sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Por que o Oeste do Pará não serve?


Grupo empresarial de Goiás vai investir no Piauí
Foi com essa intenção de expandir os negócios investino no Estado do Piauí que Francisco Tomazini reuniu-se, na última segunda-feira, 7, no Karnak, com o governador Wellington Dias para falar sobre a disposição de investir em terras piauienses. 
A ideia do grupo é implantar um complexo agroindustrial na região Sul do Estado. 
A decisão final, de acordo com Tomazini, será adotada depois de realizadas consultas sobre municípios, condições de infraestrutura, de incentivos fiscais e financeiros, além de exigências ambientais. 
Em Goiás, as empresas do grupo Tomazini exploram as atividades de produção agrícola de soja e milho, armazenagem de grãos, produ ção de ovos e pintos, criação de aves, diretamente e através de parceiros conveniados, industrialização de carne de frango e derivados e a industrialização de farelo e óleo bruto de soja. 
Tomazini explica que o grupo já adquiriu terras na região Sul do Estado, para dar início ao projeto que se destinará ao mercado interno e externo. Nesta etapa, está sendo feito estudo de viabilidade do projeto orçado em mais de R$ 300 milhões. “Isso significa a geração de mais de 2 mil empregos diretos”. Durante a reunião, o governador falou do potencial do Estado, além dos investimentos já realizados no sentido de dotar o Estado com uma melhor infraestrutura através de estradas, energia elétrica, abastecimento de água, dentre outras melhorias. “A ideia é desenvolver o nosso Estado, proporcionando melhores condições de vida para o povo piauiense.” 
Também participaram da reunião Gerente de Projetos Estratégicos do Governo do Estado, Jorge Lopes; Carlos Augusto Carneiro (Caú), da Federação da Agricultura; Paulo César Vilarinho, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico; Jônatas Nunes, da Ciência e Tecnologia, dentre outros. 
Para Carlos Augusto, a instalação de um grupo como esse no Estado representa mais um passo para o desenvolvimento, haja vista a estrutura do projeto, bem como a geração de emprego e renda, além de divisas. “O Piauí só tem a ganhar”, declara. Jorge Lopes também destacou a importância da instalação da empresa no Estado, o que reforça o potencial que o Piauí possui. “O Piauí ; vem se mostrando como grande potencial para atrair novos investimentos, haja vista as condições de infraestrutura preparadas por este governo para isso.”

Nota do Blog: Mais uma demonstração de quantas oportunidades são perdidas pelo motivo de isolar uma atividade que a todo instante apresenta oportunidades (não solução) de desenvolvimento trazendo além de emprêgos e renda mas toda a necessidade de infra-estrutura de logistica, apoio, mas que esse desenvolvimento ocorra num todo. 
Isso que essa empresa busca e ao que parece deve conseguir no Piauí . E temos nas mãos senão o melhor mas um dos maiores trunfos que melhor trabalhado poderia nos trazer muitas e muitas empresas exportadoras e importadoras que é o de termos um porto com a possibilidade de atracação de navios de porte. Obviamente tudo está atrelado a logistica rodoviária que não temos . Mais um motivo que a vinda de uma empresa disposta a investir R$ 300 milhões faz com que o Estado acelere e conceda condições para que esse investimento venha. 
Lamentavelmente não temos esse trabalho de garimpagem junto à possiveis empresas interessadas, oferecendo a esses grupos a possibilidade de virem para nossa região e se desenvolverem dando-nos condições de novos emprêgos, renda e crescimento.
Sem novas empresas continuamos refém de importações até do básico de consumo.
Paciência. Um dia as coisas mudam. 

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