradou o governo. O deputado defendeu um piso salarial maior do que o proposto pelo Executivo e não evitou o embate. Para ele, que é presidente da Força Sindical, Dilma rompeu com o projeto lulista e abandonou os trabalhadores.
- Vamos continuar defendendo a dedução na tabela do Imposto de Renda de acordo com a inflação, o fim do fator previdenciário, a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Se não gostarem (o PT), o problema é deles - ameaça o sindicalista.
A insanidade esportiva
Que nossos dirigentes de futebol são amadores não é preciso repetir.
Que sejam mal intencionados, já é um campo perigoso onde há necessidade de provas. Porém, é incompreensível o que esses ditos dirigentes fazem com os clubes.
Se por um lado fazem essa palhaçada referente à transmissão dos jogos do Campeonato entrando e saindo do chamado Clube dos 13, envolvendo Globo e Record, existem as compras, trocas e principalmente demissões de treinadores.
O último a receber um literal pé na bunda foi o técnico do Santos Adilson Batista. Não cabe aqui dizer se ele é ou não bom treinador. Se ele está certo ou errado. Mas, alguém o contratou e fez um contrato e assinou. Nesse contrato existem cláusulas e obrigatoriamente terão que ser cumpridas. Uma delas diz que ao treinador caberá uma quantia de R$ 1 milhão em caso de rescisão antes do prazo. Apenas isso.
Ou seja, um clube de futebol profissional já endividado, já cheio de compromissos assumidos e não cumpridos ainda se dá ao luxo de dispensar um técnico e assumir uma multa de R$ 1 milhão de reais como se todo esse dinheiro se acha na lata de lixo.
Se isso não é falta de profissionalismo, má administração, uso indevido do dinheiro do clube, não se sabe o que pode ser chamado de administração.
E é esse futebol e esse tipo de dirigente do País que quer montar uma Copa do Mundo.
Só rindo.
Mulher não trai, mulher se vinga .....(2)
VINGANÇA FEMININA 2:
O casal está passeando pela praia, e ela pede que ele lhe compre um biquíni. Ele responde:
- Com esse corpo de máquina de lavar? Nem pensar! Continuam caminhando, e ela insiste:
- Bom, então compra um vestido para mim?
Ele responde:
- Com esse corpo de máquina de lavar? Nem pensar!!Passa o dia. À noite, já na cama, o marido vira para a
esposa e pergunta:
- E aí, mulher? Vamos botar a máquina de lavar para funcionar?
E a mulher, com ar de desprezo, responde:
- Para lavar só esse pedacinho de pano? Ah...! Lava na mão mesmo que dá menos trabalho!
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